quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Paulo Coelho abusou das cenouras



 Lá mudar... mudou:

O TERRORISMO GLOBAL

 "Choramos ao nascer porque chegamos a este imenso cenário de dementes" (William Shakespeare, Dramaturgo, filósofo e poeta inglês) - a ignorância e o atraso religioso que fazem vítimas. A face cruel da religião. Imagens chocantes de uma religião dominada pelo ódio.


“Ao ler um texto de Karl Marx algo parecido com “a prática é determinante”, interpretou a frase como um estímulo a mais para a decisão que havia tomado. Uma noite, quando ainda morava no apartamento do avô, no centro da cidade, encheu-se de coragem e resolveu tirar a questão a limpo. Circulou várias horas por boates gay no pesado bas-fond das galerias Alaska e Menescal, em Copacabana, até que, calibrado por alguns uísques, resolveu atacar.” A história completa está no livro recém lançado.
Depois ele diz que Paulo se convenceu que homossexualismo não era para ele. Só não está claro se ainda continua marxista.
Via Café-Colombo.

Coelho amigo,

Ou nunca leste o Alcorão, ou  abusaste das cenouras.

No Irão, um país que leva o teu livro à letra, a brincadeira tinha-te saído cara:

1 comentário:

  1. Com Olaf diremos a Paulo Coelho......

    O texto alcorânico da vulgata mais conhecida terá sido extraído dos escritos de pregação dos judeonazarenos destinados aos árabes e foi , dessa feita, refinado por escribas sob a autoridade dos califas: terá sido adaptado a partir do esqueleto consonantal maleável (sem diacritismo) legado pelas primeiras "colecções alcorânicas», que formaram o discurso canónico das origens forçando precisamente à interpretação. Nesta lógica de círculo vicioso, este texto foi interpretado e manipulado em função das tradições que iam sendo fabricadas que, por sua vez, queriam contar com a dita vulgata. É uma hipótese verosímil que constato através das investigações académicas conhecidas do público interessado.
    O Alcorão das origens tem sido descoberto pela exegese independente e não só, através do estudo do palimpsesto de Sanaa, por exemplo. Quando eu defendo o Alcorão posso não estar a referir-me à versão imposta pela espada que esteve sujeita a interpolações durante algumas décadas. A exegese já o demonstrou plausivelmente. É o Alcorão um livro profético como referiu o Papa e já escreveu recentemente num texto oficial ao designá-lo de «sagrado»? Que essa afirmação seja um ponto de partida para o diálogo ecuménico aberto pelo Vaticano II . Há muitos anos que leio sobre o Alcorão e estudo a exegese disponível. Sinceramente acho que
    Paulo Coelho nada parece revelar e saber sobre o islão que venha ajudar ao ecumenismo. Convençam-me do contrário. Quem tiver ouvidos que oiça as palavras do Papa Francisco... e que as entenda se puder. Não direi como disse Pulido Valente recentemente que o islão pretende ser uma sociedade perfeita e que deveria ser isolado com uma muralha e que os muçulmanos consideram todos os demais como hereges. São afirmações violentas geradoras de ódio. Porque isolam o nosso semelhante. Termino ,convidando Paulo Coelho a encontrar na vulgata, versículos onde se defenda o amor pelo próximo. Quando terminar a sua pesquisa comece a estudar os textos mais antigos disponíveis. E se nada encontrar a respeito apregoe as suas conclusões com o mesmo modus operandi. O tempo é mestre e sábio

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