domingo, 2 de março de 2014

Semana Islâmica

"Qiao Yunao, uma estudante de 16 anos, começou a ouvir gritos e pessoas a correr quando estava à espera do seu comboio. Viu um dos atacantes cortar o pescoço a um homem. “Entrei em pânico e corri para uma loja de fast-food”, contou. Daí, viu outros dois atacantes, um com uma faca para cortar melão e outro como uma faca de fruta a correrem e a atacarem quem quer que conseguissem."

Excerto de artigo do PÚBLICO sobre o atentado jihadista de ontem. Hoje, este jornal  já usa, fugazmente, a palavra "muçulmanos" para os terroristas, mas num contexto que implica que o motivo do massacre é o separatismo e a reacção contra a Polícia...

Todos os dias ouvimos os costumeiros hippies de sandálias a declinarem o seu mantra de que os Estados Unidos, Israel, a Grâ-Bretanha e a França, "matam milhares de pessoas inocentes" (o terrorista Adebolajo decapitou o soldado Lee Rigby por causa dessa acusação à Grã-Bretanha). No entanto, o que vemos são os terroristas islâmicos a massacrarem infiéis por todo o mundo, todos os dias, numa cadência tal que liquidam mais gente num ano do que Inquisição em 350.

Noutros tempos foi uma grande luta para se conseguir a semana inglesa. Agora vai ser maior a luta para acabar com a "semana islâmica"...



Fanáticos islamistas queimaram freiras vivas, degolaram dúzias de estudantes numa escola, assassinaram membros de uma equipa de vacinação contra a poliomielite, bombardearam restaurantes e mercados, massacraram mais de 100  aldeões, e atacaram uma estação de comboios (em cima), onde  onde assassinaram à facada mais de 30 chineses - só na passada semana.  

As pessoas foram massacradas explicitamente em nome do deus Allah numa dúzia de outros países. Ao mesmo tempo, os muçulmanos são as únicas pessoas que consideram irracional pensar-se sequer que o Islão é diferente, ou sequer perigoso.

Segundo os próprios islamistas, o Islão NÃO É uma religião de paz, nem sequer uma religião. É um sistema global e supremacista, de absoluto terror. O Mundo Livre demora a abrir os olhos para a realidade.

 

São os próprios islamistas (este a viver no Reino Unido, advogado de profissão mas a viver à conta do contribuinte), que o afirmam: O Islão é mais que apenas uma religião, é um sistema global e supremacista, e não é definitivamente uma religião de paz.

Relatório Semanal do Terrorismo Islâmico 

Fevº 15 - Fevº 21

 Ataques terroristas:
53
 Allahu Akbars*:
9
 Mortos:
544
 Feridos graves:
610
 *Atentados suicidas


O trunfo da "islamofobia" é amplamente explorado pelos chamados muçulmanos "radicais". Tal como a exigência de liberdade de culto, de expressão, e de todas as liberdades que eles  pretendem suprimir. Não existe UM único país islâmico que seja livre, democrático ou respeitador dos Direitos Humanos.



O Mundo nada tem contra o Islão, o Islão é que pretende dominar o Mundo pela força. Toda a gente civilizada está disposta a acolher o Islão de braços abertos, como faz com qualquer outra religião. 

Ou o Islão se reforma, se actualiza, se torna uma religião propriamente dita, segue o caminho dos muçulmanos laicos e das correntes muçulmanas não violentas, ou o Islão abandona o expansionismo e o terrorismo... ou as pessoas acabarão finalmente por acordar. 

Aliás, já estão a acordar.



Post-Scriptum:  

Não esqueça o Holocausto dos cristãos, a decorrer no mundo muçulmano; apoie a RESCUE CHRISTIANS, do ex-terrorista islâmico e agora cristão, Walid Shoebat.

A imagem que ilustra o artigo original, de uma das vítimas do ataque, é demasiado chocante para ser postada aqui. Por isso apresentamos só a parte superior. Não queremos que nos censurem o blog por causa disso. O sistema de valores politicamente correcto não censura o terror, mas censura que se mostre o terror. Se pretender ver a imagem, clique aqui.

Muçulmanos atacaram estudantes e mataram-nos "como ovelhas"

Uma das vítimas (omitimos o resto da imagem)
28 de Fevereiro de 2014

Por Theodore Shoebat

«Muçulmanos na Nigéria atacaram uma escola e abateram impiedosamente dezenas de estudantes. Queimaram-nos vivos, atiraram sobre eles, e, quando alguns tentaram escapar através das janelas, cortaram-lhes as gargantas.
Estima-se que 40 estudantes ftenham sido assassinados no ataque contra o Colégio do Governo Federal em Buni Yadi, mas os soldados ainda estão a contar os cadáveres.
Os jihadistas abriram fogo contra o bloco administrativo da escola, e depois atacaram os dormitórios, onde trancaram os alunos e começaram a alvejá-los. Um professor disse:
    "Os alunos tentaram sair pelas janelas e foram abatidos como ovelhas pelos terroristas, que lhes cortaram as gargantas. Outros que fugiram foram mortos a tiro."
Esta é a realidade do Islão, é uma estrada que brota das profundezas do inferno, cujo fim é a perdição, tirania e destruição.»

- O motivo para este ataque foi o entendimento religioso de que os infiéis são para chacinar:

"Quanto aos cativos, o emir [governante] tem a opção de tomar a acção mais benéfica segundo quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte, cortando-lhes o pescoço, a segunda, escravizá-los e aplicar as leis de escravidão em relação à sua venda e alforria, a terceira, resgatá-los em troca de bens ou prisioneiros, e a quarta, para mostrar bondade,  é perdoá-los. Allah (que seja louvado), diz: "Quando encontrares aqueles [infiéis] que negam [a Verdade = o Islão , então corta-lhes [os seus] pescoços" (Alcorão sura 47, verso 4)" - Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah (As Leis de Governança Islâmica), trans. por Dr. Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Publishers Ltd., 1996, p. 192.

E assim sendo, chacinem-se os infiéis - neste caso, jovens estudantes cristãos. Diálogo? Apaziguamento? Acha mesmo possível? Acredita em fadas e gnomos?

E agora, querido islamófilo, vá pôr o seu lencinho à Arafat, vá gritar "Morte aos Amaricanos!" e dar vivas ao Ámas, ao Ésbola, à Ál-Cáida, e a todas essas românticas organizações que você tanto ama. Pode estar descansado, que há infiéis brutos e rudes, a dar a vida para que você viva em segurança e não sofra o tratamento acima descrito.

 
"Quando as pessoas vêem um cavalo forte e um cavalo fraco, por natureza preferem o cavalo forte" - Osama bin Laden

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