quinta-feira, 26 de junho de 2014

Enquanto isso, no mundo real...

E há quem apoie a resposta impiedosa do Hitler das Ásias a uma COMÉDIA! Enquanto isso, no mundo real, prossegue a chacina diária de inocentes, perpetrada pelos regimes comunistas e islamistas. Os indignados das comédias assobiam para o lado, e a ONU manda calar a VERDADE!

A propósito, recomendamos a leitura de

'Se chegassem ao poder era o diabo!'

Se alguém conseguir ler o post acima hiperligado ou o que se segue, e continuar a apoiar o Comunismo, só podemos dar razão a Olavo de Carvalho:

"Todo o comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade. Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito. São todos, junto com os nazis e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia"
No episódio que a seguir se mostra e transcreve, fica bem claro quem está do lado do Bem e quem está do lado do Mal no mundo de hoje!

Islão e Comunismo (incluindo a sua variante Nazismo): o mesmo ódio, o mesmo fanatismo, a mesma barbárie!
Faltam-nos as palavras para comentar quão abjectos são tais regimes, e a hipocrisia assassina que vai pela ONU. E ainda há doentes mentais ou ignorantes que evocam as resoluções da ONU contra Israel!
A ONU está refém das DITADURAS!





 O vídeo deste eloquente episódio, e mais alguns do mesmo jaez
Ditaduras não conseguem parar crítica à inacção da Comissão de Direitos Humanos

Irão, Cuba, China, Paquistão, Egipto, Venezuela, tentam silenciar a UN Watch!
da UN Watch  

A lista da inacção da ONU em 2014 relativamente às Violações dos Direitos Humanos Globais

Testemunho perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, proferido pelo Director Executivo
da UN Watch, Hillel Neuer, a 19 de Junho de 2014, no debate no âmbito da "Promoção e Protecção de todos os Direitos Humanos:



Obrigado, Sr. Presidente.

Os membros deste Conselho foram mandatados pela comunidade internacional para proteger as vítimas de violações de Direitos Humanos em todo o mundo. O Conselho está a agir de acordo com o seu mandato?


Vamos considerar o mais fundamental de todos os Direitos Humanos, o direito à vida, ao examinar o que aconteceu no mundo, nos últimos 12 meses:

Julho de 2013, Turquia: Médicos anunciam no relatório dos protestos no Parque Gezi, que a polícia matou cinco pessoas, feriu 8.163 e utilizou armas químicas de controle de distúrbios, atingido mais de 10.000 pessoas.

Agosto de 2013, Egipto: Autoridades esmagam o protesto
realizado por partidários do presidente deposto Morsi, matando 1.000 pessoas.

Setembro
de 2013, Irão: Um mês após a tomada de posse de  Rouhani como presidente, entre promessas de reformas no capítulo dos Direitos Humanos, o Irão ignora os apelos das Nações Unidas, e enforca um número recorde de 50 indivíduos.

O Conselho respondeu com quaisquer resoluções e debates de urgência, com inquéritos para determinar os factos, e responsabilizar os autores da violência? Não. A sua resposta foi o silêncio.

Outubro de 2013, Afeganistão: Terroristas bombardeiam um autocarro, matando 14 mulheres e uma criança que viajavam para uma festa de casamento.
Novembro de 2013, Líbia: Milícias matam 31 pessoas ​​em Trípoli, ferindo 235.

Dezembro de 2013, Sudão do Sul: A BBC relata assassinatos étnicos em massa, incluindo 200 pessoas mortas a tiro pelas forças de segurança.
Janeiro de 2014, Paquistão: 236 civis mortos por ataques terroristas.
A resposta deste Conselho? Silêncio.

Fevereiro de 2014, Ucrânia: Polícia mata 75 manifestantes na Praça da Independência de Kiev.

Março de 2014, China: A activista Cao Shunli, que foi presa por tentar viajar para Genebra para participar neste Conselho, morre
misteriosamente na prisão.
Abril de 2014, Iraque: 750 iraquianos mortos, 1.541 feridos pelo terrorismo e outros tipos de violência.
Maio de 2014, Venezuela: Tropas prendem 243 manifestantes estudantis e matam um deles, elevando o número de mortos para 42 desde o início dos protestos da oposição.

Finalmente, em Junho de 2014 - há algumas semanas - na Nigéria: O Boko Haram massacra 200 civis, enquanto ainda mantém cativas as 276 meninas sequestradas em Abril, que ...

Presidente: Por favor, posso pedir-lhe para esperar? um ponto de ordem, da Venezuela ...


Venezuela: Eu acho que o orador está a fugir ao tema, e gostaria de pedir que ele se limitasse aos itens da pauta em questão. Ele também mencionou o meu país e eu vou tomar a palavra, mais tarde, sobre isso...

 

França: A Françagrande importância à voz da sociedade civil. Deve ser permitido a todos falar livremente nos trabalhos do Conselho e contribuir para o seu trabalho ...

EUA: Seguimos os mesmos princípios que o nosso colega da França, e defendemos firmemente que as ONGs e a sociedade civil devem ser ouvidas ... O que o orador está a dizer é consistente com o tema deste item da agenda, e nós pedimos-lhe para o deixar continuar.

Cuba: Eu estou a olhar para a ordem do dia, nós não estamos aqui para falar sobre países, tanto quanto eu entendi. Nós não entendemos por que é que a ONG está a falar sobre países. Este não é o item da agenda para isso ...


Cuba na ONU: "Nós não estamos aqui para falar sobre países"

Irlanda: Nós acreditamos que o orador está a falar de acordo com o item da agenda, fornecendo exemplos concretos ligadas às questões temáticas, e por isso pedimos que seja autorizado a continuar.

China: A China pede ao Presidente para tomar a decisão de acabar com o discurso desta ONG.
Canadá: O Canadá, bem como outros que já falaram antes de nós, acredita firmemente que as ONGs credenciadas devem ser autorizadas a falar no Conselho ... É essencial respeitar os princípios do diálogo aberto. Esta é uma questão de liberdade de expressão ... As declarações estavam a ser relevantes para os temas da agenda que estavam a ser discutidos.

Noruega: Esta intervenção não deveria ser interrompida, porque a ONG cita exemplos concretos de violações dos Direitos Humanos, e, portanto, pedimos que deixe o orador continuar o comunicado.

Irão: A minha delegação gostaria de apoiar os pontos de vista da Delegação da Venezuela.


Paquistão: A minha delegação apoia os pontos de ordem levantadas pela Venezuela. Deve-se respeitar as regras de procedimento e discutir aspectos relevantes da agenda.


Reino Unido: O Reino Unido apoia o direito de as ONGs credenciadas falarem no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas ... Solicitamos que o orador seja autorizado a terminar a sua declaração.

Egipto: Nós queremos juntar a nossa voz aos outros oradores que falaram sobre a necessidade de nos cingirmos aos pontos da agenda. Nós não acreditamos que o que foi mencionado no comunicado da ONG se relacione com as nossas discussões aqui... existem algumas regras e regulamentos para este Conselho que todos devemos respeitar.

Presidente: O que posso dizer é que sei que concordam que as ONGs têm o direito de falar. As declarações relativas à questão dos Direitos Humanos não vieram num contexto abstracto... Se um orador se referir a questões de Direitos Humanos relevantes sob o ponto da agenda em questão, o orador pode dar exemplos e ilustrar os exemplos com situações específicas... dou a palavra ao orador.

UN Watch (Neuer): Obrigado. Sr. Presidente, se é "impróprio" falar sobre a necessidade urgente de tomar medidas para proteger as vítimas de violações dos Direitos Humanos em todo o mundo, então por que estamos aqui?

1 comentário:

  1. Muito revelador ... sem dúvida. A loucura anda à solta. Isto vai cair tudo de podere ... não posso é adivinhar como

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