segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Lassana Bathily, um herói muçulmano


Nunca aqui deixamos de louvar atitudes pacíficas da parte de muçulmanos. Queremos crer (e temos razões para tal) que a maioria é gente pacífica, que quer tanto viver em paz e cuidar da sua vidinha como qualquer um de nós. Que a maioria dos muçulmanos conhece tanto o Alcorão e a jihad como os cristãos e os judeus conhecem a Bíbia (a maior parte nunca a abriu). E que, se confrontados com os mandamentos Corânicos do século VII, de matar e esfolar infiéis, concordariam tanto como os cristãos e os judeus concordam com a lapidação de adúlteras e de homossexuais que as Escrituras previam, ou descreviam, numa sociedade ainda rude, de há mais de 3 mil anos.

Este é o muçulmano que escondeu judeus e impediu que fossem mortos pelos terroristas:


Lassana Bathily

Quando terrorista Amedy Coulibaly entrou na mercearia de Paris, o trabalhador muçulmano Lassana Bathily agiu rapidamente. Heroicamente, escondeu os clientes judeus numa arca frigorífica, na cave.


Lassana Bathily, 24, anos, um muçulmano do Mali, trabalha no mercado Hiper Cacher em Paris, e quando Amedy Coulibaly, o terrorista do ISIS, entrou no supermercado e matou quatro compradores, escondeu rapidamente seis dos clientes.

Um dos compradores, Michel, salvo por este valente rapaz, contou: "Eu estava a pagar no caixa e ouvi um barulho, como um fogo de artifício. Não tive medo até que vi um homem armado, e então entendi imediatamente o que se estava a passar".


Amedy Coulibaly e Hayat Boumeddiene, os terroristas do mercado kosher. (Fonte: Polícia francesa)

"O terrorista declarou que a morte era um prémio para ele". A polícia foi bem sucedida em eliminar rapidamente Coulibaly, evitando assim mais vítimas. No entanto, a sua parceira e suposta cúmplice, Hayat Boumeddiene, agora considerada a mulher mais procurada em França, supostamente conseguiu fugir para a Síria.

Fonte: United With Israel

- Os nossos votos são de que o Islão se reforme. Ou acabe. Para bem da Humanidade. Com jovens como Lassana, há esperança.

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