segunda-feira, 3 de março de 2014

"Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

Cláudia Schiffer recusa proposta de 1,2 milhões de euros

Um príncipe saudita fez o convite e Cláudia Schiffer recusou: por um almoço com a modelo alemã, o príncipe multimilinário estaria disposto a pagar 1,2 milhões de euros.
Schiffer não aceitou, mas respondeu em entrevista ao 'Daily Mail' que considerou "indecente" o convite. "O dinheiro não justifica tudo. Quero andar na rua de cabeça levantada."
A modelo revelou ainda que esta não foi a primeira proposta estranha que já recebeu, mas foi sem dúvida, a que menos gostou.

in CORREIO DA MANHÃ

PARABÉNS, CLÁUDIA! HÁ OUTRAS POR AÍ QUE SE VENDEM POR MUITÍSSIMO MENOS! POR MEIA DÚZIA DE PATACAS, ESCREVEM LIVROS A DIZER QUE 'ISLÃO' SIGNIFICA 'PAZ'.

 
Se não entende Inglês, nesta manifestação de rua na Dinamarca os muçulmanos retribuem a hospitalidade dos nativos (que os sustentam!), exigindo que o país seja bombardeado e as mulheres tomadas como escravas. Em muitos países ocidentais, a percentagem das violações cometidas por muçulmanos ronda os 100%. Nem as crianças escapam.

Gangue de violadores muçulmanos no Reino Unido violou em grupo mais de 100 raparigas menores. Uma epidemia.
 arab-muslim-sheikhs-examine-slave-for-sex
"A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima" - Salwa al-Mutairi

O Alcorão permite a posse de escravas sexuais:

    
Se você tem medo de não agir com justiça para com os órfãos, case com as mulheres que lhe pareçam as suficientes, uma, duas, três, quatro, ou então, apenas uma, ou as que a sua mão direita abranja, assim é provável que você não venha a ser parcial. (Alcorão 04:03 )
Este versículo é a base para a poligamia islâmica, permitindo que um homem possa tomar até quatro esposas, desde que acredite que é capaz de "lidar de forma justa" com todas elas. Mas a justiça, nestas circunstâncias, está nos olhos de quem vê.
Ibn Kathir diz que esta a exigência para lidar justamente com as esposas não é grande coisa, já que tratá-las com justiça não é o mesmo que tratá-los igualmente: "Não é obrigatório tratá-las da mesma forma, trata-se apenas de uma recomendação. Então, se a pessoa fizer isso, tanto melhor, mas se não o fizer, não lhe advém nenhum mal".
O versículo continua, dizendo que se um homem não pode lidar de forma justa com várias esposas, então ele deve casar com uma só, ou recorrer ao "que a sua mão direita abranja" - isto é, escravas. O comentarista do Alcorão Maulana Bulandshahri explica a sabedoria desta prática, e anseia pelos bons velhos tempos:
   "Durante a Jihad (guerra religiosa), muitos homens e mulheres tornam-se prisioneiros de guerra. O Amirul Mu'minin [líder dos crentes, ou califa - um lugar agora vago] tem a opção de distribuí-los entre os mujahedin [guerreiros da jihad], caso em que elas passam a ser propriedade desses mujahedin. Esta escravidão é a penalidade pela descrença (kuffar)".
E passa a explicar que isto não é uma história antiga:
    "Nenhuma das leis referentes à escravidão foi abolida na Sharia. A razão pela qual os muçulmanos de hoje não têm escravos é porque eles não se envolvem na Jihad (guerra religiosa). As suas guerras são travadas pela instrução dos descrentes (kuffar) e são interrompidas pelos mesmos criminosos. O muçulmano [sic] foram algemados por esses tratados com os infiéis (kuffar), em que não podem escravizar ninguém  no caso de uma guerra. Os muçulmanos foram privados de um grande benefício, pelo qual cada casa poderia ter um escravo. Que Allah conceda os muçulmanos a capacidade de escapar dos tentáculos do inimigo e permanecer firmes no Din (religião) e se envolverem na Jihad (guerra religiosa) de acordo com os preceitos da Sharia. Amen!"

Esta não é uma visão excêntrica ou heterodoxa no Islão. O sheikh egípcio Abu-Ishaq al-Huwayni, em Maio 2011, declarou que "estamos na era da jihad", e que à medida que a guerra travada contra os infiéis avançar, os muçulmanos tomarão escravos. Ele esclareceu o que quis dizer numa entrevista posterior:
    "A Jihad é só entre muçulmanos e infiéis. Despojos, escravos e prisioneiros, só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Os muçulmanos, no passado, conquistaram, invadiram, e governaram países. Isto é aceite por todos os estudiosos - não há desacordo sobre isto de qualquer deles, desde o menor até ao maior, sobre a questão de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e os despojos são distribuídos entre os combatentes, e incluem homens, mulheres, crianças, riquezas, e assim por diante."
    "Quando um mercado de escravos é erguido, este é um mercado em que são vendidas as escravas sexuais, que são chamados no Corão com o nome de al-Yamin , "o que sua mão direita possui" [ Alcorão 4 : 24] . Este é um verso do Alcorão que ainda está em vigor, e não foi revogado. As al-Yamin são as escravas sexuais. Você vai ao mercado, olha para a escrava pretendida, e compra-a. Ela torna-se como sua esposa, mas não precisa de um contrato (casamento) ou um divórcio, como uma mulher livre. Todos os estudiosos concordam neste ponto - não há nenhuma discordância de nenhum deles. [ ... ] Quando eu quero uma escrava sexual, é só ir ao mercado escolher a mulher que eu gosto e compro-a."

- "Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

 

Solução para os problemas financeiros dos muçulmanos: escravatura!
Em 25 de Maio de 2011, uma activista kuwaitiana, Salwa al-Mutairi, também se manifestou a favor da prática islâmica de escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas, enfatizando que a prática é autorizada pela lei islâmica e pelos parâmetros da moralidade islâmica.
    "Um comerciante disse-me que gostaria de ter uma escrava sexual. Ele disse que não seria negligente com ela, e que o Islão o permite. Ele estava a falar verdade, e eu trouxe a situação aos muftis em Meca. Eu disse-lhes que tinha uma pergunta, uma vez que eles eram homens especializados no que é halal (permitido pela lei islâmica) e no que é bom, e que amam as mulheres. Eu perguntei: "O que diz a lei sobre as escravas sexuais?".
    "O mufti disse: "Com a lei das escravas para o sexo, deve haver uma nação muçulmana em guerra com uma nação cristã ou com uma nação que não é da nossa religião.  E deve haver prisioneiros de guerra".
    "Isso é proibido pelo Islão?", perguntei.
    "Absolutamente não. Escravas sexuais não são proibidas pelo Islão. Pelo contrário, escravas sexuais estão sob uma lei diferente da mulher livre. A mulher livre deve ser completamente coberta, excepto o rosto e as mãos. Mas a escrava sexual pode andar nua da cintura para cima. Ela difere muito da mulher livre. Enquanto a mulher livre exige um contrato de casamento, a escrava sexual não - ela só precisa ser comprada pelo seu marido, e pronto. Portanto, a escrava sexual é diferente da mulher livre."
Enquanto a exploração selvagem de meninas e mulheres jovens é um fenómeno infelizmente transversal, só na lei islâmica é que tem sanção divina. Aqui está mais um escândalo de direitos humanos ocasionado pela lei islâmica, que a comunidade internacional de direitos humanos e os meios de comunicação cobardemente ignoram.


A activista kuwaitiana explicando que a escravatura sexual é permitida no Islão

 - Um exemplo recente, dos nossos dias e do nosso continente:
"Escrava eslovaca traficada para Burnley, para casamento"
da BBC , 09 de Outubro 
    Cinco pessoas foram consideradas culpadas do tráfico de uma mulher da Eslováquia para um falso casamento com um homem paquistanês para lhe permitir permanecer na UE.

    
Conta a vítima
Romany que foi tratada como um "objecto humano", no Tribunal de Preston Crown Court.

    
Ela foi levada uma noite para a Hungria, transportada para Burnley e vendida para o casamento.

    
Azam Khan, 34 anos, de Brougham Street, manteve-a prisioneira, estuprou-a e agrediu-a.

   
Azam "casou" com ela numa cerimónia fraudulenta numa mesquita local.

    
Khan estava previsto para ser deportado e por isso recorreu ao casamento com uma cidadã da UE numa cerimónia islâmica, para permanecer no Reino Unido, informou a polícia.
(...)

    
"Eu não sabia para onde fugir, para onde ir, ou quem eu podia confiar. Tudo o que eu queria fazer era ir para casa ter com a minha família, na Eslováquia".

    
Após um julgamento de dois meses, Khan foi considerado culpado de levar uma pessoa para o Reino Unido para exploração, cárcere privado, estupro e agressão comum.

    
Através de entrevistas com a vítima, ficou claro que ela tinha sido levada para a Inglaterra num autocarro, segundo a polícia.

    
Ela foi mantida contra a sua vontade por Imrich Bodor, 45, e pela eslovaca Petra Dzudzova, 27, ambos de Clipstone Street, Bradford.

    
Logo depois foi entregue ao afegão Abdul Sabool Shinwary, de 38 anos, de Washington Street, Bradford, que abusou sexualmente dela,  e à eslovaca Kristina Makunova, 37, de Girlington Road, Bradford.

    
Makunova já tinha sido culpada de tráfico de seres humanos e crimes de cárcere privado, e recebeu uma sentença de prisão de 51 semanas, que já cumpriu.

    
A vítima foi vendida a Azam Khan. Nusrat Khan, 40 anos, de Colne Road, Burnley. também foi considerado culpado de cárcere privado.

    
Joe Boyd, advogado de acusação, disse ao tribunal: "O que liga todas estas pessoas é uma série de eventos que soam mais como algo de um romance do século XIX por Dickens do que qualquer coisa que acontece na Europa no século XXI".

    
" [A vítima] foi arrastada por todo o continente e trazida para este país como uma mercadoria, uma escrava".

- Não admira que a Cláudia tenha recusado... 

9 comentários:

  1. Texto terrorista, preconceituoso e mentiroso que agride os muçulmanos. Desde quando isto ou aquilo é aceito por todos os estudiosos???? Nunca há unanimidade entre as pessoas, cada um pensa de uma forma. Querer generalizar apregoando que os muçulmanos são ruins, bandidos e querem a destruição do mundo e a escravidão das pessoas é uma tremenda mentira. Da mesma forma que existe muçulmanos ruins existem judeus ruins e católicos ruins, se assim não fosse não haveriam tantas guerrar e preconceitos. Se metade dos muçulmanos pensasse como o texto insinua, estáríamos numa terceira guerra mundial, agora te pergunto quem começou e quem participou da 1ª e 2ª guerra mundial, foram os muçulmanos? Quem empurra a cultura, lingua e costumes boca-a-baixo da população mundial, é o EUA ou os estados muçulmanos??? (espero que publiquem a minha opinião pessoal).

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    1. Caro muçulmano,

      Os FACTOS doem-lhe, não é? Custa a engolir quando a verdade sobre a vossa ideologia diabólica é assim exposta, sem margem para dúvidas, não é?

      Indique onde estão as mentiras no texto. Indique um facto que seja, neste post ou neste blog, que não esteja devidamente sustentado por provas irrefutáveis.

      O Islão É TERRORISMO. Leia o Alcorão e estude a História do Islão e do seu fundador, História que se mantém na actualidade.

      Que outra religião faz matanças diárias nos nossos dias e que outra as fez com tal intensidade e sem razão ao longo da História da Humanidade, muçulmano?

      A I Grande Guerra iniciou-se com um assassínio cometido por um muçulmano, e a segunda com um admirador de maomé (Hitler), em aliança com o mundo muçulmano.

      Nem todos os muçulmanos sã terroristas, tem razão. Mas todos os terroristas são muçulmanos. E se «apenas» 25% dos muçulmanos são terroristas, faça as contas a 25% de 1 bilião e 600 milhões, muçulmano.

      Indique exemplos comparáveis ao deste texto da parte da religião católica, preotestante, judaica, etc.. Onde é que eles têm mercados de escravos sexuais oficialmente encorajados pela respectiva religião?

      I.B.

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    2. «Quem empurra a cultura, lingua e costumes boca-a-baixo da população mundial, é o EUA ou os estados muçulmanos??? (espero que publiquem a minha opinião pessoal).» - O amigo sente-se agredido pr causa de a cultura norte-americana ser muito divulgada. Mas não se preocupa com o Holocausto diário, com a tortura e a chacina dos «infiéis», às mãos dos terroristas islãmicos. Confira barra lateral antes de desatar a dizer disparates:


      Lei Islâmica em Ação
      Islão a Nu
      A Verdade Sobre o Islão
      Rafik responde ao ISLAM
      Respondendo ao Islão
      Observatório da Jihad (Inglês)
      De Olho na Jihad
      A RELIGIÃO DA PAZ!
      Pamela Geller
      Pat Condell: sem papas na língua!
      Sultan Knish
      P'los Media "Palestinos"
      Islam Watch
      P´los Media do Médio Oriente
      Raymond Ibrahim
      Observatório da Jihad (Português)
      Winds of Jihad
      Bare Naked Islam

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    3. Muçulmanos deveria ser proibição está crença no brasil deus deu livre árbitrio para todos e pregou o bem paz porém se ele quiser se pessoas doutrinadas já naciamos assim morte a todos muçumanos desprezíveis racistas preconceitos pedófilos e pra eles precisam de mãe se tratando uma mulher como mercadoria ridículo vam em bora deste país não aceitarei e nem povo deste país está cultura maldita pregão um ódio que chama de amor fazem mulhres de escrava odeio muçumanos tenho este direito pois sou de um país livre e democracia me dá o direito de expressão não posso pessoal mente te humilhar mas posso te odiar e meu direito muçumanos

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    4. Quando os cristãos visitam os países árabes,eles não permitem que cultuamos a Jesus,ou a Deus,matam em nome de Alá e de sua Sharia,agora quando eles vem ao Brasil podem cultuar e comtruir suas mesquitas.para adorar o endemoniado Maomé,e querer impor a Sharia pelo mundo, nós cristãos do Brasil e do mundo devemos dizer para este povo que se eles pregam suas mentiras aqui,queremos falar do nosso Deus verdadeiro lá nos países árabes.

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  2. Respeitosamente tenho que dizer que esses muçulmanos que entram no Brasil devem deixar de ser muçulmanos e adorar o verdadeiro Deus e odiar ala e Maomé que são deuses falços quem quiser vir para o Brasil,deve saber que este país é um país cristão,é que nossas religiões cristãs aqui apesar de discordarem em doutrinas mas que são armoniosas entre si, destacando a liberdade é o respeito,e não permitimos que nos tragam uma religião,que mata é aterroriza e quer impor suas leis por força e por violência,que o Jesus nosso salvador mande essa gente de volta para seu país e fiquem com sua Sharia.

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