sexta-feira, 8 de julho de 2016

"A morte de dois judeus foi aplaudida de pé pela União Europeia"


 

O mega-terrorista Mahmoud Abbas - que em nada difere de Osama bin Laden, Abu Nidal ou Yasser Arafat - foi ao Parlamento Europeu acusar os judeus que envenenarem a água que os árabes bebem - entre outros libelos de sangue. Qualquer pessoa normal ficaria enojada. Mas os deputados europeus aplaudiram de pé!!!

Alguns posts recentes sobre a INTIFACADA, a campanha de assassínio de judeus idealizada, promovida e premiada por Mahmoud Abbas, o novo Arafat, o homem que o Mundo ama:

Hallel Yaffa Ariel, de 13anos, assassinada à facada. Por ser judia. Para grande alegria das elites políticas europeias, das extremas esquerda e direita, e - obviamente - do mundo islâmico.
A morte de dois judeus foi aplaudida de pé pela União Europeia
 O obscuro, irracional, apelo à opressão dos judeus, mais uma vez prevaleceu na nossa sociedade, contra toda a lógica, contra todo o progresso.
 Giulio Meotti,
A cidade de Bondy, nos arredores de Paris,  liderada pela presidente socialista Sylvine Thomassin, aprovou o boicote aos produtos israelitas oriundos da Judeia e Samaria. E não é a primeira vez. Leicester, a décima maior cidade do Reino Unido, também proibiu os "produtos feitos em Israel", e a cidade irlandesa de Kinvara informou as lojas, restaurantes e até farmácias. de que já não podem vender produtos israelitas.

Poucas horas depois de esta cidade francesa ter votado o boicote de Israel, dois judeus israelitas, dois "colonos", foram mortos pelos árabes palestinos.
É uma farsa. É um escândalo sem fim. É título de um livro de André Glucksmann: "Silence, on tue", ou "Silêncio, que estamos a matar".
Enquanto a ameaça de um novo extermínio dos judeus é hoje uma realidade e uma promessa, os guardiões da memória no Ocidente continuam a distinguir entre o anti-semitismo, que é piamente condenado em homenagem ao Holocausto, e o anti-sionismo, o ódio a Israel, que é ansiosamente aceite e propagandeado.

A cultura europeia sustenta que os israelitas que são mortos hoje por serem judeus, não têm nada a ver com os seus pais mortos nas câmaras de gás; que o anti-semitismo por trás do Holocausto é um mal singular do passado.
A extinção do judaísmo Europeu teve lugar no meio do fracasso completo da cultura europeia. Hoje, no Ocidente há uma consciência indiferente à demonização diária e à dor infligida aos judeus pelos árabes palestinos.
Faz 40 anos esta semana, os terroristas sequestraram um avião cheio de israelitas em Entebbe, em 1976, seleccionaram os reféns fazendo-os declarar os seus nomes, e detiveram os 105 judeus a bordo. Alguns deles eram sobreviventes de campos de concentração que tinham experimentado o mesmo tipo de selecção mais de trinta anos antes. Um deles, Pasco Cohen, foi morto em frente da sua filha.
Vimos a mesma cena em Hevron, mas também em Dacca, Bangladesh, onde 9 italianos foram massacrados pelo ISIS.
Para um grande sector do mundo e do mundo islâmico, Israel é apenas um pedaço de terreno que deve ser oferecido ao Islão. Mas o que o Islão pretende fazer com Israel, pretende fazer com o resto do mundo livre.
Na semana passada, Abu Mazen, o rosto "moderado" da Autoridade Palestina, esteve em Bruxelas para receber uma ovação de pé depois de dizer que um grupo de rabinos israelitas tinha aconselhado os "colonos" a envenenarem a água para matarem o maior número árabes palestinos quanto possível. Uma mentira grosseira. Mas o discurso do ódio funciona.

 Veja sff o nosso post:
  E os posts relacionados com as alegações medievais sobre água.
A própria "Autoridade Palestina" posteriormente já confirmou a mentira que constituem estas estúpidas alegações, mas o Parlamento Europeu continua a acreditar nelas.
Judeus no caldeirão - Quem diria que a Idade das Trevas regressaria na Idade da Informação? Quem diria que a Internet seria ferramenta não de esclarecimento, mas de obscurantismo?

O discurso de ódio funciona porque faz vibrar o coração da velha Europa, tanto como quando é promovido em Ramallah.
Nas vinte e quatro horas seguintes ao discurso de Abbas, dois civis israelitas foram mortos a sangue frio. A matança de judeus teria conseguido uma ovação de pé da União Europeia.
E depois, há essa paixão britânica por odiar os judeus.
Jeremy Corbyn tinha comentado assim o relatório sobre a onda de anti-semitismo no seu Partido Trabalhista, apenas alguns dias antes: "Os nossos amigos judeus não são mais responsáveis ​​pelas acções de Israel do que os nossos amigos muçulmanos pelas do Estado Islâmico".
Sim, nós ouvimos bem: Corbyn comparou Israel como ISIS e o primeiro-ministro Netanyahu como Califa Baghdadi.

Veja sff o post em avisámos sobre o hippie Corbyn & Companhia:

Cai a Máscara do Anti-Sionismo


Desde que foi eleito secretário-geral do Partido Trabalhista, Corbyn tem protagonizado escândalos anti-semitas uns após outros. A comparação fatal e desprezível entre Israel e o ISIS é compartilhada por muitos deputados trabalhistas e vereadores suspensos nos últimos meses (incluindo o ex-presidente londrino Livingstone).
A cultura britânica está cheia destes exemplos de anti-semitismo primário.
Mas não é de estranhar, por outra razão:
O que Corbyn disse é partilhado pela maioria da elite humanitária britânica. A ONU nomeou como enviada aos territórios palestinos a professora de Direito na Queen Mary University of London, Penny Green, que também comparou Israel com o Estado Islâmico.
Penny Green, a extrema-esquerda ao serviço da ONU e do mundo islâmico. 

É obsceno e inaceitável: que aos olhos do mundo, a vítima se torne o agressor, que o judeu se transforme no novo nazi.
Durante a última guerra em Gaza, no Verão de 2014, o The Independent, jornal britânico de esquerda, escreveu que Israel é uma "comunidade de assassinos de crianças".
Os notáveis britânicos desde há muitos anos que apoiam o banho de sangue do povo israelita. O poeta Tom Paulin desejou a morte dos  "colonos judeus", o dramaturgo Caryl Churchill escreveu uma peça abertamente anti-semita, o romancista Iain Banks anunciou que os seus livros nunca seriam traduzidos para o Hebraico, o semanário New Statesman denunciou uma "Conspiração Kosher", a professora universitária britânica Mona Baker despediu dois colegas israelitas de uma revista académica e o vencedor de um Nobel, Harold Pinter, declarou Israel "o factor central na instabilidade mundial".

 Note-se que estes exemplo são apenas alguns dentre muitos:

 Medico israelita trata menino árabe muçulmano, em Israel.
O Reino Unido, que teve um Império global onde foram cometidas atrocidades - tal como outros países ocidentais que já tiveram impérios coloniais - projecta em Israel a sua culpa colectiva.
Quem o explica muito bem é Matti Friedman, num artigo que traduzimos:

Os jornalistas e Israel - Conclusão

As únicas crianças que o Mundo aprova que sejam assassinadas.

Temo que o obscuro, irracional, apelo à opressão dos judeus, mais uma vez prevaleça na nossa sociedade, contra toda a lógica, contra todo o progresso. Poucas horas depois de o Sr. Corbyn ter feito a comparação entre Israel e o ISIS, um terrorista palestino matou à facada uma menina israelita, enquanto ela dormia, na sua cama, perto de Hevron.
Eles nunca irão admiti-lo, mas para a maioria desses hipócritas britânicos e para muitos dos seus congéneres europeus, Hallel-Yaffa Ariel e o rabino Michael Mark mereceram.

Giulio Meotti: o autor deste artigo, jornalista italiano do Il Foglio, escreve uma coluna duas vezes por semana no Arutz Sheva. É seu o livro "A New Shoah", em que pesquisou as histórias pessoais de vítimas do terrorismo em Israel. Publicou "J'Accuse: o Vaticano contra Israel". Os seus artigos têm aparecido em publicações como o Wall Street Journal, Frontpage e Commentary.
A propósito:

Sem comentários:

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