quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Israel unido contra o ataque de Duma

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Judeus oram pelas vítimas do ataque de Duma

Israelitas unidos em indignação perante o ataque contra família palestina


Israelitas de todo o espectro político estão horrorizados com o ataque incendiária que ceifou a vida de um bebé árabe. Netanyahu promete levar os criminosos à justiça.
 2 de Agosto de 2015
Uma criança de 18 meses de idade, Ali Dawabsha, foi morta ontem de manhã, e os  seus pais e o seu irmão de quatro anos de idade, ficaram gravemente feridos quando a sua casa, na aldeia palestina de Duma, ao sul da cidade de Siquém (Nablus), foi consumida pelo fogo, devido ao lançamento de cocktails molotov. 

Foto de Ali Dawabsha numa manifestação. (Abed Rahim Khatib/Flash 90)
Uma casa desocupada ao lado também foi incendiada, e graffiti em Hebraico foram pintados nas paredes de uma terceira casa na aldeia.
Médicos transportaram os feridos de helicóptero para o Hospital Hashomer em Tel Aviv e para o Centro Médico Soroka , em Be'er Sheva, onde estão a ser tratados. 
Israel considera o ataque um acto de terrorismo e está a trabalhar com a suposição de que ele foi levado a cabo por extremistas nacionalistas, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel num comunicado. "O IDF, a Polícia de Israel, e forças de segurança adicionais, iniciaram uma investigação intensiva e extensiva para localizar os criminosos e levá-los à justiça."

"Este ataque contra civis é nada menos que um acto bárbaro de terrorismo", afirmou o porta-voz do IDF, tenente-coronel Peter Lerner. "Uma investigação completa está em andamento a fim de encontrar os terroristas e trazê-los à justiça. O IDF condena veementemente este ataque deplorável e tem aumentado os seus esforços no campo para localizar os responsáveis. "

Até agora, não há suspeitos presos, e embora seja assumido que foram terroristas judeus que realizaram o ataque, não é ainda claro que seja esse o caso.
Rivlin expressa "nojo e profundo choque"
 O Presidente Rivlin visita a família Dawabsha no Hospital Tel Hashomer. (Mark Neiman/GPO)
O incidente horrível chocou a opinião pública israelita; figuras públicas de todo o espectro político rapidamente e de forma inequívoca condenaram o ataque. Os líderes do governo e da oposição, bem como os rabinos e os líderes das comunidades na Judeia e Samaria emitiram declarações públicas de condenação.

O Presidente Reuven Rivlin, que visitou as vítimas no hospital na sexta-feira, expressou a sua "aversão e choque profundo" e pediu união para combater o terror. "Este é um momento de nos unirmos", afirmou. E também apelou a todas as partes para que evitem mais violência. "Tomar a lei nas próprias mãos e recorrer a actos de violência é dar um prémio aos terroristas. Estamos diante de um grupo ideológico determinado e perigoso, que visa destruir as pontes frágeis que trabalhamos incansavelmente para construir."


O presidente emitiu uma mensagem especial para a comunidade árabe, dizendo que o incidente "corta no coração de todos nós. Eu sinto um sentimento de vergonha, e além disso de dor. Dor pelo assassinato de um bebé pequeno. Dor porque no meu povo, há aqueles que escolheram o caminho do terrorismo e perderam a sua humanidade. O seu caminho não é o meu caminho. O seu caminho não é o nosso caminho. O seu caminho não é o caminho do Estado de Israel, ou do povo judeu. "

O presidente prometeu "enfrentar" e "erradicar" o fenómeno do terrorismo israelita, exortando as lideranças israelitas para se juntarem a ele "para enfrentar a violência e o racismo" e mostrar "respeito pelo nosso próximo como criado à imagem de Deus."


"Nestes momentos dolorosos, volto-me para os cidadãos árabes de Israel e para o povo palestino, para todos os cidadãos cumpridores da lei, e peço que não sucumbam ao choque e à raiva. Este é um momento de nos unirmos. Apesar da dor e do sofrimento, temos de continuar a acreditar na nossa capacidade de construir pontes de convivência, e uma existência compartilhada. Não podemos dar a vitória ao terror. "

"Voltámos à nossa pátria, e, numa posição de soberania, devemos manter a lei e a ordem e evitar todas as formas de horrores inexplicáveis ​​em nome de qualquer tipo de convicção religiosa, venha de onde vier. Chega! O Governo, o Estado e os cidadãos de Israel devem dizer - nós não tomamos parte nisto. Não podemos tolerar o terrorismo. Não se pode permitir que, em nome de uma ou outra ideologia, igrejas, sinagogas, mesquitas, ou pessoas sejam queimadas. É absolutamente vergonhoso", concluiu Rivlin. 

Netanyahu promete para levar os criminosos à Justiça


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também expressou consternação. "Estou chocado com este acto condenável e horrível. Este é um acto de terrorismo em todos os aspectos. O Estado de Israel tem uma forte linha de defesa contra o terrorismo, independentemente de quem sejam os agressores. Ordenei às forças de segurança para usarem todos os meios à sua disposição para prender os assassinos e trazê-los à justiça sem demora. O Governo de Israel está unido em forte oposição a tais actos deploráveis ​​e terríveis. Em nome dos cidadãos de Israel, quero compartilhar a tristeza da família de Ali Dawabsha e desejar uma rápida recuperação aos membros da família que foram feridos."

O P.M. Netanyahu depois de visitar as vítimas. (Flash90)

Netanyahu também visitou as vítimas internadas no Hospital de Tel Aviv. "Estamos a fazer tudo o que podemos para salvar este menino e dar-lhe uma vida. Os seus dois pais estão também ao cuidado do sistema de saúde israelita. Estamos a dar-lhes o melhor tratamento para salvar as suas vidas", disse.

"Condenamos este ataque. Temos tolerância zero para o terrorismo, de onde quer que ele venha. Temos que lutar contra isto, e lutar juntos. "


Antes de visitar as vítimas, Netanyahu falou com o Presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas,  dizendo que todos em Israel ficaram horrorizados com o terrorismo condenável contra a família Dawabsha. "Temos de lutar contra o terrorismo em conjunto, independentemente de qual seja o lado de onde ele venha", disse o Primeiro-Ministro, acrescentando que tinha ordenado às forças de segurança para usarem todas as medidas para localizar os assassinos.

De acordo com um comunicado emitido pelo Gabinete do Primeiro-Ministro, Netanyahu disse a Abbas: "Temos que acalmar os espíritos e comprometer-mo-nos numa batalha conjunta contra o terrorismo e o extremismo. Todo o governo de Israel e toda a sociedade israelita concordam. É importante que façamos uma causa comum com os nossos vizinhos palestinos para dar a nós todos um futuro melhor - um futuro livre de violência, sem terror, um futuro de paz".


Naftali Bennett orando no Muro das lamentações, em 21 de Janeiro de 2014

O Ministro da Educação, Naftali Bennett, chefe do Partido da Casa Judaica, que apoia a soberania judaica na Judeia e Samaria, também expressou indignação com o ataque, que, segundo ele, não é apenas um "crime de ódio" ou um "pagar na mesma moeda", mas simplesmente "assassinato".
"Terrorismo é terrorismo", escreveu na sua página no Facebook. "Deitar fogo a uma casa, na aldeia de Duma, e provocar um infanticídio, é um acto chocante de terrorismo que é completamente inaceitável. Exorto as forças de segurança a agirem com determinação para alcançar os assassinos e puni-los em toda a extensão da lei. "

O Ministro da Defesa Moshe Ya'alon instruiu o Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) para intensificar a luta contra a actividade terrorista judaica.
Resposta ao Terror - Israel vs. Sociedade Palestina

Milhares de pessoas juntaram-se aos líderes políticos israelitas em comícios em Jerusalém, Tel Aviv e Haifa na noite de sábado para condenar a violência, incluindo o ataque de Duma.
O tio de Ali compareceu no evento em Tel Aviv.
Kay Wilson sobreviveu a um brutal ataque terrorista islâmico. A sua amiga cristã Kristine Luken, foi assassinada no mesmo ataque.

Kay Wilson, uma guia turística israelita de origem britânica, música de jazz e cartunista, é uma sobrevivente de um brutal ataque terrorista palestino que ocorreu em Dezembro de 2010, no centro de Israel.
Referindo-se às manifestações de sábado à noite, escreveu na sua página do Facebook:
"É muito correcto e importante que os parentes do bebé palestino assassinado tenham tido oportunidade de falar e expressar a sua dor numa cerimónia em Tel Aviv. Também gostava de ter sido convidada para fazer o mesmo em Ramallah (capital da AP) para homenagear a minha amiga cristã assassinada (massacrada porque eles acharam que ela era judia) e falar na frente de milhares de palestinos que também abominam o terrorismo."
Conforme registado pela Palestinian Media Watch e outros observatórios dos 'media' palestinos, as lideranças palestinas nos territórios administrados pela APincitam constantemente à violência, glorificam os terroristas e ensinam o ódio aos judeus e aos israelitas em programas de TV e materiais educativos.

Por: Max Gelber, United With Israel

UNIDOS COM ISRAEL

http://unitedwithisrael.org/es/

Movimento Global de Apoio a Israel 


Nota: São muitos os ataques - alguns deles mortais - contra israelitas judeus. Se os reportássemos todos, não faríamos mais nada e até teríamos que nos tornar bloggers profissionais. 

Os ataques contra os judeus raríssimamente chegam à Imprensa "séria". Já este ataque, por ser presumivelmente da autoria de judeus (que resolveram - erradamente - retribuir na mesma moeda), enche os noticiários. 

Se amanhã se descobrir que os autores foram árabes islamistas, apostamos que o silêncio será imediato. 

Lembramos que esta época do ano é a preferida para os terroristas islâmicos atacarem com bombas incendiárias.

Têm-se multiplicado nas últimas semanas os incêndios provocados pelos islamistas - mas estes bombistas incendiários são dos "bonzinhos", é claro! 

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