sábado, 8 de agosto de 2015

Companheira do sheik Munir agredida, em Lisboa


O Alcorão na Surata 4.34 diz: "... àquelas de quem temeis a desobediência, exortai-as, pois, e abandonai-as no leito, e batei-lhes". 


"Líder islâmico agride mulher à cotovelada"
  CORREIO DA MANHÃ

É claro que acontece com gente de outras religiões. Antigamente, havia até mulheres cá em Portugal que diziam com orgulho: "se o meu marido me bate, está a bater naquilo que é dele"

É claro que por ter vindo no jornal não significa forçosamente que seja verdade, e o senhor pode muito bem estar inocente, nunca se sabe. Pode ter sido um momento de desatino, a que qualquer pessoa está sujeita, pode ter sido muita coisa. Contudo, se trazemos aqui o caso, é porque o senhor sheikh é useiro e vezeiro em mentir, quando interrogado sobre o tratamento das mulheres no Islão, dizendo sempre que "as mulheres são tratadas como flores" e omitindo a realidade:

E a realidade é que o Islão é, nos tempos actuais a ÚNICA religião que encoraja o espancamento das mulheres. Se duvida, veja a nossa secção MULHERES

E não apenas o espancamento. Os muçulmanos, à luz de certos decretos religiosos são autorizados por exemplo a COMER (no sentido literal) as próprias mulheres.

Quanto às infiéis, basta que se diga que o espancamento brutal, o estupro, o assassínio, de mulheres não muçulmanas, os mercados de escravas sexuais, são comuns em boa parte do mundo muçulmano  (com o aval religioso):
Uma pequena busca no youtube disponibiliza centenas de vídeos com clérigos muçulmanos a explicarem como se espanca uma esposa como deve ser - até nas Televisões ocidentais o fazem, sob os aplausos do politicamente correcto, que simplesmente A-DO-RA a "diversidade cultural".


Como este há centenas de outros exemplos registados em vídeo. E isto é Esposa. Quando se trata de criada ou "infiel", imagine como é... O Islão permite e aconselha.

Na TV do Reino Unido já se faz a apologia do espancamento "humano" do Islão:


 

11 comentários:

  1. Começo por dizer desde já que não sou amigo de Israel, nem inimigo.Respeito os judeus e a sua secular cultura.Mas acho que o Estado de Israel está longe de respeitar a legalidade internacional.Bom, mas uma vez que o tema aqui em tela é outro , vamos a ele.Sim, tem toda a razão, o Sheik Munir é useiro e vezeiro em falsidades e imprecisões.Recordo-me de um debate realizado há tempos na RTP1 em que Munir dizia que o Corão não preconiza a execução dos apóstatas.A verdade é que todas (ou quase todas) as autoridades religiosas de renome no Mundo islâmico entendem que a apostasia deve ser sancionada com a pena capital.

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    1. Grato pela sua participação. E parabéns por ser dos poucos que não vão nas cantigas de embalar do sheik Munir, que mente como respira!

      Se puder precisar em que é que Israel não respeita a legalidade, teríamos oportunidade de ficar a saber algo que desconhecemos. Israel é a única democracia do Médio Oriente, e na Ásia quantas mais há? Japão, Índia... e não estou a ver mais nenhum. Erros, cometerá, como qualquer país do Mundo. Jamais defendemos qualquer tipo de aura de perfeição de Israel ou dos judeus. mas o contrário é que também não toleramos.

      Abraço!

      J.J.

      P.S. - Não confunda sff desrespeito pelo Direito Internacional com condenações da ONU, que é dominada pelos regimes totalitários comunistas e islamistas... Veja que a ONU emite dezenas de condenações contra Israel, enquanto o ISIS tem uma ou duas, o Irão (que dispensa adjectivos) ou a Síria (idem) não têm nenhuma, a Al-Qaeda é capaz de ter uma nomáximo, etc.. Basicamente Israel é condenado por existir e não se deixar massacrar...

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    2. Exactamente pelo facto de Israel ser um país democrático é que deveríamos esperar mais dele.Mas também entendo as dificuldades que o Estado hebreu enfrenta na gestão difícil e complexa do xadrez político e estratégico local numa das regiões mais conturbadas do Mundo como é o Próximo Oriente.
      Mas voltando ao Sheik e ao aludido debate na RTP, referindo-se ao tema da apostasia, disse ele que o Corão nada prescrevia nesse sentido.Independentemente de este facto corresponder ou não à realidade, quem conhece minimamente o Islão sabe que o Corão não é a única fonte de teologia e jurisprudência. A suna (ações e ditos atribuídos a Maomé) também o é.
      Ora, o teólogo e jurisconsulto islâmico Youssuf Al-Qardawi,(um dos mais eminentes e conceituados) no livro intitulado "Lícito e Ilícito no Islão" ( de ampla divulgação) diz o seguinte a págs 495 e 496 e cito: " A apostasia do Islam depois de o ter aceito voluntariamente e, subsequentemente, declarar-se abertamente contra ele (...) é um crime sujeito a morte". Transcreve em seguida um "hadith" (dito oral atribuído a Maomé):"Verter o sangue de um muçulmano é ilícito a não ser por três razões:(...) aquele que renegar a sua religião (a islâmica) e abandonar a sua comunidade." Bastante claro e inequívoco.E o "hadith" em questão é considerado autêntico ( de acordo com a crítica da jurisprudência islâmica) já que é relatado por Al-Bukhari e Muslim.

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    3. Amigo lusocaster,

      Demonstra excelente conhecimento em relação ao Islão. E isso é bom. Se quiser colaborar no nosso blogue e muito bem-vindo.

      Quanto a Israel, e sem que defendamos que se trata de um país ou de um povo melhor que os outros, não vemos em que é que poderia agir melhor. Em nossa opinião, Israel é brando demais. O sentido de humanismo que Israel demonstra, no meio daqueles regimes arcaicos e maléficos, é entendido pelo Mundo como «se eles fazem tantas cedências e aguentam tanto é porque têm culpas no cartório». Mas se quiser concretizar, logo divulgaremos, com a imparcialidade que pensamos ter.

      Abraço,

      J.J.

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    4. Não me importo nada de colaborar.Sublinho desde já que nada me move contra o Islão em particular.Apenas penso que devemos restabelecer a verdade dos factos até onde isso for possível. Abraço.

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    5. Óptimo! Faz falta diversidade. Desde que sejam pessoas de bem como é o seu caso, todos são bem-vindos, independentemente das opções políticas ou religiosas. Sff mande um email para BomAmigodeIsrael@gmail.com que faremos seguir um convite.

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  2. Puxam a brasa as suas sardinhas!
    The democracy of Israel is " who is against the israeli policies of invasion and torture are undemocratic, while those who agree or stay quite are democracies"
    Israeli soldiers beat and kill women and children and the world sees the videos, can't you upload some videos of them as well? Are u a man enough to do that? On YouTube, there are many videos if someone wants to see the other face of Israel. The sheikh, did or didn't beat his wife, how come you think the western women got never beaten up by you so called Christians and Jews?

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    1. Olá, tudo OK aí na madrassa, seu pândego?

      Já sabe o que é puxar a brasa à sardinha! Está a aprender com os infiéis, hein, seu pândego!!! :-)

      Nos países cristãos e no Estado Judaico de Israel, a religião e a lei proíbem que se espanque, viole ou torture as mulheres, como você bem sabe, mas faz-se de parvo. E NÃO É!!!. Ao passo que a vossa "religião" infelizmente ainda permite e encoraja não apenas o espancamento das mulheres, mas toda a sorte de atrocidades, desde o canibalismo à escravatura e mutilação sexual, passando pela violação de meninas a partir de 1 ano de idade, pedofilia, etc., como temos aqui demonstrado, não com vídeos FORJADOS, como vocês fazem, mas com vídeos das VOSSAS Televisões!

      Quanto ao resto da sua verborreia, é propaganda "Palywood", é mais do mesmo, é a taqyiia nossa de cada dia. Como temos demonstrado por A+B e como qualquer pessoa pode ver diariamente, nas atrocidades cometidas em nome da "religião da paz". 11 cristãos assassinam vocês por hora, em média.

      E você ainda tem a lata de vir aqui tratar-nos como se fôssemos atrasados mentais, meu amigo???

      Coma lá uma sardinha que estamos em época delas! Só é pena não poder acompanhar com um tinto... Com chá menta a sardinha deve saber a camelo :-/

      J.J.

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  3. Antes de qualquer julgamento deve-se tentar perceber o que se passou.
    Como refere a noticia, a esposa estava em tratamento devido a sua doença de bipolaridade.
    Só quem passa por uma situação parecida é que sabe como é uma situação complexa.
    Depois de tudo a esposa regressa à mesquita, e permanece lá até hoje tendo uma casa em Odivelas e recebendo apoio do Estado?
    Isso aconteceria se a Senhora, a Policia, amigas ou o mesmo o hospital sentisse que a integridade física da pessoa estivesse em risco?

    Quando a mulher foi para o hospital com quem ficou a filha?

    Não sou ninguém para julgar o sucedido, mas penso que se deve dar o beneficio da dúvida a toda a gente,
    tendo também em conta que se trata de uma pessoa que nunca teve nenhum comportamento agressivo.
    Com a queixa apresentada de certeza que o assunto vai a tribunal, deixemos que a justiça traga as respostas.
    Se for verdade, justiça será feita.

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    1. O nosso post dá todo o benefício da dúvida, como está bem expresso. No entanto, de um homem que mente continuamente, pode esperar-se que minta mais uma vez. O que nos fez trazer aqui o tema do tratamento vil que o Islão dá às mulheres.

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  4. então mas não era na cara que era proibido...
    se calhar esqueceu-se...
    como ela é bipolar desculpa-se...

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