quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

As 10 Maiores VERGONHAS da ONU em 2016



Na sequência da ofensiva de Obama e da ONU sobre Israel, os media trombeteiam que a ONU deu ordem a Israel para abandonar a sua capital eterna - Jerusalém - mais a Judeia, a Samaria, os Montes Golan - enfim, o suficiente para tornar o já de si minúsculo Estado Judaico indefensável, de modo a ser finalmente consumido pelos seus vizinhos Árabes.

A ONU declara guerra à civilização judaico-cristã

Os media apresentam a resolução da ONU como uma resolução divina. Para os media, a ONU é inquestionável. A realidade é outra:



 
A UN WATCH é uma organização que monitoriza a casa de maus costumes em que se transformou a ONU. É da UN WATCH esta selecção dos piores momentos da ONU em 2016:


10. O misógino Irão aderiu ao Conselho Executivo da ONU para as Mulheres, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Género e os Direitos das Mulheres.
 

 9. A ONU elegeu ditaduras da Arábia Saudita, China, Cuba e Egipto para o seu mais alto órgão de Direitos Humanos.



8. O Conselho de Direitos Humanos da ONU observou um minuto de silêncio pelo brutal ditador e agressor de Direitos Humanos Fidel Castro. A UN Watch foi a única ONG na sala que recusou levantar-se.


7. Jean Ziegler, co-fundador e laureado em 2002 com o Prémio Moammar Kadafi de Direitos Humanos, foi reeleito para o Comité Consultivo de 18 membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Ziegler, apologista de ditadores brutais, foi nomeado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço.


6. O Conselho de Direitos Humanos da ONU, cujos especialistas continuam a ignorar a fome na Venezuela, permitiu que o regime de Maduro falsificasse a sua recente auditoria aos Direitos Humanos, organizando 500 falsas ONGs que elogiaram Caracas, incluindo a Associação Boliviana de Basebol, a Federação Cubana de Desportos Caninos e a "Associação Para Coisas Óbvias", uma entidade eslovena que saudou o registo da Venezuela no combate à fome.


5. A UNESCO negou o seu mandato de proteger o património mundial, adoptando uma resolução que usou termos islâmicos para definir o Monte do Templo de Jerusalém, o local mais sagrado do Judaísmo, negando milhares de anos de História, Religião e cultura judaica e cristã.


4. O representante da ONU para os Direitos Humanos, Idriss Jazairy, ex-diplomata argelino, visitou o Sudão e declarou o seu governo genocida como sendo uma vítima - das sanções ocidentais.


3. O denunciante da ONU Anders Kompass foi punido pelos seus superiores por expor a violação de crianças por soldados em missão de paz. Demitiu-se em protesto contra a concessão da ONU de "total impunidade" aos que abusaram da autoridade, e contra a total irresponsabilidade da ONU.

2. A ONU elegeu o regime genocida da Síria para um alto cargo de um comité de descolonização encarregado de defender os Direitos Humanos fundamentais ao opor-se à "subjugação, dominação e exploração" das pessoas. Essa vitória da propaganda foi rapidamente proclamada pelo regime de Assad.


1. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, admitiu que apagou a Arábia Saudita de uma lista negra de países que matam crianças (as bombas da Arábia Saudita mataram 510 crianças iemenitas), depois de o regime wahhabista e seus aliados usarem de chantagem e extorsão ameaçando cortar doações para a ONU, inclusive para a agência de ajuda humanitária da ONU, e emitirem uma fatwa declarando a ONU como anti-muçulmana.

Bem fará Trump em correr com aqueles bandidos todos...

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