quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Hillary, Obama & Jihad, L.da


As tentativas de dividir para reinar, falharam. 
- Os islamistas e a esquerda apostaram forte na vitória de Hillary. Apostaram na continuação da islamização e consequente destruição do Mundo Livre. O povo disse NÃO!
Até à última hora, tememos uma fraude eleitoral ainda maior que a que ocorreu (a quadrilha está retirar os vídeo à medida que são postados, já só se encontram vídeos descritivos, que não mostram as filmagens feitas por eleitores!).
Sabíamos que, nas urnas, Trump iria ganhar. Não porque sejamos peritos em análise política ou porque tenhamos fontes privilegiadas. Mas porque, sendo da classe trabalhadora, compreendemos a classe trabalhadora - algo que as elites jamais conseguirão.
A propósito, não perca este banho de lucidez:

Trump ou a Vitória da Classe Trabalhadora


- As elites, nos últimos anos tão contentes com o povo que votou Obama, agora odeiam o povo. De repente, o povo deixou de ser sábio e voltou a ser estúpido.
Algumas celebridades, do alto das suas torres de marfim, proclamam a necessidade de educar o povo como deve ser, para o ensinar a votar bem.
Nos países comunistas, há os campos de reeducação - e, além do mais, só há um partido...
A esquerda tem NOJO do povo. Como não o conhece, tem-no na conta de uma entidade inerentemente maléfica, que precisa de ser guiada pelos mais iluminados. O povo dá cabo das teorias da esquerda, e isso, a esquerda, não perdoa.


"Estou pronto para trabalhar no MURO" - escreveu o operário.

- Os jornalistas pagos com o dinheiro do islamismo, ou por puro amor à camisola vermelha da esquerda, continuam a destilar veneno, louvam a violência dos Hillaristas que não sabem perder, e que tomaram as ruas a partir tudo e a atacar polícias (que são também povo, e por isso odiados pelas elites bem-pensantes).
Os jornalistas (louve-se as excepções) mostram os maus perdedores como heróis, e incitam a mais violência. Promovem o caos. É essa a sua agenda.
À falta de melhores argumentos, os mesmos jornalistas que abafaram todos os escândalos e a alta traição de Obama, Hillary e seu gabinete, chamam "racista" a Trump, por este querer reforçar a segurança das fronteiras do seu país.
Israel, os Estados Unidos e a Europa devem escancarar as portas aos terroristas e aos malfeitores em geral. A esquerda assim determinou, e a esquerda é soberana!


O Povo desmente as teorias da esquerda. A esquerda detesta o Povo...
- O Partido Democrata, que sempre se opôs à plena emancipação da população afro-americana, e que prefere mantê-la guetizada e dependente, como se de seres humanos de segunda categoria se tratasse, não perdoa a "traição" das pessoas negras  que votaram  Trump. Obama já tinha exigido o "voto negro" em Hillary. Deu-se mal. O voto não tem cor. As pessoas são PESSOAS!
As pessoas brancas que votaram Trump, essas, são todas umas "racistas"!
Era de esperar. E ainda é só o início...


PESSOAS de todas as cores, que não ligam a cores, votaram Trump!

- Começaram hoje os 72 dias mais perigosos de Obama.
O islamista da Casa Branca já não tem nada a perder. Sabe que a cor da pele o protege do julgamento por alta traição que merece - ele e os seus comparsas, Hillary incluída.

Ele não vai parar.

- Em Portugal, temos todos os motivos para estarmos apreensivos. Não só o lamentável secretário-geral da ONU é o inenarrável António Guterres, socialista e islamizador-mor, como o actual governo socialista está aos saltos para deixar Portugal ser invadido.
- A Câmara Municipal de Lisboa, actualmente em mãos socialistas e unha com carne com facínoras como o terrorista que actualmente governa Londres, teve o despudor de fazer uma campanha publicitária anti-Trump, que inclui estes mega-cartazes:

"No mundo livre ainda pode encontrar uma cidade para viver, investir e construir o futuro. Fazendo pontes. Não muros. Chamamos-lhe Lisboa".

- Mas o que os nossos leitores e amigos não podem mesmo perder, é este post do Lei Islâmica em Ação:

Eleição nos EUA e o apoio de Clinton e Obama ao salafismo, wahabismo e Irmandade Muçulmana


Nada do que Hillary e Obama façam merece  a atenção dos media. Que estão comprados ou politicamente comprometidos. E têm feito as maiores atrocidades:


Nós por cá também demos uns la-mi-rés do descalabro islamista norte-americano e da cavalgada de Trump rumo à Vitória. Agora gostaríamos era de ver Obama, Hillary, Kerry e todo o gangue, no banco dos réus. Mas seres tão superiores estão acima da Justiça humana, bem sabemos. É politicamente incorrecto levar esquerdistas a Tribunal, façam o que fizerem.

Se quiser conferir alguns dos posts:

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