domingo, 31 de agosto de 2014

Netanyahu: "Israel venceu, Hamas perdeu"


Israel saiu vencedor da guerra de 50 dias contra o Hamas, que terminou terça-feira com a assinatura de um cessar-fogo mediado pelos egípcios, disse primeiro-ministro Netanyahu.
A Operação Protecção Limite começou no dia 8 de Julho, e o Hamas na Faixa de Gaza "sofreu o maior golpe desde a fundação da organização", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em conferência de imprensa na quarta-feira. 
Moradores de Gaza inspeccionam um veículo destruído por ataque aéreo israelita a 24 de Agosto (Foto: Emad Nassar / Flash90)

Com a assinatura do acordo de cessar-fogo na terça-feira, "o Hamas não conseguiu alcançar qualquer das suas demandas", disse Netanyahu. "Eles exigiram um porto marítimo e não o obtiveram. Eles exigiram um aeroporto e não o obtiveram. Eles exigiram a libertação dos prisioneiros colocados novamente sob prisão após o assassinato dos três meninos israelitas e não o obtiveram. Eles exigiram despesas e remunerações monetárias e não o obtiveram. Eles exigiram que as negociações fossem conduzidas pela Turquia ou pelo Qatar e não o obtiveram". 

Um israelita avalia os estragos causados em sua casa, após o intenso bombardeamento com que os terroristas do Hamas assinalaram a aceitação do cessar-fogo. Da última vez que contámos, o Hamas tinha quebrado o cessar-fogo 11 VEZES.

O Hamas sofreu graves danos

Foram destruídos 32 túneis de terrorismo que conduziam a Israel, 30 a 40% do arsenal de mísseis do Hamas foi destruído, mais de 750 terroristas foram eliminados.

Israel, por outro lado, alcançou todos os seus objectivos, que consistiam em "causar sérios danos ao Hamas e aos outros grupos terroristas, e ao fazê-lo, trazer um período de tranquilidade a todos os cidadãos de Israel", continuou ele.
"O Hamas e os outros organismos terroristas [em Gaza] sofreram um duro golpe nos últimos dias", acrescentou o ministro da Defesa, Moshe Yaalon. "Mais de 1.000 terroristas foram mortos, incluindo membros da ala militar. Nós atingimos e destruimos armamentos, incluindo os túneis que os terroristas escavavam há muitos anos. Quando a poeira baixar Hamas vai perceber que não ganhou nada".



Wolf Blitzer da CNN entra num dos túneis terroristas do Hamas perto da fronteira de Gaza com Israel.
A abertura era tão pequena que Wolf Blitzer, da CNN (que não é um gigante físicamente) teve de curvar-se circular lá dentro.
A sua visita, acompanhada pelo exército israelita, revelou como os terroristas do Hamas constroem a sua rede de túneis, a fim de raptar e matar civis inocentes.
As linhas de abastecimento vitais túneis são vitais para os palestinos em Gaza contrabandearem armas e atacarem Israel.

Prioridade de Abbas: "parar a guerra"

 

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, numa conferência em Junho (Foto: Issam Rimawi / Flash90)
Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, reconheceu o dano em comunicado divulgado quarta-feira para anunciar a aceitação palestina do acordo de cessar-fogo. Segundo Abbas, a "agressão bárbara" de Israel tornou "necessário exercer todos os esforços possíveis e impossíveis para acabar com a luta, particularmente a após os israelitas se terem retirado das negociações e a nossa delegação ter retornado e continuado os nossos esforços intensivos para negociações", disse Abbas.
"Na verdade, nós fomos capazes de anunciar a nossa aceitação da iniciativa de cessar-fogo egípcia, um cessar-fogo que corre em paralelo com a ajuda humanitária, médica, de alimentação e reconstrução. Depois disso, haverá conversações sobre todas as exigências que serão colocadas em cima da mesa. ... Acabar os combates foi o resultado  web discutido com a liderança d Hamas em Doha".

NOTA NOSSA: A desfaçatez e o cinismo de Mhamoud Abbas não têm limites. O Hamas tem exercido diariamente os mais bárbaros actos terroristas sobre os civis israelitas desde que Israel retirou unilateralmente de Gaza, em 2005. 

A Operação Protecção-Limite foi consequência directa e inevitável de duas semanas de bombardeamentos intensos que paralisaram a vida em Israel. O Hamas quebrou o cessar-fogo vezes sem conta. O Hamas chacinou a própria população.

Abbas é um notório terrorista, de longa data; foi, por exemplo, o cérebro e financiador dos ataques terroristas nos Jogos Olímpicos de Munique. Abbas recebe os terroristas que Israel liberta como heróis. Etc., etc., etc.. Reveja:

Abbas chama "ratos" aos adolescentes raptados

Abbas é um terrorista notório e assumido, mas no Ocidente é tido na conta de "parceiro para a paz". Aqui, em entrevista à TV da "Autoridade Palestina", defende  abertamente o terrorismo:

 



Cessar-fogo agora; falar mais tarde   

O Ministro da Defesa Moshe Yaalon falando em conferência de imprensa, a 27 de Agosto de 2014. (Foto: Yonatan Sindel / Flash90)
Os termos desta trégua não foram diferentes das propostas de cessar-fogo anteriores. Tudo que tinha sido aceite por Israel e rejeitado pela liderança palestina, segundo autoridades israelitas. O cessar-fogo é considerado em aberto por um período indefinido, mas as negociações terão lugar dentro do período de um mês.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio descreveu o acordo em comunicado: "O Egipto conclamou israelitas e palestinos a aceitarem um cessar-fogo abrangente, coincidindo com a reabertura da fronteira entre Gaza e Israel para a entrada acelerada de Ajuda Humanitária, materiais para a reconstrução, seis milhas náuticas de pesca e a continuação das negociações indirectas entre os dois lados sobre as condições do cessar-fogo".

Autor: Joanne Colina, Redactora, United With Israel

Comentário nosso: Foi indubitavelmente mais uma vitória de Israel. Infelizmente, perderam-se desnecessariamente muitas vidas de soldados do IDF e de civis israelitas, por excesso de zelo do Exército de Israel. Ser-se o Exército mais moral da História tem um preço demasiado elevado, na nossa opinião.

Foi pena Israel não ter levado a Operação até ao fim, retomando Gaza, esmagando o Hamas, e deportando ou prendendo todos os terroristas e seus apoiantes. Qualquer outro país do Mundo o faria. E mais nenhum país suportaria um ninho de terrorismo ao seu lado, a atacá-lo diariamente. Israel não tem sequer que argumentar com ninguém sobre o seu direito de legítima defesa ou de abater terroristas.



 QUE DEUS PROTEJA ISRAEL!

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