quarta-feira, 11 de junho de 2014

BOA VIAGEM!


O Ocidente face à Jihad nossa de cada dia

Este blog (e quem fala da jihad) é acusado de publicar material que «pode provocar o ódio». Ninguém, jamais, encontrou aqui um único facto que não fosse verdadeiro - pequenos lapsos foram de imediato corrigidos. E serão sempre. O problema é que, no estado mental actual do Ocidente, castigado por décadas de imbecilidade institucionalizada, dizer a VERDADE pode ser extremamente impopular. O politicamente correcto é a instituição dominante.

A cretinice oficial determina que não há certo nem errado, não há bem nem mal, que não é realidade e é tudo uma questão de pontos de vista. De modo que, quando escrevemos aqui a VERDADE, logo a fina flor da intelectualidade franze os lábios com desdém e sentencia que «Pois, mas essa é a sua VERDADE», e outras absurdidades.

Se Hitler estivesse nos nossos dias a promover a sua ideologia genocida e maléfica, a opiniõa pública, devidamente industriada pelos media oficiosos, diria que se tratava de «um líder com pontos de vista um tanto controversos, porém válidos no seu referecial de valores bla bla bla».

Não existe mais nenhuma ideologia que diariamente encha as páginas dos jornais e os noticiários de rádio e tv de notícias sobre massacres, genocídios, estupros, raptos, tortura, destruição, ódio, perseguição. 95% do terrorismo global é islâmico. Mas ai de quem o diga! 

Este senhor,  Mohammed Idris, disse-o. É um clérigo muçulmano, não aprovava a jihad, a «guerra santa» islâmica. Foi assassinado ontem.



“Quénia: Clérigo Muçulmano assasinado a tiro em Mombasa” 

Calvin Onsarigo via AllAfrica.com, Junho 10, 2014

Olhando para este triste exemplo (que não é inédito), os leitores e amigos compreenderão o drama de se ser ao mesmo tempo muçulmano e pela paz. Por um lado, quem abandona o Islão é decapitado (está no livrinho e é praticado). E quem é muçulmano e é contra o terrorismo, tem a sorte que este valente e digno senhor teve.

Este post consiste basicamente num breve passeio pela primeira página do site Jihad Watch, de Robert Spencer, um activista anti-jihad, que (ó surpresa!) é regularmente insultado e perseguido pelos media e pelos islamistas, apenas porque no seu site faz a actualização possível dos actos terroristas.

Fomos lá pescar mais algumas notícias, absolutamente ao acaso, até porque o ritmo do terrorismo é impossível de acompanhar. Esta deve interessar à nossa querida amiga Isabel G., que se celebrizou com a frase:



A nossa amiga Isabel esclareceu que não se importava nada de ser decapitada, porque e ciamos: "Não é nada que a Igreja Católica não tivesse feito!". Pois agora ela tem uma oportunidade excelente de alcançar o seu objectivo:

“Turba de vigilantes populares raptam jovens que divulgaram na Internet as suas ideias seculares"

por Zaheena Rasheed, Minivan News, June 10, 2014

Os jovens sofreram vários tipos de abuso e coacção, foram obrigados a aceder às suas páginas da Internet e a confessarem o seu «pecado», e forçados a converter-se ao Islão. Foram acusados de "ateísmo" e "homossexualidade". A alternativa à conversão era a MORTE.

Mas isto não é nada de espantar. Há pouco tempo, um grupo de jornalistas da FOX News foi raptado e obrigado a converter-se, sob ameaça de armas. Em Gaza, esse bastião da democracia! Milhões foram pagos para os novos muçulmanos serem devolvidos VIVOS. Agora, caso renunciem ao Islão, serão decapitados, como manda o Alcorão! O vídeo da «conversão» está neste site.

Isabel G., BOA VIAGEM!



Em Paris, muçulmanos armados com machados atacaram judeus:

“Jovens judeus escapam a ataque à machadada perto de Paris” 

JTA, Junho 6, 2014

O Alcorão chama aos judeus  “o povo mais detestável para os crentes"  (5:82) e afirma que estes são "descendentes de macacos e de porcos" (2:63-65; 5:59-60; 7:166). É isto que é pregado a 1 bilião e 600 milhões de muçulmanos, do berço à tumba.

Apostamos um dinar em como o Al Público (e toda a Imprensa séria, respeitável e politicamente correcta) não vai dizer UMA PALAVRA sobre este ataque. Se tivessem sido judeus a atacar, estava na primeira página. 



No Reino Unido, a braços com uma manobra muçulmana para tomar conta do sistema de Ensino (temos noticiado), mais um caso esclarecedor: numa escola primária islâmica (financiada pelos contribuintes britânicos), os alunos são questionados sobre a sua orientação sexual e são-lhes entregues livros que promovem a lapidação e os chicoteamentos - como prescrito pelas Escrituras muçulmanas. Os responsáveis da escola alegaram que se trata de "islamofobia" do Governo britânico! :-)

“Livros promovendo a execução por lapidação encontrados na Escola Primária de Olive Tree” 

BBC, Junho 9, 2014

 Na Nigéria, mais 20 meninas foram raptadas pelo Boko Haram para a escravatura sexual, para serem leiloadas como objectos:


“Homens armados raptam 20 raparigas no nordeste do país"

 Haruna Umar, Associated Press, Junho 9, 2014

As quase 300 jovens raptadas recentemente mereceram a atenção da Imprensa, porque julgaram que eram muçulmanas. Desta vez, já estão de prevenção, e nem um pio! Respeitinho é muito bonito!




Além do mais, é sabido que a culpa é sempre "nossa". O Islão só prescreve unicórnios e fadas cor de rosa:
E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros. Libertai-os, então, por generosidade ou mediante resgate, quando a guerra tiver terminado. Tal é a ordem. E se Alá quisesse, Ele mesmo ter-Se-ia livrado deles; porém, (facultou-vos a guerra) para que vos provásseis mutuamente. Quanto àqueles que foram mortos pela causa de Alá, Ele jamais desmerecerá as suas obras.




Mas continuemos a nossa viegem pelo Jardim das Delícias que é o Islão...


Burro incinerado vivo, por "graça". Acrueldade dos muçulmanos para com os animais é silenciada.

Esta agora é para falar de uma dupla HIPOCRISIA: a dos jihadistas, que violam a sua própria lei sobre não comer burros domésticos (Raymond Ibrahim explica tudo aqui), e a de muitos amigos dos animais, que perante o vasto catálogo de atrocidades islâmicas sobre os animais, ficam caladinhos que nem ratos!

O VÍDEO É CHOCANTE, MAS A CARNE QUE SE COME NA EUROPA JÁ É ABATIDA EM CONDIÇÕES SIMILARES, POR EXIGÊNCIA MUÇULMANA:



UM COMENTADOR DO YOUTBE ESCREVEU: «ISTO É PARA TERMOS UMA IDEIA DO QUE NOS ESPERA A NÓS, INFIÉIS, QUANDO O CALIFADO GLOBAL FOR ESTABELECIDO».


No Paquistão, os terroristas islâmicos atacaram o aeroporto de Carachi e assasinaram 27 pessoas. O Público, à semelhanaça do New York Post e outras publicações tementes a Alá, nunca usa o termo "terroristas" para se lhes referir. Quando a palavra é usada, é sempre como citação.


ETC., ETC., ETC....

2 comentários:

  1. Onde é que a Isabel G. disse isso?

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    1. «Hoje Isabel G. deu um ar de sua graça no Público, e saudou o Ramadão com um vibrante Allah Akbar! e Saudações, a todos os muçulmanos, de uma sua semelhante ateísta. (Ver post anterior).

      E tão convicta está, que nem se importa de ser decapitada!

      Alguém escreveu:

      Se a Isabel G. vivesse num país islâmico cortavam-lhe a cabeça por crime de apostasia. O Islão é uma religião supremacista, que prega a escravatura e a execução dos infiéis.

      E ela, toda despachada, logo retruca:

      Nada, afinal, que a religião católica, por exemplo, não tivesse já feito! Deixe-se de extremismos e aprenda a respeitar os seus semelhantes.

      A "semelhante" Isabel, verdadeira Madre Superiora ateísta, puxou da soporífera vulgata loonie-lefty, e não é de modas:

      O que se deveria evitar é que proliferem núcleos de ódio como o desumano blogue "Amigos de Israel" de um anónimo que se esconde, bem escondido, sob as iniciais I.B.. Este anónimo fomenta o ódio, a xenofobia e a divisão e diz que defende a liberdade e a democracia! Quem, como ele, incita ao ódio e à rebelião, quem como ele deita acha após acha na fogueira da diferença para alimentar o fogo do ódio e da vingança, que poderá saber sobre liberdade e democracia? Todos os credos, todas as raças, todos os povos têm direito à sua forma de ser, aos seus costumes, às suas tradições! Há que respeitar os outros, pois, quer queiramos quer não, somos mesmo todos iguais!

      Ao que um leitor respondeu:

      Isabel G.: faça o favor de sair deste "forum" porque, segundo a sharia, as mulheres não têm opinião! »

      http://amigodeisrael.blogspot.pt/2013/07/simplesmente-isabel.html

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