segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dia de Jerusalém


Mapa medieval mostrando Jerusalém como centro do Mundo

O CENTRO DO MUNDO

Celebra-se no 28º de Iyar o Dia de Jerusalém, o dia da reunificação e libertação da cidade do domínio jordano, em 1967, na Guerra dos Seis Dias. Tratou-se de uma guerra movida contra Israel por uma coligação de países árabes (Egipto, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Sudão e Argélia). Israel, mais uma vez e contra todas as expectativas, venceu, e, no processo, conquistou a Península do Sinai, a Judeia e Samaria e os Montes Golan.




As origens da cidade perdem-se na noite dos tempos. Segundo a tradição, Jerusalém existe desde a Idade do Bronze, e o seu mais antigo governador terá sido o rei-sacerdote Melquisedeque.

O Patriarca Abraão, o primeiro hebreu, terá lançado aí as sementes do Povo Judeu. Cerca de 1300 a.C., na sequência do Êxodo do Egipto, conduzido por Moisés, Deus terá dado oficialmente a Terra de Israel aos judeus, e Josué tornou-se o primeiro líder judeu a exercer a soberania sobre a Terra Santa.

Terá sido nessa época que Jerusalém ganhou a reputação de ser o Centro do Mundo. Essa designação tem razões que se prendem com a cosmogonia da época, mas também com o motivo mais prosaico de que a Terra de Israel se encontra na encruzilhada de três continentes:

A situação geográfica de Israel e de Jerusalém é estratégica e privilegiada, hoje como no tempo de Josué. Infelizmente, essa tem sido a causa principal da lista interminável de invasões e de destruições totais e parciais da cidade e do território.

 O PREÇO DO ÊXITO


Originalidades dos judeus: Nenhuma outra religião na História foi revelada a milhões de pessoas de uma assentada.

Contra todas as expectativas (como é habitual no que toca aos judeus), a pequena e exótica religião do pequeno e exótico povo de pastores escravos no Egipto, viria a alcançar um enorme êxito. O Judaísmo foi a primeira religião monoteísta da História, e viria a ser a origem das duas religiões com mais prosélitos na História: o Cristianismo e o Islão.

Os dois grandes ramos que brotaram da árvore do Judaísmo, não só não mostraram (nem mostram) grande deferência para com o seu tronco e as suas raízes, como têm procurado, durante milénios, extinguir o Judaísmo, os Judeus e Israel.

A Bíblia dos Cristãos congrega o Antigo Testamento, com a Torá (o Pentateuco) e todos os livros da tradição Hebraica.  E o Alcorão refere igualmente, com todas as letras, a sua origem nos Patriarcas Abraão, Isaac e Jacob (a quem Deus terá mudado o nome para Israel, e daí falar-se da Terra de Israel, hoje nome do país).

O problema é que os cristãos vêem no rabino Yeshua ben Yousef (vulgo Jesus Cristo) o seu Messias. E os muçulmanos vêem em Maomé o definitivo profeta, que terá vindo corrigir os supostos erros e desvios dos judeus e dos cristãos.


"Beatriz Nunez foi presa pela Inquisição espanhola, na Primavera de 1485. Ela e o seu marido tinham-se convertido ao Cristianismo, poucos anos antes, mas Beatriz manteve a dieta kosher. Uma das suas empregadas domésticas denunciou ao Tribunal uma receita para o Sábado, de guisado de carneiro, grão de bico e ovos cozidos. A Inquisição considerou-a herege impenitente e queimou-a viva em 1485."


E vai daí, os cristãos deitaram-se, durante séculos, à nobre tarefa de converter os judeus pela força - ou de os chacinarem e queimarem nas fogueiras, em caso de recusa. Já os muçulmanos, mais democráticos, tanto extinguem judeus como cristãos, ou gente de qualquer outra religião. Mas com larga preferência para os judeus, que o Alcorão define como "os mais vis dos seres" e "filhos de macacos e porcos"! Porque não se converteram ao Islão, também conhecido como a Religião do Crime.




"Em AD 627, Maomé dizimou a última grande tribo remanescente de judeus em Medina: os Qurayza. Ele decapitou os homens e os rapazes púberes e escravizou as mulheres e as crianças. Ao fazer isso, 'varreu do mapa' uma tribo inteira, para usar a linguagem do presidente do Irão, recentemente.
Answering Islam

Sobre o Islão, não vale a pena alongar-mo-nos. A nossa Secção ISLÃO e ISLÃO - O QUE O OCIDENTE PRECISA SABER, mais a lista de sites O TERRORISMO GLOBAL, na barra lateral, mostram o que é a jihad, a guerra "santa" do Islão contra os infiéis, os não-muçulmanos, sempre com prioridade para os judeus.

 Alguns sites em Português, que dão uma amostra da natureza bárbara, genocida e assassina do Islão:
2012 - O grande mufti de Jerusalém, em cumprimento do Alcorão e das ordens e do exemplo de Maomé, declara que O DESTINO DOS MUÇULMANOS É MATAR JUDEUS.

Este tipo de propaganda é a nota forte em cada mesquita, em cada jornal, em cada canal de Televisão e em cada estação de Rádio muçulmanos. É a grande obsessão do Islão, a sua ideia fixa, o seu objectivo de vida. "Matar o seu judeu" é uma obrigação elementar de cada muçulmano, de forma a atingir o paraíso de Alá.

Neste post, Pamela Geller dá uma panorâmica do ódio e do terrorismo islâmico contra os judeus, da colaboração com o Nazismo e da inspiração nazi de todos os bandos terroristas do Mundo.

O distinto clérigo cita o clímax do Alcorão, que é o Fim do Mundo e a ascensão do Islão como religião global. Nesse dia, seguindo o livro, as próprias pedras dirão: "Ó Muçulmano, servo de Alá, está um judeu escondido atrás de mim, anda cá e mata-o!".

A guerra global que está em curso desenvolve-se em dois planos: os muçulmanos, cientes de que chegou o Fim dos Tempos (e nisso estamos de acordo) procuram dominar todo o Globo,submeter os infiéis e tornar a Sharia a lei global.

Por outro lado, lutam entre eles (xiitas e sunitas sobretudo) pela suprema honra de dizimar os judeus até ao último. O pretexto da disputa é Jerusalém, a capital eterna do Povo Judeu. A cidade não é citada nem uma vez no Alcorão. Os Árabes foram um dentre muitos povos que a invadiram, e apenas a dominaram (com a sua proverbial barbárie) durante escassos 22 anos.

Os muçulmanos têm tanto direito a  Jerusalém como a Lisboa! Até têm mais "direito" a Lisboa, pois andaram por cá mais tempo. Ainda que os judeus tivessem todos migrado para o Pólo Sul ou para a Lua, eles encontrariam pretexto para os irem lá dizimar.


SÓ EM ISRAEL...


Eu cá, juro pela minha rica saúde que não compreendo os judeus.  Como é que eles toleram dentro das suas fronteiras uma população totalmente hostil de terroristas, colonos racistas e odiadores? Compreendo o Geert Wilders e o autarca francês Robert Chardon (à esquerda - salvo seja; lagarto, lagarto, lagarto!!!), que pretende pura e simplesmente banir o Islão no país. Se o Nazismo é proibido, bem pior é o Islão! Faz TODO o sentido que seja proibido e combatido!


Mas disso já falámos muito, e contamos falar muito mais. E também não vamos agora falar do Papa Francisco I, que fez votos recentemente que o terrorista islâmico Abu Mazen/Mammoud Abbas (cujos feitos têm sido amplamente narrados neste blogue) seja um... "anjo da paz".


O Papa reconhece a "Palestina" árabe. Na melhor das intenções, estamos certos.

A não ser que que "anjo da paz" queira dizer um assassino sem escrúpulos, como os nazis que a Argentina acolheu após a II Grande Guerra, achamos as expectativas de Sua Santidade um tanto elevadas...

Recomendado:

"Moderado" Abbas apoia genocído dos Judeus


Do que vos falamos agora e apenas a título de exemplo é da paciência de santo (para não dizer de corno, que é má-educação) que os judeus têm. Nenhum outro povo, nenhuma outra religião, suporta as tentativas globais de "conversão" que os judeus suportam. Para além de tudo o que suportam.

Que a Igreja Católica tenha orações especiais pela conversão dos judeus, "irmãozinhos transviados do Bom Caminho", ainda vá que não vá. Certas correntes evangélicas têm o supremo desplante de realizar em Israel mega-comícios de apelo á conversão dos judeus - já para não falar do assédio diário que os judeus aguentam, na SUA própria terra, por parte dos bem intencionados turistas que insistem em salvá-los das chamas do Inferno! IRRAAAAAAA!!!!!

Está agora a realizar-se em Jerusalém um evento elefantesco, chamado "CONVERTAMOS OS JUDEUS!", que reúne uma multidão de fanáticos numa sala de conferências lotada, com capacidade para 11.600 espectadores:


 E o Mundo acha isto normal!!!

Em Israel existe liberdade religiosa. Como existe em Portugal, na Índia ou no Japão. Mas imaginemos, por um instante, milhares de judeus reunidos em Lisboa, sob o lema "CONVERTAMOS OS PORTUGUESES!". O que aconteceria?...

Imaginemos milhares de judeus reunidos em Bombaim, na Índia, pátria das religiões Dármicas, como Israel o é das religiões Abrâmicas. Imaginemos esses milhares de judeus reunidos sob o slogan "CONVERTAMOS OS HINDUS! OS SIKHS! OS JAINISTAS! OS SIKHS!". O que aconteceria?...

Imaginemos uns milhares de judeus às portas do Palácio Imperial do Japão, aos gritos de "CONVERTAMOS OS XINTOÍSTAS!". O que aconteceria?...

Imaginemos 11.600 judeus a entrarem no Vaticano, aos gritos de "CONVERTAMOS OS CATÓLICOS!". O que aconteceria?...

E não nos esqueçamos de que o Messias dos Católicos  (e o meu, por acaso) até é um judeu!...

Um judeu que, reza a História, terá dito: "Perdoa-lhes, Senhor, pois eles não sabem o que fazem...".

3 comentários:

  1. Cuidado com o rigor: o Papa não disse que Abbas "é um anjo da paz", mas apelou a que ele "seja um anjo da paz". Confirme isso, por favor, e verá que tenho razão. Francisco pode ser totó, mas não tanto.

    http://pjmedia.com/tatler/2015/05/16/contrary-to-popular-outrage-pope-francis-didnt-call-mahmoud-abbas-an-angel-of-peace/

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  2. Esperemos que o papa saiba o que está a fazer. Entretanto, o post foi devidamente corrigido.

    I.B.

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