domingo, 27 de novembro de 2016

Como o terrorista de Aveiro, poucos refugiados há que o sejam mesmo



Os media (maioritariamente dominados pela esquerda) só mostram um punhado de figurantes, crianças e mulheres, que chegam à Europa com o rótulo de "refugiados da guerra na Síria".
A esmagadora maioria são homens jovens. Não são refugidos, nem vêm da Síria.
Até a organização Médicos do Mundo, que alinha com o politicamente correcto, já divulgou que, segundo os seus próprios inquérito, apenas 13,7% dos migrantes disse que migraram para escapar da guerra:

NOTA: Estes dados foram publicados pelo site EUROPE-ISRAEL, que, mais uma vez, se encontra sob ataque informático. Mas quem duvide, pode confirmar junto dos Médicos do Mundo.

Tal como em 2013 e 2014, nos países europeus, as razões mais citadas são a migração económica (53,1%) política (20,5%), e a fuga à guerra (13,7 %).
Mas até aqui até estaria tudo bem, pois emigrar para procurar uma vida melhor não é crime. Um problema que desde logo sobressair é que 80% destas pessoas não trabalha - são eles que o confirmam:

Como se não bastasse os países islâmicos (muitos deles exorbitantemente ricos) não receberem nem um destes "refugiados", a gratidão que eles demonstram para com quem os acolhe e sustenta, é, regra geral, a hostilidade aberta, o intento constante de destruir e conquistar as nossas sociedades, e o terrorismo, que todos os dias causa vítimas.
Às vezes as vitimas do terrorismo islâmico na Europa são "apenas" uma ou duas em cada ataque (como no recente assalto a um retiro de monges, em Montpellier (que a Imprensa calou ter sido ataque islamista).
De outras vezes são às dezenas de uma vez, como em Nice, no passado Verão, quando um pacato "migrante" pegou num camião e atropelou uma multidão de franceses aos gritos de "ALÁ É GRANDE"!


Mais um "caso isolado". A cada dia, em todo o mundo, centenas de "casos isolados" em que muçulmanos em jihad (guerra santa) assassinam "infiéis". Hipnotizadas pela TV, as multidões continuam a deixar-se levar pela propaganda que impulsiona a islamização da Europa. "Coitadinhos, fogem da guerra!..." - repetem. 
Depois temos ainda a Jihad Sexual, a onda de estupro a mulheres e crianças europeias, que os media igualmente escondem tanto quanto podem.

Recordistas Mundiais de Estupro!

Chegámos a uma ditadura tal, que quem conteste o terrorismo islâmico e a jihad sexual é considerado "racista" e arrisca-se a sérias complicações coma Justiça. Só nos resta a todos sofrermos calados. Ou espalharmos a palavra e continuarmos a nossa campanha pacífica para que o Mundo Livre finalmente ACORDE.


 Hicham el Hanafi viajava pela Euroa a recrutar terroristas para o ISIS.

O terrorista do ISIS residente em Aveiro, Portugal, que foi recentemente detido em França, vivia à conta do contribuinte português, como "refugiado político".
Enquanto milhões de portugueses lutam com dificuldades financeiras extremas,  o terrorista Hicham el Hanafi, de 26 anos, recebia gratuitamente alojamento, alimentação. acompanhamento social e ainda um dinheirinho de bolso, 250 euros mensais.
Pode ler informações mais completas neste artigo:

Terrorista de Aveiro recebeu subsídio da Segurança Social

Ante a evidência de que nigerianos, marroquinos, paquistaneses e tantos outros, não podem ser "refugiados da Síria", temos todos que calar, ou somos "racistas".
Ante a evidência de que homens jovens e saudáveis deveriam ficar a defender o seu país (imaginando que eram sírios), temos todos que calar, ou somos "racistas".
Ante a evidência de que os emirados milionários, o Reino da Arábia Saudita e outros potentados, nada fazem pelos supostos "refugiados", temos todos que calar, ou somos "racistas".

Recordamos que o primeiro cavalheiro que fala neste vídeo é o imã da suposta (que não o é, como já mostrámos) mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém. 

Este canal tem vídeos muito bons:

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