domingo, 16 de junho de 2013

"Noiva" de 8 anos morre nas "núpcias"

Narrou Aisha que o Profeta se casou com ela quando ela tinha seis anos e consumou o casamento quando ela tinha nove, e ela permaneceu com ele durante nove anos (ou seja, até à sua morte).  
(Bukhari 7:62:64)

Narrou Ursa: O Profeta assinou o contrato de casamento com Aisha quando ela tinha seis anos de idade e consumou o casamento quando ela tinha nove anos de idade e ela permaneceu com ele durante nove anos (ou seja, até á sua morte). 

(Bukhari 7:62:88)

Narrou Aisha:. Eu costumava brincar com bonecas na presença do Profeta, e as minhas amigas também costumavam brincar comigo. Quando o Apóstolo de Allah entrava na minha morada elas escondiam-se, mas o Profeta chamava-as para participar e brincarem comigo.
(Bukhari 8:73:151)


Esta é mais uma história horrível nos chega do Afeganistão. A fonte é Mustafa Kazemi, um correspondente de guerra indiano, que está no Afeganistão desde 2010 e já trabalhou para a AFP.
 

Devido à natureza terrível da história, só transcrevemos algumas partes. Se quiser ler o resto, siga o link.  

Tenha em mente que os casamentos de crianças como esta acontecem constantemente, e não apenas no Afeganistão, mas cada vez mais por todo o mundo, mesmo na Europa.

    
A história veio de uma aldeia do distrito Khashrood, da província de Nimruz, no Afeganistão.

    
Um médico do principal hospital da cidade de Zaranj, a capital da província, que preferiu permanecer anónimo confirmou que estava "ciente" do incidente e que era "tarde demais para fazer qualquer coisa por ela" e que a "área remota não permitiu valer à menina a tempo."

    
A menina foi uma das várias filhas de um homem de trinta e muitos anos. Por razões desconhecidas, ele deu a filha em casamento ao mullah da sua aldeia, em troca de uma grande quantidade de dinheiro. É comum em áreas rurais do Afeganistão, mas também ocorre em cidades,  casar meninas com homens mais velhos, e negociar filhas para efeitos de perdão de dívidas.


 
A diferença é que n
as áreas rurais não há compromissos ou quaisquer cerimónias de antemão, como acontece em algumas áreas metropolitanas e urbanas.

    
As duas famílias planearam a festa de casamento - casamento e Nekah (a cerimónia religiosa em que uma mulher é oficialmente casada com um homem), e no dia aprazado a criança de 8 anos de idade tornou-se a segunda esposa do mullah, de 50!

    
A festa acabou, o sol pôs-se e chegou a hora de ter relações sexuais.

   (
... )

   
Toda a gente no Ocidente é capaz de entender que uma criança de 8 anos não sabe nada sobre sexo ou casamento, sobre fazer amor, sobre virgindade ou tópicos relacionados, nem mesmo num nível básico, e por duas razões: uma é que ela é apenas uma criança, e outra é que nem mesmo um(a) adolescente nesse país sabe nada sobre esses assuntos ou tem acesso a qualquer tipo de educação sobre uma vida sexual saudável.

    
Naturalmente, a menina começou a sangrar, mas o mullah estava muito irritado por não ser capaz de ter relações sexuais com ela, para se estar a preocupar com o sangrar da criança ou com as lesões que lhe estava a causar.

    
A menina tinha o lenço na boca, chorava e tentava não levantar a voz, porque os convidados estavam na sala ao lado, como é uso e costume.

   
Sangrava profusamente e não havia ninguém para a ajudar, nem podia
pedir ajuda ao mullah. A noiva de 8 anos de idade sangrou, entrou em choque traumático e no início da manhã, cerca dos 5 horas, quando o sol estava prestes a nascer, morreu.

 
(...)

    
Mustafa Kazemi
    
Correspondente de guerra
    
Afeganistão



As noivas-meninas são moeda corrente em muitos países islâmicos

- Pergunta-se agora muita gente se valeu a pena o custo em vidas humanas, em feridos de guerra, os biliões de dólares gastos para "levar a Democracia" ao Afeganistão. Dois portugueses ficaram lá. E o Afeganistão continua tão no século VII como antes.

- Entretanto, o Parlamento do Afeganistão chumbou a proposta de proibição do casamento de homens adultos com meninas menores de 16 anos. A razão? Contraria as Escrituras! Este clérigo muçulmano, autoridade na matéria, explica como e porquê:





Custa a crer que seja verdade! Pelo conteúdo abominável e repugnante, e porque o homem se parece com o actor Joaquim Monchique, até na voz. Infelizmente, não é comédia.

3 comentários:

  1. como pode um pai ou mãe dar seu bem mais valioso por uns trocados se houvesse educação, para que pudessem trabalhar com diguinidade ou mais informação educação, talvez mudasse porcos porque eles não se colocam nos lugares de suas filhas, nos mulheres não somos e nunca seremos objetos podridão

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    1. São hábitos medievais que perduram decido ao dogmatismo religioso. E quem o apontar, leva com a chancela de «islamófilo».

      I.B.

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    2. E estará correndo risco de vida!

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