terça-feira, 6 de outubro de 2015

A situação na Síria e a ajuda de Israel


Os refugiados sírios têm que procurar refúgio a milhares de quilómetros, em países infiéis.


O jornal francês de Esquerda "Le Monde" tem o mau hábito de misturar a sua ideologia com os factos. No tempo da Guerra Fria, o jornal era um braço do KGB, espalhava desinformação sobre os Estados Unidos e propaganda ao regime soviético. A publicação também se encarregou de branquear as atrocidades cometidas pelos Khmers Vermelhos no Cambodja. Foi graças a jornaleiros como estes que boa parte do Mundo Livre viveu tantos anos na ilusão de que os Americanos eram os maus da fita e os Comunistas o Sol da Terra.

No entanto, o "Le Monde" parece estar a corrigir a trajectória, e surpreendeu-nos com uma descrição escorreita da situação na Síria, que pode ver no vídeo seguinte:



ENTÃO E QUAL É O PAPEL DE ISRAEL NESTA COMPLEXA SITUAÇÃO?



A mulher síria ferida disse: "Nós hesitámos em vir ser tratados em Israel, porque fomos ensinados a odiar. Fomos ensinados este é um Estado inimigo brutal, mas aprendemos que a realidade é diferente. As pessoas aqui têm uma consciência O nosso inimigo está na Síria, não em Israel."
"Se pudéssemos, ficaríamos aqui" - disse o casal sírio no Hospital  de Poriah, na sexta-feira.
Mais abaixo, pode ver um de muitos vídeos das Forças de Defesa de Israel, que mostram como os militares, que têm que se defender dos constantes ataques do lado da Síria, tratam os feridos da guerra civil que lá se desenrola. 

Mais de 4.500 sírios já foram resgatados pelo IDF (com risco de vida para os seus soldados) e assistidos nos hospitais israelitas. Nenhum pagou nem um tostão. E não é por Israel ser rico, que não o é, Israel é o único pedacinho do Médio Oriente que não tem petróleo. É por dever moral e verdadeiro amor ao próximo. Para mostrar ao Mundo não é, porque nenhum órgão de informação o mostra!



Outra coisa que Israel faz:

Acolher refugiados

A SodaStream de Israel oferece-se para receber  refugiados sírios
Chefe da Empresa diz que pode ajudar a realojar 200 famílias e dar-lhes trabalho na fábrica no Negev: "Recuso-me a ficar de lado a observar esta tragédia humana".
A SodaStream, que garantia o sustento de centenas de famílias árabes ( e de outras origens, nomeadamente judias) na Judeia e Samaria, foi obrigada a "deslocalizar-se", por pressão da organização neo-nazi BDS. Releia:

'Terrorismo e gasosas' - O "Caso" SodaStream

O Presidente da SodaStream e o presidente do município de Rahat, disseram que podem integrar até 200 famílias. Cerca de 30% dos 1.100 trabalhadores da fábrica vivem na cidade beduína liderada pelo presidente Talal al-Krenawi.

"Como filho de um sobrevivente do Holocausto, recuso-me a ficar de lado a observar a tragédia humana que se desenrola do outro lado da fronteira, na Síria", disse o
CEO da SodaStreamDaniel Birnbaum, em comunicado.
 
Daniel Birnbaum
"Assim como sempre temos feito o nosso melhor para ajudar os nossos irmãos e irmãs na palestinos na Judeia e Samaria, chegou o momento de as empresas locais e os líderes municipais ajudarem a resolver a crise humanitária síria e tomarem iniciativa de auxiliar os necessitados. Não podemos esperar que os nossos políticos suportem toda a carga de fornecer ajuda aos refugiados."
- Excerto de artigo do Times of Israel.

Esperamos que amanhã estas famílias não venham a atacar o país que as acolhe... Eles, os israelitas, não pensam nisso.

Recordamos também que a Liga Árabe nem uma vez se reuniu para debater o problema dos refugiados, e muito menos para os receber.

Este destacado académico islâmico do Qatar explica porque é que tem que ser O Mundo Livre a receber os refugiados: "Sai muito caro, a nossa cultura é diferente, os refugiados chegam traumatizados pela guerra, é melhor irem para outro lado". Para a Europa em crise, para Israel - a terra dos "macacos e porcos" - por exemplo...


Mas isto, a Imprensa também não mostra.

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