segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Umas pedrinhas de nada! - 1

No dia em que os árabes mais uma vez provocaram confrontos no Monte do Templo, o lugar mais agrado do Judaísmo - que continua nas mãos dos terroristas do Hamas e do ISIS, em plena Jerusalém!



 Crianças árabes doutrinadas no ódio, pelo movimento terrorista Hamas


Como toda a gente da minha geração e das gerações pós restauração da independência de Israel, cresci sob a feroz campanha jornalística antissemita e pró terrorista. A 'gloriosa Intifada', a 'guerra das pedras', 'pedras contra armas' e outros chavões do jornaleirismo que temos.

A imagem acima ilustra uma notícia (uma entre centenas de milhar), sobre a cultura muçulmana do ódio, do terror, da destruição e da morte. Dois dias após a "Palestina" ter sido aceite como membro observador na ONU, a rádio oficial da Autoridade Palestina voltava à virulenta campanha de exortação das crianças ao bombismo suicida (confira AQUI, se quiser). As "escolas" dos muçulmanos são campos de treino no terrorismo, acima de tudo.

Os meninos crescem a atirar pedras aos judeus e aos soldados israelitas, e, se não se fizerem explodir antes com um cinturão de bombas, acabarão por alcançar o paraíso do Alá sempre pela via do assassínio dos judeus - os piores dos «infiéis», segundo o Alcorão.

Na TV "palestina" o Rato Mickey ensina a odiar e a matar. Um entre centenas de vídeos do mesmo calibre.


Mãe de um dos raptores, torturadores e assassinos dos três jovens judeus Naftali, Gilad e Eyal, orgulha-se publicamente do seu pio rebento:



Foi grande a celebração deste triplo rapto, que antecedeu a ofensiva do Hamas sobre Israel, que obrigou o Estado Judaico a responder, na Operação Protecção-Limite. A Imprensa mundial esteve-se nas tintas, como sempre está, quer para o rapto, tortura e assassínio; quer para as celebrações que varreram o mundo islâmico.

Em qualquer outro país do mundo, atacar uma esquadra de Polícia ou uma coluna do Exército, resulta, no mínimo, em prisão. Mas não em Israel. Em Israel, os apedrejadores são tolerados. Não podem ser presos nem repatriados, porque o mundo se levantaria a gritar: "RACISMO!".

A Imprensa internacional está sempre por perto, como abutres rondando a presa. As coisas passam-se mais ou menos assim:

Os "meninos" atiradores de pedras, canonizados pelos media globais e pela Esquerda em geral, atacam civis, polícias e soldados...


Como se pode ver, são "criancinhas".


E a coisa continua...


Até que as forças da ordem têm que intervir:


 Et voilá! Temos foto para alimentar a propaganda global anti-Israel!

Só esta última vai ser divulgada pelos media, apesar de os soldados estarem unicamente a impedir, sem violência, que os terroristas façam mais estragos. Uma legenda assassina e um artigo a espumar ódio, e estamos feitos!

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