sábado, 29 de junho de 2013

So Many Jihadists, So Litlle Time

Enquanto faço um post n' O Amigo de Israel, as notícias vão caindo. Algumas, um bocado à sorte (pode clicar em cima dos títulos para confirmar).

Há quem ache que estas coisas não devem ser faladas, "que nos devemos focar no que é positivo". Pois precisamente por amarmos o que é positivo é que achamos útil chamar atenção para esta viva ameaça ao Mundo Livre:

- 35 mortos na China, na província de Xinjian, em ataque terrorista levado a cabo por islamistas uigures

- 8 soldados mortos na Tailândia em ataque de fundamentalistas islâmicos

- Ataque a uma igreja no Iraque causa dois feridos graves

- Casamento suspenso na Arábia Saudita porque os noivos deram as mãos e 42 foram presos por estarem numa festa de celebração de um nascimento pessoas de ambos os sexos

- Mais um caso de escravatura sexual, um gang islamista que violava raparigas no Reino Unido apanha prisão perpétua:



- O egípcio Shaykh Abu-Ishaq al-Huwayn declara que quando quer uma escrava sexual, vai ao mercado, escolhe a mulher que lhe agrada e compra-a:

 
- Aqui o venerável clérigo explica que os problemas financeiros dos muçulmanos se devem ao facto de terem abandonado a jihad, e conclama-os a irem para a guerra santa todos os anos, (porque «esta é a Era da Jihad), trazerem mulheres e crianças e venderam-nas como mercadorias:






Poderia estar aqui non stop 24 horas sobre 24 horas e não daria conta da jihad toda que os media ocidentais ESCONDEM; mas que existe.

E você, ainda acha que quem faz estas coisas, como diz o venerável Sheikh David Munir, é "apenas uma pequena minoria de pessoas que não compreendem o Islão"? Ainda acha que não se passa nada e que está tudo bem e que o Islão é uma religião como qualquer outra? Tem visto ultimamente bombistas suicidas e "guerrilheiros-santos" católicos, judeus, Ba'ha'i, budistas, taoistas, confucionistas?... Talvez um Hare-Khryshna a roubar um pacote de arroz integral no mini-mercado do bairro?... Não? Nós também não!

Até pode ser uma "pequena minoria" relativa, porque os muçulmanos são neste momento o maior grupo religiosos do mundo, segundo algumas fontes. Mas trabalham mais num ano do que a Inquisição trabalhou em 350. Muito mais!

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