sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Israel arde, Muçulmanos celebram



Pensava-se que eram simples incêndios florestais, que irromperam em Israel nos últimos dias. Rapidamente foi revelado que é uma nova forma de terrorismo. O Hamas e os seus esquadrões de terroristas incendiários assumiram a responsabilidade pelo horror generalizado. 
Mais de 75.000 residentes foram evacuados, e cerca de 150 feridos foram relatados. 
De mãos dadas com o sofrimento judaico, a celebração islâmica:
"Tel_Aviv_IsBurning" foi o hashtag árabe mais comum nas redes sociais árabes na manhã de quinta-feira. 

Twit do xeque da Grande Mesquita do Kuwait, Sheikh Mishary Alfasy Rashid, celebrando os incêndios em Israel.

Um dos tweets mais populares foi publicado por um polícia do Abu Dabi que diz: "Israel impediu o muezim de chamar para a oração, e por isso foi engolido pelo fogo"
As redes sociais no Egipto, na Jordânia e nos Emirados do Golfo também estavam saturadas de posts que indicavam que os incêndios são retribuição da natureza por causa de uma lei que proíbe os alto-falantes nos locais de culto, como os usados ​​na chamada diária à oração pelas mesquitas. 
(Lembramos que foi com estes alto-falantes que os islamistas boicotaram a missa do Papa Francisco em Belém). 
O imã da Grande Mesquita do Kuwait, o xeque Mishary Alfasy Rashid, também se regozijou com os incêndios, para gáudio dos seus 11 milhões de seguidores no Twitter. 
"Boa sorte para os incêndios. #Israel_IsBurning", escreveu ele num post no Twitter árabe acompanhado de um ícone sorridente e várias fotografias dos fogos diários em todo o país. (...)

Via Walid Shoebat 
- Entre outros sites, o Jihad Watch  também mostra vários tweets de muçulmanos que pedem a Alá que Israel e os judeus ardam todos.  Imaginemos que se tratava de um incêndio num país islâmico e os líderes religiosos e de Israel, e os israelitas, se regozijavam. O que não seria... Mas assim, é normal. Aos muçulmanos, não se pede que se comportem como seres humanos. "Eles são assim..." - é o que nos dizem. E nós, os não-muçulmanos, temos que aguentar, quando eles celebram o terrorismo. Senão somos "racistas".

A Religião da Paz:

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