quinta-feira, 19 de junho de 2014

A Queima do Judeu

Antigo guarda de Auschwitz preso nos Estados Unidos aos 89 anos - PÙBLICO
Não tardarão as reacções de repúdio pela prisão do "pobre senhor, que, coitadinho, estava só a cumprir ordens".
No entanto, NEM UM nazi foi castigado por se ter recusado a massacrar judeus, ciganos, e outros indesejáveis na Alemanha restrita à "raça superior".
O antissemitismo está bem entranhado na alma portuguesa e internacional. Sugerimos a releitura deste post:

"Holocaustos há muitos"

 Foram muitos séculos a matar judeus. O inconsciente colectivo regurgita de fantasmas.
Nos festejos em honra de S. João, em Goa, ainda se faz a tradicional queima dos judeus, que hoje são apenas representados por bonecos, para tristeza de muita gente:


Nas suas andanças pelo mundo, Borat, personagem interpretada por Sacha Baron Cohen, encontrou grande aprovação popular para as suas propostas da prática da caça ao judeu, ou para o seu enterro colectivo:

Durante as últimas décadas, a 'caça', a tortura e a matança de judeus, acalmou um bocadinho, mas na realidade nunca parou. Os ataques de saudosistas do Nazismo, de islamistas, ou de simples 'civis', contra judeus, estão, pelo contrário, a aumentar. E a aprovação mundial também.
Ainda na semana passada, os terroristas do Hamas raptaram três miúdos judeus, gerando grande alegria entre as hostes. Mhammoud Abbas, o terrorista líder da Autoridade Palestina, que honra com especial entusiasmo os assassinos de crianças, decretou festa rija e publicou este lindo cartune no seu Facebook:


Islamismo e Nazismo: a mesma obsessão contra 0,19% da Humanidade
E o próprio autor destas linhas recebeu fortes repreensões públicas, interrogatórios dignos da Gestapo, e foi irradiado de certos círculos sociais por ter tido o atrevimento de, certa vez, assinalar o dia do aniversário do Holocausto. Recebeu até amabilíssimas ofertas para ser atropelado - e não, não se pense que nas nossas relações há nazis (pelo menos assumidos), ou criminosos notórios. Estas manifestações são coisas que o Carl Gustav Jung explica.
Que os negadores do Holocausto, os defensores do Nazismo, os festejadores da perseguição aos judeus, nunca experimentem a milésima parte do que as vítimas do Holocausto passaram.
E que Deus lhes perdoe. A eles e aos carrascos nazis. Quem se digne estudar a História dessa atrocidade, dificilmente o fará.


Um pequeno livro que todos deveriam ler


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