segunda-feira, 27 de junho de 2016

A chamada de Omar Mateen para a Polícia - sem censura


Barack Hussein OBAMA - muçulmano, apoiante e financiador da Irmandade Muçulmana.

A tragédia de Orlando foi apenas mais uma que teria sido evitada se Obama não tivesse PROIBIDO  a simples referência à jihad, a guerra santa dos muçulmanos. Hoje trazemos mais um apontamento sobre a tragédia.


Chapelada ao CORREIO DA MANHÃ, que publicou a notícia de que  o FBI ignorou a denúncia do armeiro, que se recusou a vender material de guerra a Omar Mateen. Muito bem!

Uma chapelada de todo o tamanho vai também para indispensável blog OBAMATÓRIO, que é o mais fiel repositório e comentário da tenebrosa administração Obama. Veja obrigatoriamente o post mais recente: Cuspir nos cadáveres

Na sequência de mais este massacre, Barack Hussein Obama e seus sequazes recusaram-se a usar sequer a palavra Islão, tentando por todos os meios censurar a divulgação do motivo do ataque: a jihad!
O Departamento de Justiça (DOJ) e o FBI divulgaram uma transcrição, censurada e editada pela administração Obama, da chamada telefónica de Omar Mateen (o autor do Massacre de Orlando) jurando lealdade ao ISIS.
No seu programa de rádio diário, Jay Sekulow destacou o absurdo da decisão da administração Obama e pediu publicamente a divulgação do total de transcrição, não editada. Líderes do Congresso classificaram esta medida da administração Obama como "absurda" e exortaram-na a ser aberta e transparente, nomeando os inimigos jihadistas pelo que eles são.
A administração Obama recuou sob a pressão, permitindo a divulgação, sem censura, e admitindo que a sua decisão "causou uma distracção desnecessária do que é mais importante - manter a nossa nação segura".

A transcrição da chamada de Omar Mateen para o 911 prometendo lealdade ao ISIS e ao auto-proclamado
Califa, Abu Bakr al-Baghdadi, é esta:


Transcrição da chamada, pelo Departamento de Polícia de Orlando, a 12 de Junho de 2016:
2:35 a.m .: O atirador entrou em contacto com um operador do 911 a partir do interior da discoteca 'Pulse'. A chamada durou cerca de 50 segundos, e os pormenores são indicados a seguir:
    (PO) Polícia de Orlando 
    (OM) Omar Mateen

    PO: Emergência 911, isto está a  ser gravado.

    OM: Em nome de Deus, o Misericordioso, o Clemente [em Árabe]

    PO: O quê?


    OM: Louvado seja Deus e orações, bem como a paz, estejam com o profeta de Deus [em Árabe]. Quero que saibam que estou em Orlando e fiz o tiroteio.

    PO: Qual é o seu nome?


    OM: O meu nome é "eu juro fidelidade a Abu Bakr al-Baghdadi do Estado Islâmico".

    PO: Ok, Qual é o seu nome?


    OM: Eu prometo a fidelidade a Abu Bakr al-Baghdadi, que Deus o proteja [em Árabe], em nome do Estado islâmico.

    OD: Tudo bem, onde está você?


    OM: Em Orlando.

    OD: Onde em Orlando?

    [Fim da chamada.]

Escreve Jay Sekulov:

A divulgação desta informação sobre a intenção jihadista deste ataque terrorista e a admissão pública da administração do seu erro na retenção da informação é uma grande vitória para o povo americano. Mas não podemos parar de lutar até que o nosso governo federal reconheça a ameaça terrorista islâmica que enfrentamos e reconheça a necessidade de destruir os inimigos jihadistas que declararam guerra total contra nós e contra tudo o que representamos.

Apesar da libertação da transcrição completa, ainda há sinais muito preocupantes de que a administração Obama ainda não tenha entendido a mensagem.


Em ambos as transcrições - na censurada e na integral - o DOJ traduziu as declarações em Árabe de Mateen para Inglês.


Em quatro ocasiões, os serviços substituíram a palavra "Alá" por "Deus", evitando assim qualquer menção ao Islão.
No meu próximo livro - 'Unholy Alliance' - discutirei as diferenças teológicas fundamentais entre as várias seitas do Islão, e distinguirei o Islão do Cristianismo e do Judaísmo.

Esta é uma distinção que importa. E as acções e palavras da administração Obama continuam a demonstrar que eles não entendem a ameaça que enfrentamos.


O lançamento desta transcrição sem censura foi uma grande vitória para o povo americano. Mas há ainda muito mais para fazer para derrotar o ISIS e manter a América segura.

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