terça-feira, 7 de junho de 2016

Os Três Soldados, Jerusalém e... Nós!

Isaías, 60

 1 Levanta-te, Jerusalém! Que o teu rosto brilhe de alegria, pois já chegou a tua luz! A glória do SENHOR está brilhando sobre ti.
 2 A Terra está coberta de escuridão, os povos vivem nas trevas, mas a luz do SENHOR brilha sobre ti; sobre ti aparece a glória de Deus.
 3 Atraídos pela tua luz, Jerusalém, os povos do mundo virão; o brilho do teu novo dia fará com que os reis cheguem até ti.
 4 Jerusalém, olha em redor e vê o que está acontecendo! Os teus filhos estão voltando, eles estão chegando! Os teus filhos vêm de longe, as tuas filhas vêm nos braços das mães.



A expressão emocionada de Haim Oshri, Zion Karasanti e Yitzchak Yifat, os três pára-quedistas do IDF, junto ao Muro das Lamentações, na Jerusalém recém-libertada, diz tudo. É a imagem da Liberdade que se conquista, palmo a palmo. A Liberdade essencial à vida plena da alma. A Liberdade que sempre custou tanto aos judeus, um povo para quem tudo tem sido sempre tão difícil de obter. Mas que não se vergou, nunca.

A foto de David Rubinger é um ícone da Guerra dos Seis Dias, em 1967, um acontecimento marcante da História, quando se cumpriu a profecia milenar do regresso dos judeus à sua capital eterna: Jerusalém.

A famosa foto, recolorida, e o original:


A importância de Jerusalém para o povo judeu é central e insubstituível. Jerusalém aparece mais de 600 vezes na Bíblia, e não consta de mais nenhum livro sagrado de nenhuma religião, incluindo o famoso Alcorão, onde é citada ZERO VEZES.

Foi o famoso Rei David * que transformou Jerusalém na capital da Terra de Israel.

* - Ele mesmo símbolo do triunfo contra a força bruta e a tirania - veja-se o célebre episódio do combate com o gigante Golias.


 David Rubinger fotografou e combateu por Israel.

Desde aí, Jerusalém foi sempre a capital da Pátria Judaica. Por duas vezes os judeus foram expulsos de Jerusalém: foram proibidos de lá habitar pelos Romanos, e, já no século XX, a Jordânia voltou a proibi-los de entrarem na Cidade Velha e de orarem no Kotel (o Muro Ocidental, ou Muro das Lamentações), última reminiscência do Templo Sagrado de Salomão.

Hoje, graças à tecnologia, qualquer pessoa, em qualquer parte do Mundo, pode ver Jerusalém e o Kotel, em directo, no ecrã do computador.

Em 2007, os três antigos pára-quedistas voltaram a ser fotografados  no mesmo local:


No site dedicado à Guerra dos Seis Dias, quem quiser aprofundar esta temática pode ver, por exemplo, os cartunes que apareciam na Imprensa Árabe, antes do ataque:

Neste, podemos ver o presidente Nasser, do Egipto, a concretizar a ambição muçulmana de 1,400 anos, atirando o último dos judeus ao mar:


Este outro transmite bem a desproporção de forças entre Israel e o seu inimigo islâmico:


Israel é 0,5% do Médio Oriente e 0,02% do mundo islâmico em área. Os judeus são 13 milhões, e os muçulmanos são 1,6 biliões, ou seja: menos de 1 pessoa em cada 2.000 é um judeu, ao passo que 250 em cada 1000 habitantes da Terra são muçulmanos.
Aqui, vemos Israel, retratado como um ser disforme, na tradição iconográfica nazi herdada pelos modernos islamistas, e cercado pelo Egipto, Síria, Jordânia e Líbano:


E aqui, temos a antevisão do maior sonho dos nazis e dos muçulmanos - os judeus reduzidos a cadáveres:

Os judeus são um povo simpático, mas este favor... não fará. Temos pena.

"O nosso objectivo essencial será a destruição de Israel. O povo árabe quer lutar."

Gamal Abdel Nasser
 30 de Maio de 1967


Assim dava Gamal Nasser voz, em 1967, ao sonho islâmico.  Como no século VII, como hoje, como sempre.

A determinação dos muçulmanos em tomarem e subjugarem a cidade de Jerusalém, bem como o resto do Mundo, incluindo a nossa Península Ibérica, não mudou nada. Nem mudará jamais.

Nesta foto, também de David Rubinger, um menino judeu, cego, "vê" Israel num mapa com relevo:



Todos os dias nos é dado constatar que o apoio do mundo islâmico à política expansionista e supremacista de Maomé não mudou, desde o século VII, quando o fundador do islamismo iniciou, com a crueldade que caracteriza o islamismo, a ocupação de todo o Médio Oriente, Norte de África, Sul da Europa e grandes partes da Ásia.

Hoje, os meios tecnológicos dos "infiéis" permitem sonhar com o domínio global, que foi sempre objectivo expresso do Islão (leia-se o Alcorão).

O Islão não muda, ou deixaria de ser Islão. Sem a jihad e sem o ódio aos cristãos, aos judeus, e aos "infiéis" em geral, deixaria de haver Islão. O Islão é irreformável:

Adunis Asbar, o maior poeta árabe, diz que islão não pode ser modernizado 

Seria possível reformar o islão, tornando-o compatível com a modernidade? (Não)

Papa Francisco: o que pedir ao Grão-Imame da Universidade Al-Azhar

 (A nossa permanente homenagem ao blog Lei Islâmica em Ação).

 

Em Jerusalém e em Israel, nem os muçulmanos nem nenhuma outra força externa voltará a dominar. 

Mas o Ocidente - e, estranhamente, os países que já foram ocupados pelo Islão, como é o nosso caso - tarda a acordar para a ameaça, tarda a ver no exemplo de Israel o que o espera. O que já aí está.

O preço da Liberdade é a eterna vigilância. E a ingenuidade paga-se muito cara. Atentemos no exemplo dos judeus:


O ex-paraquedista Dr. Yitzhak Yifat reviveu a famosa foto, após 49 anos, com os netos ao seu lado.

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Coincidindo com o Dia de Jerusalém, o líder terrorista Mahmmoud Abbas (ponta de lança do Ocidente no plano de destruição de Israel) e os seus sequazes, vieram afirmar que  os Árabes - que invadiram Israel em 1920 - já estavam na Terra Santa... antes de Abraão!

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1 

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 2

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 3


O problema não é a esquizofrenia de tais declarações, próprias de mentes doentias de terroristas. O problema é que existe uma multidão de muçulmanos, de extrema-esquerdistas, de extrema-direitistas e de neo-nazis, cegos de ódio aos judeus e prontos a acreditarem em qualquer absurdo que os conforte na sua maior dor: ISRAEL VIVE!

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