sábado, 31 de janeiro de 2015

Steven Spielberg - Os demónios da intolerância




Discursando num evento no Dia Internacional do Holocausto, o mundialmente famoso realizador de Cinema salientou a importância da educação e sensibilização sobre o Holocausto.
Os judeus enfrentam de novo os "demónios perenes de intolerância", afirmou Steven Spielberg perante um grupo de sobreviventes do Holocausto em Cracóvia, na Polónia, a propósito de Dia Internacional do Holocausto.

Falando antes do início da comemoração oficial do 70º aniversário da libertação pelo exército soviético do campo de extermínio de Auschwitz, Spielberg alertou o público sobre os anti-semitas na Internet que trabalham para identificar judeus, incluindo as suas localizações geográficas, em preparação para, como eles dizem, um holocausto futuro.

"Anti-semitas, extremistas radicais e os fanáticos religiosos que praticam crimes de ódio - essas são as pessoas que querem, mais uma vez, despojar-nos do nosso passado, da nossa História e da nossa identidade"
- disse Spielberg disse à plateia, aconselhando os judeus a estarem vigilantes.

"Há páginas no Facebook, por exemplo, com a identificação de judeus e das suas localizações geográficas, com a intenção de os atacar, num esforço crescente para banir os judeus da Europa."

Entre as suas primeiras lembranças Spielberg conta que "aprendeu a ler os números de sobreviventes do Holocausto nas tatuagens dos seus braços, quando a avó e o avô ensinavam Inglês, em Cincinnati, Ohio, aos sobreviventes húngaros. Era criança mas entendia os números. O que não tinha ainda capacidade para entender era a magnitude desses números, que eram de facto marcas indeléveis de morte, sofrimento inimaginável, perda inimaginável."

Spielberg salientou a importância de contar as histórias dos sobreviventes à próxima geração, para o que ele, pessoalmente, tem investido fortemente através de sua Fundação Shoah.

  Via United With Israel


"O silêncio em face do mal é o próprio mal. Não falar é falar. Não agir é agir".

 Dietrich Bonhoeffer, pastor Luterano alemão, opositor e mártir do Nazismo


Os mais preocupantes não são os nazis assumidos, os islamistas assumidos, os terroristas assumidos, os que assumem querer reabrir os campos de concentração e exterminar todos os indesejáveis.  Os mais preocupantes são os dissimulados, os lobos vestidos de cordeiros, que, a pretexto da "paz", querem proibir que se mencione o Holocausto ou o terrorismo islâmico.

 

Fugir, sempre...

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