domingo, 17 de julho de 2016

O que faz alguém tornar-se um "extremista islâmico"?


Massacre de Nice.


Todos os dias o Islão mata, tortura, mutila, estupra, comete as maiores atrocidades. Na época da Internet, basta clicar, por exemplo, em A Religião da Paz, ou em Lei Islâmica em Ação - entre milhares de outros - e quaisquer dúvidas serão desvanecidas.

A particularidade que têm massacres como os de Paris ou de Nice é que matam e ferem muita gente de uma vez. Se tivermos em conta que, só cristãos, o Islão mata 11 a cada hora, em média, todos os dias há Massacres de Orlando, de Paris, de Nice, de Tel Aviv, de Boston, etc.. Um HOLOCAUSTO está em curso.

Como foram privados de senso-comum, nas suas educações universitárias e no seio dos seus partidos, os nossos políticos (e a sua base de apoio de comentadores e jornalistas), reagem ao Holocausto dos cristãos e outros infiéis... importando mais colonos muçulmanos!



Cristãos massacrados: foto do site de Raymond Ibrahim, cristão e especialista em Islão.

De cada vez que o Islão comete mais um massacre, a classe política que (ainda) ocupa o poder no Mundo Livre, comparece perante os jornalistas, aturdida, a balbuciar vacuidades, a sorrir, com o olhar vago de quem não faz a mínima ideia do que está a passar-se, e muito menos como o combater.

Após o massacre de Nice, o desfile incluiu, entre outros inúteis perigosos, o inevitável Barack Hussein Obama, a recomendar que se rezasse pelas vítimas, o Primeiro-Ministro de França Manuel Valls a dizer que "temos de viver com o terrorismo islâmico" (!!!) e outros cavaleiros da triste figura, entre os quais o Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa, que ainda conseguimos ouvir (antes de desligarmos o televisor, agoniados) a dizer que "a solução para o problema é uma Europa mais solidária, de modo que ninguém se sinta excluído".

Alguém disse que para quem só dispõem de um martelo, todos os problemas são pregos.  

Para esta esquerdinha lacrimejante, tão estúpida, a seu modo, como a direita mais chauvinista, todos os problemas são de imputar a supostas desigualdades e outros efeitos perversos do capitalismo, só curáveis com o socialismo.


 

Se foi ataque com armas de fogo, que se proíbam as armas de fogo. Se foi com um camião, o homem  estava stressado por causa do capitalismo. Era um muçulmano a cumprir os mandamentos do Islão que lhe ordenam matar os não-muçulmanos? Mera coincidência! 

Curiosamente nunca se viu, por exemplo, um budista a atropelar inocentes com um camião e a gritar Om mani padme hum ("da lama nasce a flor de lótus"). Mera coincidência!

O terrorista de Nice (e presumimos que todos os outros que foram capturados de seguida, com os camiões cheios de armas e de bombas), era um homem bom. O capitalismo (e não o Islão) é que o "obrigou" a avançar com um camião sobre crianças, mulheres e homens inocentes! 

Que um lunático de 16 anos que quer chatear os pais, se saia com uma destas, ainda vá. Mas líderes nacionais dizerem-no, é o velho sintoma do estágio final de uma Civilização: a apatia, à qual se segue a invasão bárbara.

Donald Trump, entre outros políticos que ainda podem salvar a nossa Civilização, olhou para o "Rei", e constatou que ele "vai nu". Disse simplesmente o que todos podemos ver: o Islão declarou guerra ao resto do Mundo e o resto do Mundo não tem outra escolha que não defender-se.


 Enquanto os rudes choram as vítimas, os iluminados choram os terroristas.


Os iluminados, os místico-pacifistas que choram pelos terroristas, que se estão nas tintas para as vítimas e declaram que "de bom grado deixariam assassinar toda a família a pegarem em armas para a defenderem" *, esses, preferem o estatuto de dhimmi, a submissão ao Islão.

Mais difícil que vencer a guerra contra a ideologia maléfica e genocida do Islão, é vencer a idiotice desses idiotas que se tomam por sofisticados.


(* - Disse-mo a mim, este iluminado).


O que faz alguém tornar-se um "extremista islâmico"? Falta de educação? Uma procura por um significado? Haroon Ullah, conselheiro sénior do Departamento de Estado e professor de política externa na Universidade de Georgetown, compartilha o que descobriu enquanto viveu no Paquistão:




Entretanto, em Nice, amontoam-se os ursinhos de peluche, as flores e as velas. Um 'JE SUIS NICE' trará consagração fugaz a algum jovem designer gráfico que anda nas lonas, nesta má economia - que no entanto sustenta milhões de colonos muçulmanos.

A extrema-esquerda já deve estar em mais uma campanha "Abrace Um Muçulmano". Os políticos receitam mais "solidariedade" e abrem as fronteiras a mais uns milhões de invasores bárbaros. Os muçulmanos festejam. Como de costume. E riem, incrédulos, de tanta estupidez!


No Al-Público, alguém vai ainda mais longe e escreve: "Je ne suis pas Nice. Antes de sermos Nice, temos de ser Reyhanli, Haditha, Idlib, Mosul, Beshir, Jalula, Baquba, Tikrit, Homs, Bagdad, Aleppo...". Os infiéis já não podem sequer chorar os seus mortos.

ACORDE!

2 comentários:

  1. ||||||||||||||||
    Muita informação para digerir.
    Tanta crueldade provinda da ignorançia.
    Continuemos...

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    1. Nem mais, caro amigo: crueldade vinda da ignorância.

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