quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)


O Primeiro-Ministro de Israel, em visita à Alemanha, realçou o papel do Mufti de Jerusalém no Holocausto. Um facto histórico. Alguns idiotas, e outros mal intencionados, aproveitaram para dizer que Netanyahu estava a "defender" Hitler

Há coisas que são simplesmente abjectas, mas o pior é que há gente de boa-fé que só lê as "gordas", e lá fica, a marinar no subconsciente, que Netanyahu "defende" Hitler. Não perca o vídeo final, que é bem o retrato dos protestatários anti-Israel. Dramático.

Fica aqui a História. E quem se dê ao trabalho de a estudar, em vez de andar só a jogar Counter Strike e a ver novelas de TV, muito mais saberá:

David Bedein - O Mufti, Hitler e os palestinos: Os factos!

O líder titular da comunidade árabe palestina na geração anterior, Haj Amin Al Husseini, o Mufti de Jerusalém, forjou um pacto com Adolf Hitler em 28 de Novembro de 1941, uma semana antes da conferência de Wannasee, originalmente programada para 7 de Dezembro de 1941, adiada por um mês, devido ao ataque a Pearl Harbor naquele mesmo dia.
 
Os protocolos do pacto Hitler-Mufti foram apresentados como prova contra o Mufti nos julgamentos de crimes de guerra de Nuremberga, e declaravam explicitamente que Hitler iria exterminar os judeus da Europa, enquanto o Mufti mobilizaria ajuda aos nazis para exterminarem os judeus na Palestina, a fim de estabelecer um Estado "livre de judeus" na Palestina.

NOTA: na época, a Terra de Israel estava sob administração Britânica, e os ingleses (tal como os Romanos) chamaram-lhe Palestina, como temos repetidamente explicado.


 
Para o efeito, o Mufti recolheu ao bunker de Hitler, de onde  recrutou uma unidade islâmica da Waffen SS, e esteve activamente envolvido no assassinato em massa de judeus, ao emitir apelos de língua árabe na Rádio nazi, que incitavam os muçulmanos a aderirem à causa nazi e a prepararem-se para o assassinato em massa de judeus na Palestina.
Os Protocolos de Nuremberga estabelecidos com o Mufti foram publicados num livro de 1946, intitulado "Mufti de Jerusalém", da autoria do jornalista Maurice Pearlman, que foi nomeado em 1948 como o primeiro director do Gabinete de Imprensa do Governo de Israel.

NOTA: lembramos que os Árabes invadiram a Terra de Israel em 1920, como temos repetidamente mostrado, com vídeos da época.
Pearlman citou depoimentos de altas testemunhas de acusação das SS, que testemunharam que o Mufti, trabalhando directamente sob Eichmann e Himmler, se certificaria de que milhões de judeus seriam assassinados, e não resgatados.

Ninguém nega as transmissões de rádio de língua Árabe do Mufti, o seu recrutamento das unidades SS islâmicas, o seu envolvimento activo nas SS e nos massacres de judeus na Jugoslávia.

E não há dúvida de que o Mufti estava ciente da Solução Final, tendo-a totalmente apoiado, e procurava para estendê-la ao mundo árabe.

O depoimento de um dos subordinados de Eichmann, o SS Hampsturmfuerer Dieter Wisliceny, que foi testemunha de acusação em Nuremberga, fala por si:

"O Mufti foi um dos iniciadores do extermínio sistemático dos judeus europeus junto dos alemães e tinha sido colaborador permanente e assessor de Eichmann e Himmler na execução do plano... De acordo com a minha opinião, o Grande Mufti, que tinha estado em Berlim desde 1941, desempenhou um papel determinante na decisão do Governo alemão de exterminar os judeus europeus, cuja importância não deve ser desconsiderada. Ele repetidamente sugeriu às várias autoridades com quem tinha estado em contacto, sobretudo Hitler, Ribbentrop e Himmler, o extermínio dos judeus europeus. Ele considerava essa uma solução confortável para o problema palestino. Nas suas mensagens difundidas a partir de Berlim, ele superava-nos nos ataques anti-semitas. Ele era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava a acelerar as medidas de extermínio ..."


Em 1961, quando Eichmann foi levado à justiça em Jerusalém, a então Ministra dos Negócios Estrangeiros do Israel, Golda Meir, deu ordem à Mossad para prender o Mufti e para o sentar ao lado de Eichmann no julgamento em Jerusalém.

Maurice Pearlman relata a fuga do Mufti para o Cairo, onde Pearlman relatou como o Mufti influenciou a recém-formada Liga Árabe para traçar a Carta da Liga Árabe, com uma declaração explícita de que o seu objectivo era acabar com qualquer entidade Sionista que lsurgisse.

Na verdade, o Mufti, inspirou a chefia da Liga Árabe a constituir a base da declaração de guerra para destruir o Estado nascente de Israel, em 1948.


A recusa do Reino Unido de prender o Mufti no Cairo, descrita por Pearlman, levou o líder Sionista nos Estados Unidos na época, Ben Zion Netanyahu, pai do actual Primeiro-Ministro de Israel, a lançar uma campanha mal sucedida para influenciar os Estados Unidos a exigirem a prisão do Mufti no Cairo.

Um facto pouco conhecido diz respeito à relação especial do Mufti com um jovem parente no Cairo, a quem o Mufti carinhosamente daria o nome de "Yasser Arafat". Em Dezembro de 1996, o Haaretz entrevistou o irmão e a irmã mais novos de Yasser Arafat, que disseram que o Mufti desempenhou o papel de uma figura paterna substituta e mentor do jovem Arafat.

O fracasso da Liga Árabe, em 1948, para mobilizar os árabes da Palestina para uma guerra activa contra o Estado Judaico recém-formado, levou o Mufti a instar a Liga Árabe, em 1964, a lançar a OLP, a Organização de Libertação da Palestina, cujo propósito era quase idêntico em linguagem à Carta da Liga Árabe: exterminar o novo Estado de Israel.
No entanto, o foco da OLP foi organizar os árabes que permaneceram em Israel, juntamente com os refugiados árabes que definharam nos campos de refugiados da UNRWA, a organizarem um esforço das bases eficaz para libertar a Palestina, toda a Palestina, do domínio judaico.

Hoje, o novo currículo da Autoridade Palestiniana está imbuído com o legado do Mufti de Jerusalém, Haj Amin Al Husseini, cuja visão de uma Palestina "livre de judeus" é ensinado em cada instituição educacional da Autoridade Palestina, juntamente com a luta armada para libertar a Palestina, como um ideal para os estudantes árabes palestinos.

Em 4 de Janeiro de 2013, Mahmoud Abbas, elogiou o legado do padrinho da OLP, o Mufti de Jerusalém, num vídeo projectado numa ampla tela para as massas, em Gaza, que se reuniram para comemorar a fundação da Fatah (palavra árabe para "conquista"), também conhecida como a Organização de Libertação da Palestina.

Abbas elogiou o Mufti como um homem cujos actos deveriam ser imitados por todos os árabes palestinos: "Devemos lembrar os pioneiros, o Grande Mufti da Palestina, Hajj Muhammad Amin Al-Husseini, bem como Ahmad Al-Shukeiri, o fundador da OLP", disse Abbas, de acordo com a tradução do discurso feito pelo Middle East Media Research Institute (MEMRI).

David Bedein é um líder comunitário e jornalista responsável pela Israel Resource News Agency. É o autor de "Where Has All the Flour Gone: Whims and Waste of UN Palestinian Refugee Policy" e produtor do filme “Palestinian Refugee Policy: From Despair to Hope.”
De notar que o ideário nazi continua em vigor entre os islamistas, que adoptam o Mein Kampf e outras obras nazis como bases da sua ideologia.
Não vos maçamos, por agora, com mais vídeos e outros documentos. Há muitos, muitos mais. Recordamos estes artigos, absolutamente essenciais:


P.S. - Hoje cruzei-me na Internet com várias pessoas jovens, como estas raparigas do vídeo seguinte. A ignorância é atrevida, como bem sabemos.

Enquanto uma furiosa manifestação de protesto anti-Israel decorria em frente à Embaixada israelita em Londres, uma jovem foi questionada sobre a sua postura pró-"palestiniana". Tudo o que conseguiu fazer foi envergonhar-se, mostrando completa ignorância sobre o conflito.

Não deveria ser óbvio que os manifestantes deveriam conhecer o motivo do seu protesto? Não no caso de Israel!

Neste caso, a entrevistada é tão ridiculamente ignorante sobre o conflito de Israel com os "palestinos", que parece que alguém acabou simplesmente de lhe pôr um cartaz na mão. O mesmo pode ser dito das suas amigas, igualmente confusas. E possivelmente de quase toda a gente na manifestação. A malta gosta de cenas. A malta gosta de protestar.

Seria fácil culpar estas meninas ingénuas, mas elas são simplesmente o resultado das mentiras anti-Israel que poluem as Universidades e os media em todo o mundo. Uma tristeza, a espécie humana estar ainda neste precário estágio evolutivo...
As massas são regidas por três instintos: caos, ignorância e ódio. Com isto, dê ordens e terá uma revolta em marcha!
Thimer 


Os ignorantes são sempre cépticos ao receber conhecimento.
Guilherme Salvini
Não há algo pior que oferecer sabedoria a quem só pode pagar com ignorância.
Max Gehringer

2 comentários:

  1. Foram "apenas" 100 000 os soldados muçulmanos que lutaram ao lado do exército nazi: está bem documentado, e bem esquecido também!

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  2. Marco Antonio Villa deveria ler isso para conhecer mais a Historia do Oriente Medio e compreender as motivações antissemitas que animam os palestinos.

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