domingo, 17 de setembro de 2017

Bombista muçulmano do metro de Londres detido e libertado há duas semanas


Com 55 milhões de muçulmanos na Europa, são simplesmente jihadistas a mais para a Polícia poder deter a todos.  E muitos, muitos mais estão a chegar, cortesia das políticas de imigração dos líderes europeus, que estão muito mais preocupados em perseguir os inimigos do terrorismo jihadista do que em perseguir os jihadistas.
Uma "pobre criança refugiada", de 18 anos, foi presa no porto de Dover por estar implicada no ataque à  bomba em Parsons Green. O doce menino já tinha sido detido pela Polícia há duas semanas, mas foi libertado. Agora, e como podemos ver na TV, os detectives estão a passar a pente fino a residência do casal de aposentados que o acolheu.

Moussa Oukabir, o doce menino de 17 aninhos, matou 13 pessoas em Barcelona ao volante de uma carrinha. O menino tinha-se tornado mais interessado em religião antes do ataque. Tão fofinho...

No Islão a gratidão não existe. Quem faz bem aos muçulmanos é visto apenas como fraco. O Islão manda odiar os infiéis e sorrir-lhes quando em posição de "fraqueza", mas "com o coração cheio de ódio". Felizmente nem todos os muçulmanos levam a religião a serio. Mas quando levam, o resultado é sempre este:



Penelope Jones, 71, e o marido Ronald, 88.

Trump estava certo! A Polícia deteve o "menino refugiado", de 18 anos, preso em Dover por causa da bomba no metro, HÁ DUAS SEMANAS, mas deixou-o ir em liberdade. Agora a Polícia faz buscas na casa da família de acolhimento, de um casal de Membros do Império Britânico.
Via DAILY MAIL
    O bombista suspeito de Parsons Green era um "filho adoptivo problemático" que foi preso duas semanas antes do ataque mais foi libertado.

    
A Polícia está a revistar uma casa em Sunbury-on-Thames depois de um candidato a asilo de  18 anos de idade ter sido detido no porto de Dover no início de hoje enquanto aparentemente tentava sair do país.

    
A casa pintada de lilás que foi invadida pela Polícia em conexão com o ataque, que feriu 30 pessoa, é de propriedade de um casal de bom coração que foram ambos nomeados MBEs por terem acolhido centenas de crianças.

    
Penélope Jones, de 71 anos, e o seu marido, Ronald, 88, criaram 268 crianças adoptivas na casa durante três décadas e os últimos oito foram refugiados.

Vizinhos aguardam que as buscas terminem para poderem regressar a suas casas.

    
Os agentes invadiram a casa em Cavendish Road às 2 da manhã, cerca de seis horas após terem detido o suspeito na sala de partida do Porto de Dover.

    
Cerca de 60 pessoas foram evacuadas de perto da casa, e relatos não confirmados sugeriram que "explosivos" foram encontrados no jardim e "armas de fogo" vistas sob as tábuas do chão.

   
A vizinha Carrie Hill, 38 anos, disse: "A Polícia disse que foi encontrada
uma bomba no jardim e que havia armas de fogo escondidas sob as tábuas do chão".

    
Não há nenhuma sugestão de que os Jones tenham conhecimento de qualquer suposto crime na propriedade.

    
Amigos íntimos dos pensionistas Penny e Ron Jones disseram que o casal - que é amplamente respeitado na área - estava "desesperado" com o adolescente.

 A bomba no metro poderia ter tido um resultado bem pior.

    Serena Barber, de 47 anos, que conheceu o casal toda a vida e vive numa propriedade que confina com a deles, disse: "Eles têm dois meninos no momento, ambos são estrangeiros. Um é muito calmo e educado, o outro com 18 anos é horrível".

    "Eu sei que há duas semanas ele foi preso pela Polícia de Parsons Green, e que foi reconduzido a casa de Penny e Ron. Depois disso Penny disse que ia ter que parar de de cuidar dele, pois não conseguia lidar com ele".

    Os desenvolvimentos ´prosseguem e a Polícia revelou que "está tudo em aberto" sobre a possibilidade de haver mais de uma pessoa responsável pelo bombardeio ....

Dantes, a casa de um inglês era o seu castelo. Hoje, a Polícia tem de despejar os ingleses sem mandato, porque a situação é de guerra.

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São "lindos meninos" destes que em Israel apedrejam, esfaqueiam, bombardeiam e abatem a tiro judeus, e que a Imprensa internacional retrata como "heróicas crianças" que se opõem à "ocupação". Cá na Europa (que os muçulmanos consideram também ocupada, pois para o Islão todo o Mundo deve ser muçulmano), já estamos a viver o que Israel vive há 1400 anos.

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