domingo, 18 de janeiro de 2015

A Lógica da Vingança Islâmica

NOTA PRÉVIA: O post anterior sobre"O Profeta José Vilhena", está a ser de longe o mais visto de sempre na história deste pequeno e despretencioso blog. Milhares de visualizações e continua a aumentar. Algum blog importante deve ter hiperligado o post. Ou o mundo islâmico embirrou com o cartune do José Vilhena. Olhem que foi há mais de 10 anos! Já prescreveu!

 O Hamas mata israelitas, o Mundo aplaude. O ISIS mata parisienses, o Mundo condena.
Na Bélgica, no Reino Unido, nos Estados Unidos, em França, nos mais diversos países com comunidades muçulmanas, a Polícia está desmontar, a cada hora, células terroristas islâmicas, a evitar atentados, bombas, assassínios. A Imprensa (mesmo a que tem por princípio ocultar o terrorismo islâmico) regurgita notícias. Depois dos massacres de Paris, os islamistas querem... vingança! É assim a mentalidade deles; matam e querem vingar-se. Começais agora a perceber o triste fado dos israelitas, caros leitores?


Na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, os terroristas das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa (um bando de bombistas suicidas, confira os explosivos à volta das cinturas), ameaçaram a França com... vingança!

Os mesmos líderes muçulmanos que estiveram em Paris na manifestação anti terrorismo, festejam abertamente o massacre entre os seus. A Fatah do mega-terrorista Mammoud Abbas, (que esteve lá, na primeira fila, a rir-se), logo no dia seguinte à manifestação de Paris, regressou à sua habitual campanha de incentivo e glorificação do terrorismo.

Muçulmanos de todo o mundo exigem que o que resta da equipa editorial do Charlie Hebdo seja enforcada. E ameaçam com mais:



Os famosos muçulmanos "moderados": no Paquistão, como em todo o mundo islâmico, milhares de "moderados" como estes tomam as ruas para exigir o enforcamento do resto da Redacção do Charlie Hebdo e a aniquilação dos infiéis todos - a começar por Israel, obviamente! Notícia completa AQUI. E não esqueça que este é apenas UM EXEMPLO!
  
Os atarantados líderes europeus deixaram que centenas de assassinos do ISIS regressassem. Os colonos muçulmanos estão a tomar a Europa como pretendem tomar Israel.



ISIS, Al-Qaeda, Boko-Haram, Irmandade Muçulmana, "Palestina": a mesma luta...


Foi precisa esta matança em Paris para que os políticos europeus consentissem em deixar as forças da ordem começarem a fazer o seu papel. Mas com muitas restrições. Em nome do politicamente correcto e dos seus interesse eleitorais (10% de muçulmanos é muito voto, em qualquer país), os líderes europeus ainda vão deixar morrer muitos inocentes..

A Polícia, as Forças Armadas, não têm qualquer problema em desempenhar brilhantemente o seu trabalho. Quem os impede são os políticos, escravos do politicamente correcto, e da opinião pública moldada pelo Jornalismo filo-muçulmano.

Escusado será dizer que, se as vítimas tivessem sido "apenas" judeus, como os da mercearia kosher,  a serem massacrados, os políticos, a Imprensa e a opinião pública nem teriam dado conta. Seria apenas a Natureza a seguir o seu curso. Afinal, muçulmanos a atacarem judeus é o dia a dia, e ninguém liga nenhuma.


A jihad islâmica é a mesma coisa, em lugares diferentes, com nomes e aspectos diferentes.

Os comentadeiros e opinadeiros alinhados no marxismo cultural continuam a debater abstracções epistemológicas, enquanto os terroristas atacam com facas, metralhadoras e bombas muito concretas. 

Lógica muçulmana: os terroristas muçulmanos chacinam judeus em Paris, os muçulmanos de todo o Mundo queimam bandeiras de Israel e ameaçam matar mais judeus. Como... vingança!

O público europeu, apesar das lavagens ao cérebro proporcionadas pelos supracitados, começa a perceber o que é o Islão, a jihad islâmica e os muçulmanos "moderados", que em França, por exemplo, gritaram Allahu Akbar! durante o minuto de silêncio em homenagem aos mártires.

Se num país islâmico tivesse havido um ataque deste tipo mas de sinal contrário, as respectivas comunidades a esta hora já não existiriam. Por cá, felizmente, resiste-se pacificamente, sem cair na tentação de pagar na mesma moeda.

Resta saber quanto mais vai aguentar a paciência dos europeus.



 UMA IMAGEM QUE VALE MIL PALAVRAS 




Esta é a cidade de Amsterdão, hoje. Como esta cidade, em muitas outras cidades europeias, já é difícil encontrar nativos no meio da mole de muçulmanos. Há bairros exclusivamente islâmicos e vastas regiões onde vigora a lei Sharia. Os muçulmanos "moderados" da Europa não desejam a integração, não aprendem a Língua e vivem maioritariamente (cerca de 80% deles) à custa do contribuinte europeu. 

Tal como "descobriram" Israel nos anos 20 do século passado, "descobriram" agora a Europa. Através da guerra demográfica, suplantarão os europeus em breve. A sua postura é exactamente a mesma da dos "moderados" que no mundo islâmico exigem o enforcamento dos cartunistas, a extinção de Israel e o genocídio dos judeus, a subjugação e extermínio de todo os infiéis.

Devemos agir AGORA, pacificamente, com cidadania e sentido de responsabilidade, para evitar males maiores no futuro.

4 comentários:

  1. Passei por Haia. Aquilo mete medo ... parece que estamos na Somália! Não apetece viajar para ver novas gentes e cultura... é tudo uma mistura que empobrece a diversidade que o viajante pretende viver.

    ResponderEliminar
  2. Grupo Pegida de Dresden, foi proibido de se manifestar pacificamente nas ruas pela primeira vez, por conta de denuncias de ataque terrorista. É o medo e o terror tomando forma tambem na Alemanha. Foi pedido pelos organizadores que uma vela fosse acesa na janela com uma bandeira as 18:30 em sinal de que mesmo nao indo as ruas nao vamos desistir. Keep Waliking! `"Wir sind Pegida“

    ResponderEliminar
  3. Querem construir uma segunda mesquita em Lisboa. Vejam esse dois blogs:

    http://cidadanialx.blogspot.pt/2015/01/mesquita-moderna-promete-destruir-o-que.html

    http://lx-projectos.blogspot.pt/2015/01/mesquita-na-mouraria.html

    ResponderEliminar
  4. Chega de farsa. O islamismo nunca foi uma religião, mas uma política religiosa expansionista. Todos aqueles que não seguem a sharia são considerados inimigos do islam. Que fique claro: os chamados "radicais islâmicos" ou "terroristas islâmicos" são fiéis cumpridores do Alcorão, sem incorrerem na menor transgressão daquele livro. O Estado Islâmico é apenas o avatar do islamismo. Pode conferir.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/combatei-os-deus-os-castigar-por-interm-dio-de-vossas-m-os

    ResponderEliminar

Seja bem-vindo a esta caixa de comentários quem vier por bem.