domingo, 5 de junho de 2016

História de Israel - Após a Primeira Guerra Mundial

Dicionário Larousse, ano de 1939. Na página da esquerda, em cima, na bandeira da Alemanha, que era então a bandeira nazi, com a respectiva cruz suástica. E como era, em 1939, a bandeira da Palestina?
 
Era assim:

"Palestina" foi o nome  dado pelos ocupantes Britânicos à Terra de Israel. Nunca existiu nenhuma Palestina árabe. Israel é a terra dos judeus, desde há MILÉNIOS. Como Portugal é a terra dos portugueses, não importa quantos nomes tenha tido (Condado Portucalense, Reino de Portugal e dos Algarves, República Portuguesa) ou que tenha estado sob a soberania Espanhola.

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dos media afiliados ao islamismo (Al-Público & Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. Esse tipo de propaganda é a versão actual do Nazismo, tenhamos isso bem presente.

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo:  O Melhor do 'Amigo de Israel'


A Orquestra Sinfónica da Palestina, em 1936. Na imagem podemos ver o seu fundador, Bronislaw Huberman, e o compositor Toscanini. Em 1948 a orquestra mudou o nome para Orquestra Filarmónicade Israel. Todos os músicos eram judeus.


A Grã-Bretanha e a Liga das Nações criaram o Mandato da Palestina como o lar nacional judeu em parte por causa do número crescente de judeus e das suas realizações no período pré-Primeira Guerra Mundial. Entre 1890 e 1915, a população judaica aumentou de 42.900 para 83,000. Os judeus, já livres do jugo Otomano, construíram infra-estruturas, fizeram prosperar fazendas, vilas e cidades, criaram instituições sociais, introduziram inovações, como comunas socialistas (que ainda hoje existem, os famosos kibutz), fizeram reviver o Hebraico e criaram uma cultura rica.

Os judeus de novo livres na SUA TERRA, a Profecia que se cumpriu.

Durante o Mandato Britânico (1920-1948), os Sionistas continuaram as suas políticas de antes da guerra, comprando e restaurando a terra, muitas vezes utilizando técnicas agrícolas inovadoras, que trouxeram prosperidade a uma terra que parara no tempo durante o domínio Otomano.

 Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade:

 


Os Sionistas também desenvolveram a indústria, as centrais de produção de energia, a vida urbana e as  instituições sociais, como sindicatos, partidos políticos, hospitais, universidades e até uma orquestra nacional.
Três universidades foram fundadas antes de 1948. A Ópera Hebraica actuou pela primeira vez em 1922. A Orquestra da Palestina  depois denominada  Filarmónica de Israel, foi fundada em 1936.
A selecção de futebol da Palestina disputava jogos internacionais como a equipa nacional da terra dos judeus.

Jogo de futebol entre Austrália e Palestina, no ano de 1939. Os jogadores da Palestina eram judeus, obviamente:


Os Sionistas esperava viver em amizade e cooperação com a população árabe da região, e acreditavam que o restabelecimento da terra iria beneficiar a todos. Muitos árabes saudaram este desenvolvimento, que também atraiu imigrantes árabes de países vizinhos.


Drenando pântanos em Israel em 1920. 
Estima-se que 25 por cento a 37 por cento dos imigrantes de pré-estado de Israel eram árabes, e não judeus. Só entre 1922 e 1946, cerca de 100.000 árabes entraram no país, vindos de terras vizinhas. Cerca de 363.000 judeus emigraram no mesmo período.
Bibliografia: Stand With Us.

Jewish Virtual Library


A poesia do narguilé e da indolência apaixona os hippies-halal.

A epopeia da renovação da Terra de Israel, quando passou do domínio islâmico Otomano para a administração Britânica, causa horror à extrema-esquerda, toda palestinianista, e particularmente aos seus hippies-halal, a malta mais nova, que cola cartazes e vai para a rua apoiar a "Palestina", com bandeiras gay ao ombro.

Esse tipo de gente cultiva um puritanismo retorcido, que lhes dá uma imagem positiva da miséria, do imobilismo e da barbárie do mundo islâmico, como qualquer coisa mais próxima de conceitos difusos de "raízes" e de "Natureza", por oposição às conquistas de um povo industrioso como os judeus.


 A banalidade do trabalho árduo horroriza os hippies-halal.


Israel, para esses, é o símbolo de tudo o que os assusta, nomeadamente a realidade e o trabalho. O mundo islâmico, por outro lado, a essas almas imberbes de meninos pedantes que só conhecem o mundo pelos livros do 12º ano (mal estudados), fascina profundamente.

Israel simboliza tudo o que odeiam, porque os assusta: patriotismo, dever, trabalho, religião, ética.

Fale-se em "Sionismo" a um desses caracteres pusilânimes, e começam a espumar pela boca. Para eles, os "Zionistas" foram os malvados que violaram o doce idílio islâmico que se vivia em Israel em tempos e lugares que eles não sabem precisar, porque nada sabem de História nem de coisa nenhuma, e porque nunca existiram.

Em suma, deram-lhes cabo do Jardim do Éden anarquista que só vive nas suas cabeças cuidadosamente despenteadas de idiotas úteis. Acreditam, nas suas fantasias, que o inferno islâmico é um paraíso. Alguns, infelizmente, pagam com a vida tais ingenuidades:

Ela foi mostrar quão pacífico é o Islão...



10 em cada 10 hipsters preferem TERRORISMO!

2 comentários:

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