quarta-feira, 30 de abril de 2014

Holocausto: Do extermínio à Libertação



Entre o Extermínio e a Libertação: Israel lembra vítimas do Holocausto
Anteontem à noite e durante todo o dia de ontem, os israelitas assinalaram o Yom HaShoah, o Dia da Memória, com serviços fúnebres em todo o país.

"Esta noite começa o Dia da Recordação", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. "O Estado de Israel homenageia a memória dos seis milhões de vítimas do Holocausto. A principal diferença entre a impotência dos judeus durante o Holocausto e a situação dos judeus de hoje, é que hoje temos um Estado forte, soberano, com um forte exército que pode defender-nos contra aqueles que buscam acabar com as nossas vidas."

O Dia do Holocausto é dedicado a homenagear os seis milhões de judeus mortos durante a Segunda Guerra Mundial, como parte de um programa sistemático, promovido, desenvolvido e executado pela Alemanha nazi, em todo o Reich alemão e no resto dos territórios ocupados pelo alemães.


Dia do Holocausto: A delegação israelita na Marcha pela Vida, durante uma visita ao campo de extermínio de Treblinka, na Polónia, em 25 de Abril de 2014 (Foto: Yossi Zeliger/FLASH90).
Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos, incluindo mais de um milhão de crianças judias. Uma rede de mais de 40.000 instalações, na Alemanha e nas terras conquistadas pelos nazis, foi usada ​​para assassinar judeus.

O Holocausto também gerou actos de heroísmo e rebeldia contra os nazis e seus colaboradores.

O foco do Dia do Holocausto deste ano é "1944. Entre o extermínio e Libertação".

A cerimónia de abertura Dia do Holocausto ocorreu anteontem à noite no memorial dedicado ao Gueto de Varsóvia, no Museu Yad Vashem, em Jerusalém. A cerimónia foi transmitida ao vivo. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente Shimon Peres compareceram.


Dia do Holocausto: Bandeiras tremularam a meio mastro em Israel durante o Dia do Holocausto.

Sobreviventes do Holocausto acenderam seis tochas, cada uma representando um milhão de vítimas.

Na segunda-feira de manhã, as sirenes soaram por todo o Israel, e seguiu-se imediatamente uma cerimónia de colocação de coroas de flores na Praça no Gueto de Varsóvia.

Às 10:30, a leitura dos nomes das vítimas do Holocausto começou.

Em todas as escolas de Israel, as cerimónias ocuparam toda a manhã, e houve debates e leituras nas salas de aula.

O Yom HaShoah é marcado de acordo com o calendário hebraico, no dia 27 de Nisan. Este dia ocorre tradicionalmente uma semana após o fim das férias da Páscoa e uma semana antes de Yom Hazikaron (Dia da Recordação dos Caídos de Israel). No dia 27 de Nisan assinala-se o aniversário da revolta do gueto de Varsóvia.

Os rituais associados a Yom HaShoah são variados, e vão desde serviços na sinagoga a vigílias comuns e programas educacionais. Embora existam aspectos religiosos durante o dia, não é uma prática religiosa como tal.


Dia do Holocausto: No Dia do Holocausto toda a actividade cessa quando a sirene dispara, incluindo o tráfego. (Foto: Aventuras de Erin em Israel).

Na véspera de Yom Ha Shoah e no próprio dia, os locais de diversões públicas estão fechadas por lei. A Televisão e a Rádio israelitas só transmitem programas relacionados com o Holocausto. Mesmo os programas de música são adaptados ao clima de Yom HaShoah, tocando músicas suaves e intimistas, em Hebraico e Iídiche.

Para comemorar o 70 º aniversário da deportação em massa e assassinato de mais de 585 mil judeus na Hungria durante a Segunda Guerra Mundial, centenas de estudantes do ensino médio de todo o mundo viajarão de comboio de Budapeste para Auschwitz, onde se juntarão mais 10 000 estudantes, numa marcha para o campo de extermínio de Birkenau.

Escrito por: Ben- Zvi Gidon, colaborador de Unidos com Israel


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- Este pequenino blogue deve-se em grande parte à maior descompostura que recebi na minha vida, da parte de um grande cultivador da paz, por me ter atrevido a mencionar o Holocausto.

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