quinta-feira, 9 de junho de 2016

Muçulmanos (e jornalistas) festejam o massacre de Tel Aviv


Este é um dos vídeos já disponíveis, das celebrações islâmicas que ocorrem sempre que há matança de judeus:
As redes sociais também regurgitam satisfação islâmica, com imagens do foguetório, da distribuição de doces, da cultura do ódio e da morte que tanto apaixona a extrema-esquerda e a extrema-direita ocidentais:


O líder do bando terrorista Hamas, que controla Gaza, exprimiu a sua homenagem aos "heróis" através do Twitter:

Alguém conseguiria imaginar o Bin Laden impune nas redes sociais?...
Mas os jornalistas, celebram de outro modo...

O Le Point, por exemplo, cita a rectórica das fontes terroristas  e alguns "especialistas" sobre a "ausência de perspectivas de independência". A estratégia é conhecida. Eles apenas "citam"...
O que não dizem é que Israel não só cedeu aos invasores árabes todo o território que é hoje a Jordânia, como também Gaza, e o Sinai, e que todas as outras propostas de cedência de terras têm sido recusadas. Porque os terroristas apenas querem TUDO, todo o Estado de Israel. E a morte dos judeus. Todos. 
Culpa de Israel, que não tem nada que negociar nem que dar território a invasores.


O Le Figaro diz que houve um "incidente", um "tiroteio". Se fosse noutro local qualquer do planeta seria um ataque terrorista.



E O VENCEDOR DA MAIOR MÁ-FÉ E ANTI-SEMITISMO É...
O prémio da má-fé vai inteirinho para a RT, da Rússia, que, aproveitando os terroristas estarem vestidos de judeus ortodoxos, fez o seguinte título:
2 PISTOLEIROS 'JUDEUS ULTRA-ORTODOXOS' MATAM 3 NO CENTRO DE TEL AVIV

Palmas para os artistas!!!

Muito champanhe deve jorrar por essas Redacções de jornais, de cada vez que judeus são assassinados...

Ontem, em

escrevemos:

"Nas próximas horas, em todo o Mundo, vamos assistir aos mais variados contorcionismos jornalísticos, de modo a fazer parecer que foram judeus que atacaram árabes, e não terroristas islâmicos que atacaram judeus."

Mas não é preciso ter uma bola de cristal para prever tal coisa.

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POST-SCRIPTUM:  O Sydney Morning Herald e o The Age ficaram com inveja to título da RT e não estiveram com meias medidas. Segundo eles, quem cometeu o massacre, não foram terroristas, nem assassinos, nem bandidos, nem sequer militantes. Foram... "homens bem vestidos"!



E vá lá alguém explicar-lhes que um título destes é criminoso e anti-semita! Qual quê! Não existe anti-semitismo nenhum! Os atiradores estavam bem vestidos ou não? Estavam! Então, calem-se!

O que vale é que, "como toda a gente sabe" ( e este argumento é imbatível: "toda a gente sabe, por isso não é preciso provar") , "os judeus "controlam os media!

Por exemplo, a BBC não faz ideia de quem tenham sido os responsáveis pelo ataque:


Podem ter sido marcianos, gangsters dos anos 40, zombies, talvez até a Mossad; mas terroristas islâmicos conhecidos como "palestinos", isso é que não!

Também a  Sky News questiona se os ditos "palestinos" são mesmo os autores da onda de violência em curso, a que neste blog chamámos INTIFACADA:


Já o Nazismo, pode não ter sido da responsabilidade dos nazis.  Stalin pode não ter sido comunista. O Holocausto dos Arménios pode ter sido cometido pelos aborígenes australianos, e não pelos Turcos! Tudo é possível!

O nosso CORREIO DA MANHÃ, depois de ter corrigido a notícia que punha "ataque terrorista" entre aspas e questionava se tinha havido mesmo um ataque terrorista, também usa o termo "alegadamente" para se referir aos ataques que nós, humilíssimo blog de uns tipos vulgaríssimos que escrevem umas coisas nas horas vagas, temos amplamente ilustrado com vídeos - ver INTIFACADA.

Mas para o CM e para a Imprensa em geral, matar judeus à facada ou a tiro, é só "alegadamente" atacá-los. Nunca haverá provas suficientes. Se fossem eles (que Deus nos guarde) a serem atacados, logo verificariam a impropriedade do termo "alegadamente".


E o que dizer desta manchete o Daily Telegraph?



"Três pessoas mortas em tiroteio perto do Ministério da Defesa"

O velho Telegraph, que estava inspirado, ainda ajunta uma provocaçãozinha mais, referindo Tel Aviv como a capital de Israel.


E nas Televisões é o mesmo fado. A MSNBC, por exemplo, não hesita em culpar as vítimas pelo ataque. 

Anti-semitismo? Qual anti-semitismo? Não sejam "ridículos"!!! Os terroristas só mataram uns judeuzitos de nada!!! Se a gente agora fosse falar de anti-semitismo de cada vez que terroristas matam 2 ou 3 judeus. Ou 6 ou 7 ou 8 milhões deles! Que obsessão com essa coisa do anti-semitismo!


Morreram neste ataque: Idan Ben-Ari, 42 (dir.), de Ramat Gan; Ilana Nave, 39, de Tel Aviv; Dr. Michael Feige, 58 (esq.), de Ramat Gan; e Mila Mishayev, 32, de Rishon Lezion.

E poderíamos continuar nisto indefinidamente. Cada jornal, cada atrocidade.

Repetimos:  o que vale é que "os judeus" controlam os media!

E, sejamos francos - será que houve mesmo algum ataque? Como defendem os habituais teóricos da conspiração, tudo pode ter sido um "holograma" criado pela Mossad!

E as celebrações do massacre? Nem um jornal, nem uma TV, falam delas. Também são hologramas, decerto... Se fosse ao contrário, imaginamos o que seria!

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