sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Holanda diz NÃO à "Palestina"


Seja por obediência aos potentados petrolíferos, seja para agradar ao mundo islâmico (actualmente em ascensão - pela força, como sempre), seja para fazer o frete aos eleitores "europeus" muçulmanos (que decidem eleições, vide França), seja por reflexo primário de submissão, seja por ignorância crassa ou por antissemitismo encrustado, há vários Parlamentos europeus que afanosamente se dispõem a reconhecer o Estado Árabe «palestino», inventado pelos soviéticos e popularizado pelo ultra-terrorista e poster boy das esquerdas Yasser Arafat.
Mas há sempre alguém que diz não, e à Alemanha e a Portugal vem-se juntar a Holanda.  O novo ministro dos Negócios Estrangeiros da Holanda, Bert Koenders (imagem à esquerda), declarou na semana passada que, por enquanto, a Holanda não vai reconhecer um Estado "palestino". Segundo Koenders, o reconhecimento não é propício para o avanço das negociações de paz.
Menos influente que a Alemanha, mas mais influente que Portugal, a Holanda pode desequilibrar a balança a favor de Israel, a favor da verdade e da razão, e impedir o precipitar de uma guerra aberta, que será a conclusão inevitável do reconhecimento desse Estado imaginário, nas condições em que está a ser feita.
"Não achamos correcto reconhecer o Estado palestino. Deve ser uma parte das negociações. Nesse sentido, o reconhecimento deve ser introduzido num momento estratégico", disse ele.

A Suécia, a Grã-Bretanha e a Espanha, estão em processo de reconhecimento de "Palestina", mas Koenders declarou que "a esmagadora maioria dos holandeses, incluindo o governo, acredita que não contribuirá para o êxito negociações reconhecer unilateralmente a 'Palestina' só porque a Suécia também o fez".

Koenders acrescentou ainda que as tentativas de retomar as negociações de paz entre Israel e a Autoridade Palestina são complicados porque os "palestinos" estão mais divididos do que nunca (quer ele dizer em liguagem diplomática que se estão a matar uns aos outros ainda mais que o habitual), o que "torna a negociação muito difícil", e pela construção israelita além das chamados fronteiras de 1967 e em Jerusalém, que tem sido criticado pela União Europeia.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu respondeu às alegações da UE em matéria de construção de Israel na sua capital, afirmando:

     
 "Eu não entendo essas críticas, e não aceito essa posição. Os árabes em Jerusalém podem comprar livremente  apartamentos, e ninguém diz que é proibido. Eu não vou dizer que os judeus que não podem comprar um imóvel em Jerusalém. Não pode haver discriminação entre judeus e árabes. Este é um processo normal, e não vejo nenhuma razão para discriminar".
Com efeito, faz tanto sentido proibir Israel de construir na SUA terra quadrimilenar - no que resta dela, pois a Jordânia e outros vizinhos têm apanhado o grosso do território israelita - como os muçulmanos virem proibir os portugueses de construir ou transaccionar terrenos ou casas em Lisboa ou em Alcoutim, só porque cá andaram durante séculos como nossos invasores, colonizadores e senhores absolutos. Ou como proibir a Holanda de produzir as suas Heineken, Stella Artois, Amstel, e outras tantas delícias, só porque os 50 milhões de invasores islâmicos que cá temos são abstémios.
Não gostam de Israel? Que vão para a terra deles, que é a Jordânia, o Egipto e o Líbano - eles o dizem sem problemas, que NÃO EXISTE PALESTINA NEM PALESTINIANOS árabes. Não gostam da Europa?  Façam o mesmo!
A Marisa Matias, mais a extrema-esquerda toda, andam aí numa fona, a pugnar pelo reconhecimento unilateral da Palestina e pela extinção de Israel. É pena é ela não ir para junto dos irmãos do ISIS ou do Hamas. Nos intervalos das marchas pela legalização da cannabis. Como na Holanda.

5 comentários:

  1. existe avaliação para publicação da verdade feita por estes vermes assassinos
    obvio que sou inimigo de israel pois é um estado lixo de filhos da puta assassinos e covardes, agora uns vermes do esgoto irao avaliar minha publicação e mesmo sendo verdade irao bloquear e seguirem mentindo como sempre fazem

    judeus = COCÔ de PORCO

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    1. Caro islamonazi,

      Respondemos ao seu comentário duplicado em baixo. Continue a aparecer, que pode ser que um dia se distraia e leia e veja e pense, em vez de apenas insultar.

      Israel Bloom

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  2. existe avaliação para publicação da verdade feita por estes vermes assassinos
    obvio que sou inimigo de israel pois é um estado lixo de filhos da puta assassinos e covardes, agora uns vermes do esgoto irao avaliar minha publicação e mesmo sendo verdade irao bloquear e seguirem mentindo como sempre fazem

    judeus = COCÔ de PORCO

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    1. Caro anónimo,

      Nós não somos judeus, este não é um blog judaico. Temos moderação de comentários, sim, como têm tantos blogues. Os seus comentários estão publicados, mesmo a dobrar. O ódio nunca foi argumento. E o que você faz é apenas destilar ódio nazi. Onde estão as PROVAS das afirmações extraordinárias que faz? Neste blog vamos dando notícias das atrocidades cometidas pelos seus correlegionários islamistas. Com provas. Onde estão as suas? Na propaganda? Também a desmontamos, mas há quem se dedique especialmente a isso. Veja sff www.paLIEStine.com.

      Desejamos sinceramente que um dia se atreva a tirar as palas dos olhos e a ver a realidade dos FACTOS.

      Israel Bloom

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  3. Veremos se isto não passa de um fogacho para evitar os ganhos eleitorais do Geert Wilders

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