quarta-feira, 16 de setembro de 2015

'É agora ou nunca, chegar à Europa!'

"Portanto, amareis o estrangeiro, porque fostes igualmente peregrinos na terra do Egipto."
Deuteronómio, 10:19

O amor ao estrangeiro, em detrimento da supremacia do clã, é mais uma das invenções dos judeus, o tal povo que, no dizer de Hitler, inventou a consciência, essa coisa maçadora. Somos amigos de Israel e do seu povo, e da sua herança cultural, que moldou toda a Civilização Ocidental. Seriamos por isso os últimos a negar auxílio a quem precisa. Sublinhamos: a quem precisa.

Mas não podemos ignorar o genocídio dos cristãos no Médio Oriente (ao qual os políticos e a Imprensa não ligam nenhuma). Nem podemos esquecer os refugiados cristãos atirados ao mar pelos companheiros de viagem islamistas.


Não podemos ignorar também que a Europa atravessa uma grave crise, com muita gente na miséria e no desespero, e que, regra geral, os muçulmanos nos países livres não se integram e se radicalizam.

Deixa-mo-vos o testemunho de um marroquino que vive na Europa, e que parece ter mais bom-senso do que muitos nativos europeus.

Outra coisa que não podemos ignorar:

"Nunca a Liga Árabe se reuniu para encontrar soluções para o problema dos refugiados. Menos ainda para recebê-los" - leia ou relia este post.



O seguinte artigo do site alemão de radiodifusão pública  revela que os "refugiados sírios" que chegam à estação de Viena não são nem sírio nem refugiados. Este é o momento ideal para quem quer entrar na Europa (especialmente na Alemanha) e recolher todos os benefícios do bem-estar europeu. Para não mencionar a oportunidade perfeita para deslizar milhares de mujahideen disfarçados como refugiados.
Via Gates of Vienna:
Estação Ferroviária Oeste de Viena: "1/4 deles não são refugiados de todo"

    
por Rolf Borchard

   
O Marroquino Merouance Missaoua vive e trabalha em Viena. Nos seus tempos livres, serve como intérprete para os refugiados, em Westbahnhof. Ele está convencido de que muitos refugiados
supostamente sírios são na verdade da Argélia, do Egipto ou de Marrocos. Este é apenas um momento oportuno para vir para a Europa?

   
A estação ferroviária ocidental de Viena é a última etapa de uma longa viagem para a Alemanha, para milhares de refugiados. Merouane Missoua já trabalha em Viena há muitos anos. Passou vários dias como intérprete voluntário para os refugiados da Síria, ajudando-os a encontrar um lugar para dormir ou a encontrar o comboio certo para Munique ou Passau.

    
"Venho quase todos os dias - todos os dias que puder, para ajudar estas pessoas."

    
As acções da Alemanha são absolutamente louváveis, diz ele , "mas também temos que ver o lado negro."
Muitos fazem-se passar por sírios:

    
"Com toda a honestidade - creio eu, é a minha estimativa pessoal, porque estive aqui dia após dia - diria que um quarto das pessoas que conheci não são refugiados. Encontrei pessoas de Marrocos e da Argélia. Posso descobrir isso porque falo
muitos dos seus dialectos e e reconheço o sotaque imediatamente. Ontem, por exemplo, dois egípcios vieram ter comigo. Eu disse-lhes: 'Vocês não são sírios; o que estão cá a fazer?'. Responderam-me: 'É agora ou nunca, chegar à Europa livre. É agora ou nunca'." 
    A maioria deles não tem documentos
    Outros que estão aqui a ajudar relatam a entrada de muitas pessoas do Bangladesh e do Paquistão que se juntaram os refugiados das regiões de guerra. Alguns fazem perguntas aos sírios sobre as suas histórias de vida, para mais tarde as contarem, no processo de asilo na Alemanha, diz Merouane Missoua.

    
"A maioria deles não têm documentos. Isso tem que ser dito. A maioria destas pessoas não têm absolutamente nenhum papel. "

    
Ele acaba de comunicar à Polícia que existem vários na fila para o comboio para Munique que se dizem sírios, mas não são.

    
"Eu só disse ao polícia: Nesta linha agora, eu conheci pessoas e questionei-as e não são sírios. Eles disseram que a Alemanha terá de descobrir isso por si e resolver o problema. "

    
Ele não quer ser mal interpretado, Merouane Missoua enfatiza - ele admira a vontade dos alemães para ajudar. Mas também há que olhar a realidade nos olhos, diz ele.

    
"É bom da parte da Alemanha - é bom da parte de Merkel. É bom que eles abram os braços - o que é humano. Mas isso não deve continuar nos próximos dias, porque temo que todas estas pessoas tenham telefones celulares. Tudo o que eu teria que fazer era pegar no meu telefone e ligar para a minha família: 'Ei, está-se bem aqui, fomos tão bem recebidos por essas pessoas e estamos bem. Porque é que não vêm também para a Alemanha?".

    
E como avalia
ele o clima na Áustria, onde ele próprio viveu durante anos? Será que a atitude vai mudar em breve, contra a abertura das fronteiras aos refugiados?

    
"Na minha opinião, as fronteiras terão de ser fechados num futuro próximo. A longo prazo, a Alemanha, e a Áustria também, não podem acolher todas estas pessoas. Essa é a minha estimativa."
Outra petição:

Pelo fim imediato da entrada de refugiados em Portugal


Para: Assembleia da República Portuguesa

CONSIDERANDO QUE:
- Portugal tem mais de 2 milhões de pessoas quase no absoluto limiar da pobreza;
- Portugal tem mais de 150.00 crianças com fome;
- Portugal tem uma taxa de desemprego superior a 20%, entre os quais mais de 70.000 licenciados;
- Portugal está na cauda da Europa no que diz respeito ao rendimento familiar.
- Portugal apresenta uma taxa enorme, de pessoas conhecidas como "Sem abrigo"

CONSIDERANDO TAMBÉM QUE:
- Os Portugueses têm uma elevada taxa de crédito mal-parado devido à crise instalada o que levou a que:
- Fossem obrigados a entregar as suas habitações, automóveis e restante património aos bancos por falta de pagamentos das prestações ora assumidas;
- Entrassem em listas de incumprimento geridas pela actividade bancária e para-bancária o que:
- Limita-lhes a obtenção de qualquer tipo de empréstimo para refazerem a sua vida familiar e profissional.

LOGO:
Não é justo, sendo mesmo uma afronta aos Portugueses supra-citados (que vivem miseravelmente) e aos outros sobrecarregados de impostos vários que os refugiados tenham, entre outras benesses:
- Subsídio de "integração";
- Habitação mobilada e equipada;
- Consumo de electricidade gratuito (na medida em que está paga pelo estado)
- Consumo de água gratuito (na medida em que está paga pelo estado)
- Consumo de gás gratuito (na medida em que está paga pelo estado)
- Consumo de telecomunicações gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

A somar a isto tudo ainda:
- Formação profissional paga!

ASSIM PRETENDE ESTA PETIÇÃO:
Recolher assinaturas suficientes, no sentido de obrigar a Assembleia da República a proibir a entrada de refugiados em território português.

Os Peticionários:
Salvador Costa e
todos os Administradores do Grupo no Facebook "Pelo fim imediato da entrada de refugiados em Portugal" com endereço em: https://www.facebook.com/groups/refugiados.portugal

Contactos do criador da petição:
Correio electrónico: salvador.costa@gmail.com
ou https://www.facebook.com/groups/refugiados.portugal

Ao critério de cada um, assinar ou não. Antes de se desatar aos brados de "XENOFOBIA!", contra quem propõe algum critério neste processo, convém ouvir ambas as partes. E pensar.

Estes vídeos serão retirados em breve. Estão a ser constantemente retirados e re-postados. São uma pequena amostra do caos reinante e que os media ocultam:

Callais: ilegais deitam comida fora:



Refugiados deitam comida fora. Querem "halal":



Refugiados "sírios" vindos do Gana querem melhor comida, ar condicionado, TV:



Governo alemão expulsa pobres para acolher migrantes:



Gangues islâmicos dominam Suécia:



Mais um confronto entre migrantes:



Polícia húngara em batalha campal com migrantes:


Caos em Espanha:




Caos na Grécia:



Migrantes na Macedónia recusam comida por ser da Cruz Vermelha e ... ter uma cruz:



 Caos em Itália:



Mais comida deitada fora, por ter sido tocada por "infiéis":


O que a TV não mostra:

1 comentário:

  1. "O maior cego é o que não quer ver...". Acho que vou à minha junta de freguesia dizer que sou sírio, até sei dizer Allahu Akhbar, e se fazem o favor de me arranjar um bilhetito de avião para a Alemanha sem passar pelo check-in já que não convém apresentar o CC. Até aceito ir de Ryan Air, mas depois queixo-me à televisão. Se resulta para este pessoal todo também h+-de resultar comigo, não?

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