domingo, 25 de dezembro de 2016

Príncipe Carlos - Mensagem islâmica de Boas Festas

Há muito que Olavo de Carvalho afirma que o príncipe Carlos se converteu ao Islão e que faz parte de uma sociedade secreta islâmica:

Daniel Pipes já há muitos anos que colige factos que evidenciam que o marido de Camilla Parker-Bowles é efectivamente muçulmano - confirme.
É certo que o príncipe Carlos não bate muito bem da bola, coitado. Uma das suas mais famosas tiradas foi afirmar que o terrorismo islâmico se deve ao aquecimento global.

O Cácá não bate bem da bola.
Mas a comunicação natalícia do príncipe Carlos (um dos impulsionadores da invasão islâmica da Europa e do Ocidente em geral) não deixa muita margem para dúvidas:

Príncipe Carlos diz que o "Populismo" dará origem ao novo Holocausto, e que o Profeta Maomé procurou a liberdade de culto
"Quando o profeta Maomé migrou de Meca para Medina, também estava buscando a liberdade ... de culto."
Via TRUTH REVOLT:


Enquanto a Europa é despedaçada por terroristas islâmicos, o príncipe Carlos transmitiu a sua mensagem de Boas Festas às massas, referindo-se - está é boa! - à ascensão "perturbadora" do extremismo populista.
O Príncipe de Gales advertiu que a década de 1930 está a repetir-se, e que a intolerância para com as outras religiões traz riscos que os "horrores" do Holocausto sejam repetidos.
Falando no programa religioso da BBC Radio 4, 'O Pensamento do Dia', o herdeiro do trono britânico disse: "Estamos agora a assistir à ascensão de muitos grupos populistas em todo o mundo, que são cada vez mais agressivos para com aqueles que aderem a uma fé minoritária".
"Tudo isto traz ecos profundamente perturbadores dos dias sombrios da década de 1930".
Como podemos imaginar, estas palavras não muito subtis foram uma referência ao Presidente eleito Trump. Porque, como toda a gente sabe, ele é Hitler, e os seus seguidores são nazis e os campos de concentração estão a ser construídos enquanto falamos, e etc., (toda a gente já sabe o resto).


O islamista Claude Moraes à direita do Pai Jeremy Corbyn, extrema-esquerdista, apoiante assumido do terrorismo islâmico, anti-semita, protector de pedófilos, lunático hippie.


O deputado trabalhista Claude Moraes disse à BBC que é "óbvio" que o herdeiro do trono britânico se referia a Donald Trump, e que se tratou de uma "boa intervenção" por causa de todos os "jornais de direita e da direita do Reino Unido, que dominam a narrativa anti-refugiados, a intolerância, e são proteccionistas e anti-União Europeia".
"A geração dos meus pais lutou e morreu no campo de batalha, combatendo a intolerância, o extremismo monstruoso e as tentativas desumanas de exterminar a população judaica da Europa", disse o príncipe Carlos.

(Os judeus mortos no Holocausto, pelos aliados nazis e islamistas, dão um jeitão para fazer passar a agenda do Islão, ó Carlão...)

É claro que ele poderia simplesmente ter perguntado à sua mãe, a Rainha Isabel, como era a vida na época da Segunda Guerra Mundial, mas depois descobriria que não tem qualquer semelhança com o que estamos a viver hoje. Ou melhor, ele poderia aprender que, se algum grupo se assemelha aos esquadrões da morte nazis, são na verdade as várias facções que compreendem os jihadistas islâmicos que procuram extinguir toda a vida neste planeta, dizimar todos os que não se curvem à sua vontade.

O príncipe Carlos pode perceber de chapéus, mas pelos vistos não sabe nada da História do Islão, coitado...


"Que 70 anos depois, ainda assistamos a tal perseguição maléfica, para mim, é inacreditável", disse o Príncipe de Gales. "Devemos  a quem sofreu e morreu tão horrivelmente não repetir os horrores do passado".
Então vem a melhor parte. Depois de explicar que "a história da Natividade se desenrola com a fuga da Sagrada Família para escapar da perseguição violenta", ele invocou o Profeta Maomé, que, de acordo com o príncipe Carlos, quando se pôs a caminho de Meca, estava apenas a fugir da perseguição religiosa.



Julie Burchill pergunta em "O que há para não gostar no Islão se você é o Príncipe de Gales":

     Eu pergunto-me porque é que o príncipe Carlos procura fazer crescer o poderoso e teocrático Islão - que já controla tanta terra e riqueza e ainda matará sem parar para ganhar mais - e antipatiza com o vulnerável e pluralista
Israel? Porque é que ele não investe tanta energia na defesa dos cristãos perseguidos e assassinados que sofrem pelas suas crenças sob os regimes islâmicos?

Ela então responde às suas próprias perguntas:

     Bem, eu acho que sei porquê: Porque reverenciar o Islão é a única maneira de os homens que desejam parecer liberais e iluminados promoverem ideias reaccionárias.
Uma ideologia adoradora dos monarcas, opressora das mulheres, anti-democrática - o que há lá que o príncipe Carlos não goste?

"Podemos também lembrar que quando o profeta Maomé migrou de Meca para Medina, ele fez isso porque procurava a liberdade religiosa para si e para os seus seguidores", disse o príncipe.
Deu então uma palavrinha da praxe sobre os cristãos perseguidos no Médio Oriente, estranhamente reconhecendo que um sacerdote jesuíta da Síria lhe disse que "é perfeitamente possível que não haja cristãos no Iraque dentro de cinco anos".
Convenientemente, o príncipe Carlos não explicou exactamente porquê.

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O príncipe Carlos "não sabe" (coitadinho), que quem levou a cabo o Holocausto foram os Nazis (admiradores do Islão) e os islamistas (admiradores do Nazismo).

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)

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270 milhões de inocentes sacrificados ao deus Alá, desde as origens do Islão, no século VII - e a somar, todos os dias, a cada hora:


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