sexta-feira, 15 de julho de 2016

Muçulmanos festejam derrota da França no EURO... esfaqueando portugueses!


O L'Équipe, timidamente, lá noticiou a forma como os colonos muçulmanos em França festejaram a derrota francesa.  Os festejos incluíram o ataque a adeptos portugueses, à paulada e à facada (6 foram hospitalizados, e um está em estado muito grave).

Euro 2016: Depois da vitória de Portugal, incidentes nos Campos Elíseos


Após o lançamento de projécteis e incêndios de contentores de lixo, a Polícia interveio repetidamente nos Campos Elíseos, na noite de domingo para segunda-feira.

Na noite de domingo para segunda-feira, nos Campos Elíseos, a celebração da vitória de Portugal foi perturbada por vários incidentes e marcada por uma grande confusão. Após a final, centenas de fãs portugueses reuniram-se ao pé do Arco do Triunfo, a pé ou de carro, entoando os seus cânticos, acenando com as suas bandeiras e soltando fumos e fogos de artifício, para comemorar o primeiro título internacional da sua equipa.
Mas, como já tinha acontecido antes antes em torno da fan-zone e perto do Trocadero, vários incidentes ocorreram e as forças de segurança intervieram em várias ocasiões, nomeadamente na sequência do lançamento de projécteis, foguetes e pirotecnia e fogos nos caixotes de lixo. Os incessantes ataques desta multidão estragaram a festa. Várias pessoas foram presas, e pelo menos uma pessoa ficou ferida.

Além dos fãs portugueses, a multidão era composta de muitos adeptos e grupos de jovens vestidos com as cores do PSG e de clubes ingleses, muitos deles brandindo bandeiras argelinas e marroquinas.

    "Um, dois, três, viva a Argélia!" gritam na frente dos fãs atónitos adeptos portugueses:



    - Remy Buisine (@RemyBuisine) 11 de Julho de 2016
L´Équipe via EUROPE-ISRAEL.

http://www.europe-israel.org/


A Imprensa portuguesa - submissa como poucas - continua a esconder que os autores das agressões aos adeptos portugueses foram colonos muçulmanos, e que o motivo foi, como sempre, o supremacismo islâmico e a natureza bárbara e colonialista do Islão. E assim, de negação em negação, a Europa vai morrendo de dia para dia.

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