quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A Malta Quer Cenas - 2

A Malta Quer Cenas - 1




Absolutamente fora de questão sermos exaustivos - até porque ficaríamos exaustos - pelo que nem vamos comentar a "indignação" do camarada Louçã com a venda iminente da PT a estrangeiros, iguais a quaisquer outros estrangeiros que já são donos de Portugal, mercê das maravilhosas roubalheiras, perdão, políticas, pós abrilescas.



Pablo Iglesias tem a aura messiânica e a barbinha do Tché. Mais o graveto da Venezuela.  E um rabo de cavalo muito Bloco, pá, muito jambé, 'tás a ver?

No noticiário da Antena 1, uma peça de propaganda entusiástica ao mais recente ai-Jesus da extrema-esquerda histérica espanhola, o menino Pablo Iglesias. A Antena 1 assegura que ele vai ganhar as próximas eleições em Espanha, por larga margem.

No finalzinho da peça. citaram um fassssista do PP, em nome do chamado direito ao contraditório.  Quando se trata de Israel, é claro que não o fazem. O Jornalismo tem certas regras não escritas, e uma delas é o antissemitismo natural.

Entretanto, de Londres, chegam imagens da segunda e terceira geração de baby boomers, de punho erguido, em frente ao Parlamento, todos de máscara do Guy Fawkes fabricadas na China por trabalho escravo infantil.



涉及工作,你混蛋,那反資本主義委託萬元這個狗屎!*

* -  Toca a trabalhar, seus sacanas, que os anti-capitalistas encomendaram milhões desta porcaria!

Entrevistada, uma senhora (sempre de  braço no ar), afirma-se indignada com a fortuna excessiva dos muito ricos, e com as carências dos pobres. Nisso estamos de acordo. O problema é COMO é que se vai combater essa afronta à dignidade humana. 

A resposta é dada por uma outra senhora, que, como a maioria daquela gente, pensa por meio de slogans. Diz que a solução é não haver ninguém a mandar. E coisas do género. Todos mandam, todos decidem, todos repartem.

Nisso estamos de acordo *. Mas esta é a mesma gente que idolatra autocratas genocidas como Fidel Castro & "Tché". Que vota em qualquer Pablo Iglesias subsidiado pela Venezuela Chavista, onde os cidadãos com fome são torturados e abatidos por pedirem pão. Esta é a mesmíssima gente que veio para a rua recentemente apoiar o ISIS e o Hamas.  Etc..


* - A Necessidade dos Chefes  

De todos os hábitos a que nos entregamos, um reina sobre todos os outros no que se refere a malefícios quanto ao mundo futuro. Ê o hábito de ter chefes. O medo das responsabilidades, o gosto de se encostar aos outros, o jeito mais fácil de não ter que decidir os caminhos fizeram que a cada instante lancemos os olhos à nossa volta em busca do sinal que nos sirva de guia. Quando surge uma dificuldade de carácter colectivo, a primeira ideia é a de que devia surgir um homem que tomasse sobre os seus ombros o áspero martírio de ser chefe. Pois bem: pode ser que isto tenha trazido grandes benefícios em outras crises da História; nem vale por outro lado a pena saber o que teria sido a dita História se outras se tivessem apresentado as circunstâncias. Mas, na presente, a verdadeira salvação só virá no dia em que cada homem se convencer de que tem que ser ele o seu chefe. Ou, dentro dele, Deus.

Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'

Russell Brand, o incansável propagandista do Islão, é presença habitual nestes eventos. Sempre preocupadíssimo com os desfavorecidos, o milionário excêntrico retira a máscara sempre que vê uma câmara de TV.
Vimos na reportagem de TV as habituais parcerias entre bandeiras do movimento gay, bandeiras comunistas e bandeiras do movimento terrorista Hamas. Parcerias que dispensam mil palavras. Se não percebe porquê, não adianta explicar-lhe.
Também vimos, noutra notícia - mera gota de água no oceano de terrorismo islâmico de cada dia - um casal cristão católico paquistanês (ela grávida), queimados vivos pelos muçulmanos, num forno de fazer tijolos.
Os manifestantes de Londres não tiveram UMA PALAVRA  para condenar o terrorismo e supremacismo islâmico. PELO CONTRÁRIO. A sua indignação foi toda para a prisão de Guantánamo, onde o deus Obama ainda conserva alguns terroristas islâmicos, que deve libertar a qualquer momento para que venham matar-nos.
E muito keffiyeh a la Arafat, muito menino da mamã, muita menina do papá, muita palavra de ordem conspiracionista-lunática, muito riso parvo, muito slogan do tipo "POWER TO THE PEOPLE!", DEATH TO THE POLICE!", e... muita diversão!
A malta sabe que pode fazer o que quiser aos polícias, que eles não podem responder. É quase como em Israel.

 
"O melhor revolucionário é o jovem desprovido de qualquer moral".
 Lenine
O inconsequente, ignorante, vazio, priápico, hedonista, Russell Brand, é muito capaz de ser o poster boy ideal da incoerência desta gente. Como em Maio de 1968, a mesma estupidez crassa, o mesmo desfasamento da realidade, o mesmo Comunismo histérico, mais ou menos artilhado. Os sarilhos que se evitariam, se esta rapaziada soubesse alguma coisa sobre a Revolução Francesa...


A malta curte cenas, pá. Mas cenas que não dêem para virem cortar a cabeça da malta, 'tás a ver?

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