domingo, 7 de setembro de 2014

As Marcas das Bestas


Muçulmanos com a marca na testa e no braço direito

Até o incondicionalmente filo-muçulmano Público não escondem o horror do Estado Islâmico e até já admite que o ISIS e o seu califado Global já ameaçam a Europa.
Jihadistas do Estado Islâmico aumentam campanha de terror em Bagdad
Etc..
A cimeira da NATO realizada na semana passada tornou impossível esconder o elefante na sala por mais tempo.

Se os yazidis e os curdos têm a triste glória de que a Imprensa reconheça finalmente o genocídio de que estão a ser alvo às mãos do Estado Islâmico, os cristãos, coitados, nem essa têm. Para o pensamento oficial ocidental, cada cristão é pessoalmente culpado pelos crimes da Inquisição ocorridos há séculos.

No fim desta desgraça, o Mundo vai-se perguntar, em relação aos cristãos: "COMO FOI POSSÍVEL?". E vão fazer homenagens e erguer memoriais e discursar, como fizeram, durante algum tempo, com os judeus mortos pelos nazis e pelos muçulmanos, no Holocausto:

«O Turbante e a Suástica: o Grande Mufti e os Nazis»


  
Walid Shoebat e Theodore Shoebat (na imagem, à esquerda, com a senhora Shoebat) são pai e filho. Walid é um ex-terrorista jordano, que, como todos os outros, posou como "palestino". Converteu-se ao Cristianismo, e, como tal, teve que se refugiar nos Estados Unidos, ou seria decapitado pelos muçulmanos.

No site que ambos mantêm, SHOEBAT.COM, explicavam em 18 de Julho que o que estava a acontecer com os cristãos no Iraque era um prelúdio para uma catástrofe como a que aconteceu na Alemanha nazi com os judeus. 


E perguntavam: Quem no Ocidente fala sobre a marcação de casas de cristãos no Iraque?  

E respondiam: Ninguém.  

Estas imagens são de casas de cristãos no distrito árabe de Mosul, Iraque, que pertence à comunidade cristã assíria. Placas do Califado Islâmico foram colocadas em cada lar cristão com marcações específicas para identificar os cristãos para quando chegar o seu Holocausto:
 




  

Explicam os Shoebat: 
As placas e a escrita a preto dizem: "Propriedade do Estado Islâmico" O símbolo a tinta spray encarnada é uma marca específica. Não, não é um smiley! É a letra árabe "N" para Nusrani (Nazareno / Cristão). 
O termo Nazareno foi usado pelos pagãos romanos, pelo tirano romano Juliano, o Apóstata, para se referir aos antigos cristãos. Agora, os pagãos muçulmanos usam-no para tiranizar e matar os cristãos.
E, se bem que tal perseguição seja uma maldição, é também uma bênção, pois tal sofrimento é a marca de Deus.
Estas marcas são significativas, e fruto da História Antiga. Durante o século IV, o Rei pagão Julião, que era tão vingativo que escreveu um livro intitulado "Contra os Cristãos", perseguia-os por estes rejeitarem a idolatria, desenharem a Cruz nas suas testas, e por adorarem Jesus.

A Bíblia afirma que os verdadeiros cristãos acabarão por ter a marca de Deus nas suas testas. (Apocalipse 14: 1, Rev. 22: 4, Rev. 9: 4).

O que vemos no Iraque é uma reminiscência e o anúncio do Holocausto iminente, como aconteceu com os judeus na Alemanha antes de ser
decretada a sua extinção:



Continuamos a citar o corajoso Walid Shoebat:

Já escrevi sobre esta previsível epidemia nas minhas primeiras intervenções públicas, nomeadamente em "Israel e a Farsa de Julgamento do Mundo", há quase duas décadas.
Expliquei na altura que o motivo destas marcas nos lares cristãos no Iraque é que no Islão, os cristãos e os judeus devem usar roupas identificáveis, viver em casas claramente identificadas, e não podem construir casas nos bairros dos seus senhores muçulmanos (ver Sunan Abu Daud, Book 38, #4390).

Como podemos ver, Shoebat, um ex-terrorista muçulmano, profundo conhecedor da Religião do Crime, tinha razão...

No Iraque e na Síria, nas regiões já na posse do Estado Islâmico (futuro Califado Global), o Holocausto dos infiéis já começou. Yazidis, curdos e cristãos, estão a ser dizimados em massa pelo ISIS, com o apoio das populações muçulmanas. Judeus, já praticamente não há por lá. Os que restam são muito poucos e vivem como sub humanos, em total submissão. Os outros foram massacrados, em todo o mundo islâmico, após a restauração da independência do minúsculo Estado de Israel. Mas ninguém ligou.


Holocausto dos cristãos no Califado:



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