segunda-feira, 10 de março de 2014

Jihad de Obama contra Israel

Nota aos nossos amigos e visitantes: por dificuldades de acesso à Internet, seremos obrigados, em breve, a suspender indefinidamente (ou, na melhor das hipóteses, a espaçar bastante) as nossas postagens. Aceitamos (como sempre fizemos) colaboradores. Agradecemos a simpatia de todos os que apoiam esta boa causa. Que Deus vos pague; nunca desistam de defender a Verdade e o Bem.


---------------------------------------------

Texto principal de Pamela Geller. Não perca os vídeos no final do post. Olavo de Carvalho, em Português, fala da política de Barack Hussein Obama para destruir Israel e islamizar o Mundo. E mais.

 
Israel, ou a luta  do bem contra o mal
Obama: Letal para Israel
 
Jihad de Obama contra Israel aumenta


Resumindo a abordagem de Obama sobre o conflito: liberdade vs submissão:

Irmandade Muçulmana? OK!
Al Qaeda na Síria? OK!
Al Qaeda na Líbia? OK!
Irmandade Muçulmana na Síria? OK!
Netanyahu
Irmandade Muçulmana em Gaza (Hamas)? OK!
Regime terrorista no Irão? OK!

Israel? Obama persegue, ameaça e humilha o minúsculo Estado judaico.

Mas a lei de causa e efeito vai fazer-se sentir na política internacional (como tem acontecido em todos os erros catastróficos de política externa de Obama). Israel vai ficar sozinho, mas confia na sua capacidade. Israel deixará de subjugar os seus interesses nacionais ao arbítrio caprichoso da América.
- Ao contrário do que a propaganda comunista/islamista/nazi costuma propagar, Israel não tem as "costas quentes" à custa dos EUA. Israel é o único amigo verdadeiro dos EUA e do Mundo Livre no Médio Oriente. É a guarda avançada da Civilização nessa região de barbárie.  
A caminho do seu encontro na Casa Branca, o P.M. de Israel e o resto do mundo ficaram a saber que Obama planeia levar Israel à destruição e à ruína, através de  David Horovitz.
Obama acusou o P.M. de Israel de manter "uma situação crónica" no que se refere aos 'palestinos'. De levar a cabo "a construção de 'colonatos' mais agressiva dos últimos dois anos". Afirmou que se chegará a um ponto em que "não poderá mais permitir tal situação, e que terá de começar a fazer escolhas muito difíceis: que Netanyahu terá de
Netanyahu
Netanyahu
Netanyahu
se resignar com as consequências de uma 'ocupação permanente da Cisjordânia'"...
Obama acusou Netanyahu de "perpetuar, ao longo de uma década, ou de duas décadas, mais e mais políticas restritivas ao movimento palestino. De colocar restrições sobre os árabes-israelitas de maneiras que são contrárias às tradições de Israel".
Mas tirando isso, Sr. Primeiro-Ministro Netanyahu , bem-vindo à Casa Branca...
- Para quem esteja menos dentro destes assuntos, o que Obama condena são as medidas de protecção e defesa que o actual Primeiro-Ministro de Israel tem providenciado, e que têm tido como consequência uma diminuição assinalável no massacre diário de israelitas. Obama, como bom militante anti-Israel que é, não fica contente quando os judeus não se deixam chacinar.

- Sobre os chamados "colonatos" e a chamada "Cisjordânia", nem uma nem outra coisa existe. Existe a Judeia e Samaria, território de Israel ao abrigo do Direito Internacional, que os inimigos de Israel querem por força que fique na posse dos árabes, para que o pequeno território de Israel fique definitivamente impossibilitado de se defender. E possa, naturalmente, ser definitivamente aniquilado.



Este blog não é dirigido aos entendidos em geo-política. É um blog para as pessoas comuns, como nós. Então tem cabimento explicar (porque a maior parte das pessoas não sabe, nem sonha), que Israel cabe quatro vezes dentro de Portugal e ainda sobra muito espaço. Cercado de países hostis e de movimentos terroristas por todos os lados, é extremamente difícil defender um território tão pequenino. Veja a famosa Faixa de Gaza, a verde, em cima. Desde que os israelitas deram esse território aos árabes, que saíram dali mais de 14 mil mísseis, dirigidos à população civil - sobretudo a escolas, infantários e hospitais. Se Israel caísse na asneira de entregar a Judeia e Samaria (a verde também, bem no centro de Israel) aos Árabes, seria assinar a sua sentença de morte. Basta olhar para o mapa, não é preciso ser-se licenciado em altos estudos militares!
Até ter lido a entrevista do presidente Obama por Jeffrey Goldberg, Benjamin Netanyahu poderia ter previsto que a reunião de segunda-feira ia ser uma das suas sessões menos desagradáveis ​​e com menos confrontação, das muitas que a diplomacia o tem obrigado a ter com o seu bom amigo e aliado Barack. 
Mas, é claro, a fasquia tem vindo sempre a subir: o presidente Obama iria pressionar o P.M. de Israel a concordar com a proposta do Secretário de Estado John Kerry para as negociações de paz continuarem. Tal como Obama iria ser convidado a endurecer as suas exigências sobre o Irão, para garantir que os aiatolás sejam privados dos recursos para construir as armas nucleares - que eles juram que não querer construir, apenas para prevenir a possibilidade de que eles possam estar a mentir.

17 de Fevereiro de 2014: o aiatolá Khamenei declara-se não optimista com as conversações acerca do armamento nuclear iraniano e afirma que os EUA continuarão a ser um inimigo. Recordamos que esta semana as Forças Armadas de Israel capturaram mais um carregamento de mísseis provenientes do Irão para a Faixa de Gaza, destinados, naturalmente a cumprir o primeiro desígnio do Islão; acabar com os judeus!
Falámos desta acção das Forças Armadas Israelitas (que Deus Todo-Poderoso as abençoe), neste post:

O Livro dos Números

Não havia necessidade de confronto neste encontro. Netanyahu  deve ter partido com pouca esperança de mudar a postura de Obama sobre o Irão, por mais poderosos que sejam os seus argumentos. Não havia sequer motivo para confronto, mas eis que chega esta entrevista, como uma bomba. O momento não poderia ter sido mais deliberado - um de Obama assalto às políticas do primeiro-ministro de Israel, desferido precisamente quando Netanyahu voava para se encontrar com ele. (...)
No mínimo, isso pode ser considerado maus modos, fraco protocolo diplomático, ou mais adequadamente como um sonoro murro na cara de Netanyahu.
(...) Os comentários de Obama reforçam anos de avisos que se acumularam nos círculos próximos de Netanyahu e para além destes, no sentido de que o presidente Obama ignora as inconsistências, duplicidades e pior da Autoridade Palestina e do seu líder, Mahmoud Abbas. (...)
À medida que leram a entrevista, Netanyahu e os seus assessores foram, sem dúvida, lamentando o que eles vêem como a obsessão de Obama com os 'colonatos', com a exclusão de quase qualquer outro assunto sobre o qual os israelitas e os palestinos estão num impasse. Eles certamente terão lamentado que a exposição pública de descontentamento do presidente dos EUA dificilmente vai encorajar os palestinos a adoptar posições mais flexíveis em todas as outras questões fundamentais, como a sua demanda por um "direito de retorno" de milhões de palestinos para Israel.
 - Sobre este "direito de retorno" ver o post abaixo. Os muçulmanos reclamam o direito de voltar a terras que outrora invadiram, saquearam e cuja população dizimaram, nomeadamente Israel, Espanha e Portugal. E ainda querem indemnizações!!! Estamos ou não num manicómio global?

O Regresso dos Mouros


(...) Desde antes mesmo de se ter tornado presidente, Obama deixou clara a sua convicção de que a presença de Israel na Judeia e Samaria é profundamente contraproducente para o Estado judaico. Muitos israelitas partilham esta crença.
 - Também há islamófilos loonie-lefties em Israel, é claro! São considerados pelos de cá como os israelitas "bonzinhos". Os que não optam pelo suicídio colectivo são os "zionistas"...
Obama optou por manifestar a sua preocupação em termos tão ameaçadores e abespinhados, indo tão longe a ponto de avisar que 'iria tornar-se mais difícil no futuro para os EUA proteger Israel das consequências da sua equivocada presença na Cisjordânia', por causa da vontade de Netanyahu conter a presença israelita na Judeia e Samaria (vulgo Cisjordânia). Caso contrário, ele teria decerto contido o seu fogo, e consultado previamente, cara a cara, com o primeiro-ministro de Israel.
Uma coisa é certa: o recurso do presidente a uma entrevista de jornal, na véspera das negociações, para emitir avisos quase apocalípticos sobre o desastre que Netanyahu corre o risco de trazer sobre Israel, é praticamente a última coisa que provavelmente reforçará a confiança do primeiro-ministro nesta aliança (...)
Obama escolheu ter a sua verdadeira opinião sobre Netanyahu antes de o primeiro-ministro ter chegado, e que constitui um assalto brutal. (...)

Este é o mapa do Médio-Oriente. Não é o mapa do mundo muçulmano, que é muitíssimo maior. Consegue descortinar Israel e a mancha verde da Judeia a Samaria, que os árabes querem?Abstraindo agora de toda a história do conflito, basta olhar para o mapa para constatar que há espaço que chegue para umas largas dezenas de Estados palestinianos-árabes. Israel, à sua conta, já deu mais de 2/3 do seu território para a instalação desse Estado inventado pelo terrorista comunista egípcio Yasser Arafat nos anos 60.
Onde está o tal Estado Hebraico "expansionista, enorme, monstruoso, que avança e rouba mais e mais terras aos pobres 'palestinianos', todos os dias"? Onde está, que ninguém o vê? Podemos (e é o que temos feito) postar horas e horas de vídeos com as atrocidades que os islamistas cometem contra Israel e contra todo o mundo, todos os dias. Onde estão as "brutais violações dos direitos humanos, os milhares de pessoas que Israel assassina diariamente" - no dizer dos propagandistas?

Este é o mapa de Israel e o esquema do tempo que os israelitas têm para chegar aos abrigos anti-bomba quando os terroristas atacam. Temos postado vídeos (e quem quiser encontra-os por exemplo no site das Forças de Defesa de Israel (canal youtube das FDI), ou no do Middle East Media Research Institute (canal youtube do MEMRI).
São vídeos que não mentem, que mostram os discursos de consagração do assassínio, do suicídio, do ódio, do terrorismo, que mostram os terroristas a atacarem os civis israelitas e a usarem as suas próprias crianças como escudos humanos.

Vale a pena escutar atentamente a análise de Olavo de Carvalho, sobre a missão de Obama (ao serviço dos terroristas da Irmandade Muçulmana) na destruição de Israel:




A taquyiia, a mentira islamista da administração Obama, em todo o seu esplendor:

1) Em 2008, Obama disse: "Jerusalém continuará a ser a capital de Israel, e deve permanecer indivisível".

2) Em 2012, o secretário de imprensa de Obama, quando perguntado qual é a capital de Israelatrapalhou-se com a questão e não deu uma resposta real.

3) Em 2012, o porta-voz do Departamento de Estado de Obama não reconheceu que Jerusalém é a capital de Israel.

Será que esta administração tem alguma credibilidade?




Não deixe de ver o seguinte documentário curto sobre como o islamista Barack Hussein Aldrabama está a trabalhar pela destruição de Israel. FACTOS, apenas FACTOS:


Israel não só é o legítimo dono da Judeia e Samaria (os judeus vêm da Judeia!), como se abandonar essa sua terra, assinará a sua auto-destruição. É claro como água, e apenas o antissemtismo doentio de alguns pode defender a entrega desta pequena mas vital parcela de terra israelita aos árabes. A "Cisjordânia" é apenas um pretexto para a destruição de Israel. Se não fosse esse, seria outro, como já foi a Faixa de Gaza, hoje a maior base terrorista do Mundo.

4 comentários:

  1. Mesm que o actualizem menos vezes, não cancelem o blogue. Venho aqui todos os dias ler.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Assim faremos. Muito obrigado, e que Deus o abençoe.

      Israel Bloom

      Eliminar
  2. Em que posso ajudar?

    Aquihágato

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pode ajudar da forma que quiser e puder, e a sua colaboração é muito bem-vinda. O blog está aberto a quem queira dizer de sua justiça, traduzir artigos, divulgar assuntos relativos a Israel, à cultura e tradição hebraica, e, porque infelizmente a realidade da jihad se atravessa a cada momento no nosso caminho, a fazer o mesmo em relação à islamização do mundo.

      O blog não tem absolutamente nada de "institucional" e pesadão, é uma conversa de amigos, despretenciosa, séria mas não sisuda. Não tem nada que se assemelhe a uma "linha editorial", e outras coisas tronitruantes dos "blogues de referência". Somos cidadãos comuns, não somos nenhuns Pachecos Pereiras :-) mas somos livres (por enquanto), e orgulhamo-nos disso.

      Naturalmente que, quando o assunto é Israel, existe uma pesada herança histórica de ódio e loucura que implica algum risco. Dizer aí em qualquer lado, por exemplo, "Eu não odeio Israel"; "Eu não odeio os Estados Unidos", "Eu não me considero a escória da Humanidade por ter nascido europeu"; "O Comunismo, o Nazismo e o Islamismo são ideologias genocidas e bárbaras", implica, no mínimo, o desdém da parte dos seres iluminados que pairam acima do vulgo...

      Dito isto, é só mandar um email para BomAmigodeIsrael@gmail.com, e nós logo lhe mandamos o convite. Depois, é só dizer o que lhe vai na alma, sem qualquer tipo de exigência de regularidade. Somos gente de trabalho, não somos profissionais disto, 1 post por dia, por semana, por mês, por ano ou por década, é igual; cada um dá o que pode.

      Abraço, grato, e quem mais quiser juntar-se a nós, esteja à vontade. Nem sequer é preciso estarmos sempre de acordo, que isto não é a Coreia do Norte :-)

      Israel Blooms and will bloom forever, so help us God :-)

      Eliminar

Seja bem-vindo a esta caixa de comentários quem vier por bem.