quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"Um soldado árabe teria disparado sobre todos eles"

 

VEJA ESTE VÍDEO, QUE MOSTRA O OUTRO LADO DO INCIDENTE.

Entre os muitos colonos árabes que vivem em Israel - desde que invadiram o país, em 1920 - há uma família que se distingue pelas actividades terroristas. Em Nabi Saleh, todas as semanas os pais mandam os filhos provocar os soldados israelitas. Os jornalistas ocidentais estão a postos, para ver se conseguem alguma imagem que possam manipular. 

Bassem e Nariman Tamimi treinam os filhos (pobres crianças...) para isto, e vivem disto! Ao Mundo não interessa o constante massacre de "infiéis" pelos islamistas, e muito menos as crianças israelitas mortas pelos terroristas. Interessa que um soldado israelita não se deixou matar!


Um Óscar para Shirley Temper!

Sempre o Duplo Padrão...

Um burro p'ra mim!


Árabes elogiam auto controlo exemplar do soldado israelita 
 
O violento ataque contra um soldado israelita que tentava deter um menino palestino que atirava pedras, está a gerar elogios por parte dos cidadãos árabes, que apreciam a contenção do IDF (Forças de Defesa de Israel). Os árabes estão também a condenar as suas próprias lideranças.

As imagens de um soldado israelita atacadas por mulheres violentas na aldeia palestina de Nabi Saleh ao tentar prender um menino que atirava pedras, geraram grande ultraje nos media Ocidentais. Os jornalistas denunciaram a alegada violência do soldado israelita e condenaram a "ocupação".
No entanto, um grande número de árabes, nas redes sociais, elogiou o soldado pela contenção este exibiu, que está em contraste com o tratamento a que estão acostumados pelos militares dos seus próprios países. O soldado do IDF não usou a violência física extrema ou a sua arma, mesmo quando a sua vida foi claramente ameaçada.

"Um soldado árabe teria disparado sobre todos eles", escreveu uma pessoa em resposta a um artigo sobre o incidente postado pela Al-Jazeera.
"Se isso tivesse acontecido no Egipto, eles teriam atirado no menino com fogo vivo e não teriam sido tão atenciosos", comentou outro pelo nome de Tita.

"Juro por Deus, é lamentável ver as mulheres numa briga e os homens a olhar", disse um outro observador.

"Reparem que, apesar do facto de que ele tinha uma arma, e apesar do facto de que ele é um soldado da entidade sionista, ele não atirou na cabeça dele. Imagine a mesma coisa em países árabes, como o nosso povo teria agido", afirmou um outro, chamado Osama.
O incidente também gerou críticas pesadas às lideranças árabes:

"Quando eu vi uma criança árabe morrendo de fome, e outra afogada no mar e os peixes a comerem-na quando ela tentava escapar da morte fugindo para o Ocidente... convenci-me de que a pior coisa produzida pelos países árabes são os governantes árabes", escreveu Elsayed Ahmed, de acordo com o site de notícias de Israel Mako.
Ahmed Issa concordou, dizendo: "O soldado árabe segue as ordens de líderes árabes tirânicos, e não está interessado na sua imagem."


Ahed Tamimi, a famosa "Shirley Temper" das provocações encenadas para a propaganda anti-Israel, e a sua irmã Marah, homenageadas pelo terrorista Mahmoud Abbas. Infâncias dedicadas ao terrorismo e ao ódio.

O Daily Mail adoptou um tom mais equilibrado quando revelou no sábado que uma das raparigas vista lutando contra o soldado foi Ahed Tamimi, cujos pais, Bassem e Nariman, são conhecidos provocadores palestinos em Nabi Saleh, que é um local regular para a maioria dos violentos comícios palestinos, financiadas em parte por fundos europeus e organizados por anarquistas europeus.

Apelidada de "Shirley Temper" pelo blog Israellycool e de estrela de "Pallywood" - um termo cunhado pelo historiador norte-americano Richard Landes - Tamimi foi agraciada com o Prémio Handala para a coragem pelo Presidente turco Erdogan na cidade onde ela diz que preferiria viver - Istambul. O
Presidente da Autoridade Palestiniana (AP), Mahmoud Abbas, também a  acolheu no seu escritório, honrando-a pela sua actividade anti-Israel.
Ela já apareceu em vários clipes de provocações encenadas contra as forças do IDF, que são confrontados com este tipo de violência numa base semanal.
Via United With Israel

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