domingo, 9 de agosto de 2015

Saad - O Mal é sempre o Mal



 Saad e Riham Dawabsha com o bebé Ali

O pai de Ali, o menino árabe que morreu no incêndio criminoso em Duma, morreu, em consequência dos ferimentos. Saad Dawabsha foi sepultado em Nablus.  A Autoridade Palestina (que incita ao terrorismo contra os israelitas e premeia os terroristas) anunciou que vai  processar Israel, enquanto que o grupo terrorista Hamas apelou à vingança. Israel  prepara-se para mais uma escalada de violência na Judeia e Samaria.

Antes de mais, o nosso renovado e sincero lamento por estas duas vidas precocemente interrompidas e pela tragédia que se abateu sobre esta família.

Se a intenção dos criminosos, ao atirarem um cocktail molotov contra uma habitação, foi "apenas" intimidar, ou "apenas" culpar terceiros, aqui está o resultado trágico que pode advir de uma má acção. 

O Mal é sempre o Mal. E quem procede mal, pode desencadear consequências para além das pretendidas. Legítima defesa é um direito e uma obrigação. Violência não é solução.

Mas há muitas formas de proceder mal. E os políticos e os media, ao não condenarem os ataques terroristas diários contra israelitas, têm grande parte de culpa neste caso - quem quer que tenham sido os autores.


O estado em que ficou a casa da família Dawabsha

O jornal ferrenhamente anti-Israel New York Times (que bate o Al-Público aos pontos) permitiu ao Ministro Naftali Bennett denunciar o terrorismo judaico:

  
Naftali Bennett
"Os terroristas que mataram Shira e Ali não representam Israel e seu povo. Eles são um grupo de marginais, composto por extremistas radicais, que não só procuram matar. O seu objectivo final é a destruição do Estado de Israel. Eles agem contra e ameaçam a própria premissa que o movimento Sionista imaginou quando retornou à Terra de Israel depois de 2.000 anos de exílio - um Estado judeu e democrático comprometido com a igualdade e a liberdade para todos os seus cidadãos. Eles são anarquistas, uma quinta coluna dentro de Israel, e, como o Hamas e o Hezbollah, eles têm de enfrentar toda a força do sistema de Justiça de Israel e do seu sistema de Defesa.

     Mas eles também são um grupo pequeno. Eles não representam os 400 mil moradores de comunidades judaicas em toda a Cisjordânia, a esmagadora maioria dos quais são cidadãos cumpridores da lei e condenaram esses actos de violência."

Manifestantes juntaram-se espontaneamente na Praça Sião em Jerusalém, para discutir a intolerância na sociedade israelita.

Não se sabe ainda se foram efectivamente extremistas judeus os autores deste ataque. Se foram, Naftali Bennett tem toda a razão em defini-los como inimigos do Estado de Israel. Como é o caso do extremista que esfaqueou um grupo de participantes numa marcha de orgulho gay em Jerusalém, acabando por causar a morte a uma jovem de 16 anos. O indivíduo já tinha cumprido uma pena de 10 anos por um ataque semelhante, e é um anti-Sionista convicto, daqueles que preferem que Israel deixe de existir, a continuar a existir como Estado plenamente democrático, com espaço para todas as opiniões e estilos de vida. Fanáticos há em todo o lado, e Israel não poderia ser excepção, infelizmente.


 Posts anteriores sobre este assunto:


Judeus oram pelas vítimas do ataque de Duma

 Israel unido contra o ataque de Duma

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