segunda-feira, 18 de abril de 2016

Hamas imita ISIS - Demolida Igreja com 1.800 anos em Gaza

Enquanto Israel, o único (e minúsculo) Estado Judaico do Mundo, salva vidas na guerra na Síria, dessaliniza a água do mar, beneficia a Humanidade com avanços científicos, auxilia as vítimas de catástrofes, etc., etc., os terroristas do Hamas e da Autoridade "Palestina" mandam as suas crianças fazerem-se explodir, obrigam as suas crianças a cavarem túneis e de terrorismo e depois executam-nas, matam judeus, "casam" meninas pré-púberes com adultos, destroem igrejas, etc., etc.. A Imprensa e os políticos, condenam Israel e apoiam os terroristas. 


PARA APAGAR A HISTÓRIA CRISTÃ, O HAMAS DESTRUIU OS RESTOS DE UMA IGREJA BIZANTINA COM 1.800 ANOS, QUE FOI DESCOBERTA EM GAZA.


Mulher cristã árabe junto das ruínas.

Para os cristãos árabes de Israel, a destruição dos restos de uma igreja bizantina é apenas mais uma tentativa dos muçulmanos da Autoridade "Palestina" (AP) e do Hamas, para apagarem a história cristã e todos os sinais da presença cristã na Judeia e Samaria (vulgo "Cisjordânia") e em Gaza. Um número crescente de cristãos é alvo da AP e do Hamas por causa da sua religião.

Os terroristas do Hamas usaram bulldozers para destruir antiguidades religiosas; alguns árabes acusam o Hamas e a AP de copiarem o Estado Islâmico no tratamento de relíquias históricas.

"Onde estão os líderes das várias igrejas em Jerusalém e ao redor do Mundo? Onde estão o Vaticano e a Unesco? Onde estão os líderes e políticos que falam incessantemente de unidade e de preservação do património religioso histórico nacional? É uma conspiração colectiva para acabar com a nossa existência e a nossa História no Médio Oriente?".
- Sami Khalil, cristão de Nablus, na Judeia e Samaria.

O único local de todo o Médio Oriente onde os cristãos vivem em segurança e gozam de direitos iguais a qualquer outro cidadão é em Israel. Os cristãos e quaisquer outras pessoas.

A situação dos cristãos "palestinos" não interessada à comunidade internacional. Provavelmente porque Israel não pode ser responsabilizado pela demolição de vestígios arqueológicos. Se a perseguição actual contra os cristãos continuar, virá
o dia em que não restarão cristãos em Belém.

Os cristãos "palestinos" ficaram indignados com a destruição da igreja Bizantina antiga descoberta recentemente na Cidade de Gaza:

A sua indignação, no entanto, não conseguiu captar a atenção da comunidade internacional, incluindo as agências da ONU, como a UNESCO, especificamente dedicada a preservar os tesouros do património cultural e do mundo natural.

Os restos da antiga igreja com 1.800 anos foram descobertos na Praça da Al-Daraj, um subúrbio da Cidade de Gaza, onde o Hamas se comprometeu a construir um centro comercial. Esta descoberta arqueológica espectacular em nada impressionou os trabalhadores, que demoliram relíquias e continuaram a construção.



Um jovem examina uma dos restos da igreja destruída pelo Hamas.

Por incrível que possa parecer, as relíquias foram esmagadas e amontoadas por bulldozers, o que causou fortes críticas de muitos "palestinos" cristãos. Alguns traçaram um paralelo entre o Hamas e a Autoridade "Palestina" (AP), e o ISIS/Estado Islâmico, em relação à sua gestão dos sítios arqueológicos.


Para os cristãos "palestinos", a destruição dos restos desta igreja bizantina é mais  uma tentativa por parte dos muçulmanos da Autoridade "Palestina" (AP) e do Hamas, para apagarem a história cristã e todos os sinais uma presença cristã nos territórios ditos "palestinos".

NUNCA existiu nenhuma Palestina árabe. Os Árabes invadiram a Terra de Israel em 1920. 88% do território de Israel foi dado aos invasores Árabes para aí fundarem um país chamado Jordânia. Nos anos 70, os colonos muçulmanos decidiram que queriam o restante de Israel para aí fundarem um Estado chamado "Palestina".

As acusações reflectem a amargura dos "palestinos" cristãos para com os seus líderes em Gaza e na Judeia e Samaria, vulgo "Cisjordânia". Mas atestam também a marginalização e a perseguição que  sofrem, como cristãos, sob o jugo do Hamas e da Autoridade "Palestina".
O mundo está-se nas tintas para os judeus, para os cristãos e para todos os "infiéis". A prioridade dos políticos, dos jornalistas e da população, é "não ofender o Islão", é "apaziguar" os jihadistas!
 

O Hamas disse que não tem meios para preservar a herança histórica de uma igreja. A crise financeira que enfrenta devido ao "bloqueio" da Faixa de Gaza não lhe permitiria disponibilizar os milhões de dólares e as equipas necessárias para a preservação de um local cristão. 

A Autoridade "Palestina" disse que a Faixa de Gaza está além de seu controle e que não é capaz de evitar a destruição de tesouros arqueológicos. No entanto, a Autoridade Palestina não se insurge contra a destruição do sítios arqueológicos não muçulmanos.  

E é essa mesma Autoridade "Palestina" que promove a "Intifacada" contra os judeus, acusados ​​de "profanarem" a Mesquita de Al Aqsa, porque organizam visitas ao Monte do Templo (o local mais sagrado do Judaísmo) - necessariamente sob protecção policial, ou seriam chacinados.

As elites terroristas de Gaza e da "Cisjordânia" desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE. Mandam as crianças morrer matando. Gastam o dinheiro em luxo e em armas para matar judeus.


A Autoridade "Palestina" considera que os judeus visitarem o Monte do Templo é muito mais grave do que a demolição de um importante sítio arqueológico cristão na Faixa de Gaza. Em vez de denunciar a política do Hamas nessa matéria, a agência de notícias Wafa, sob o controle da Autoridade "Palestina", limitou-se a publicar um despacho relatando a indignação de alguns historiadores e arqueólogos "palestinos". 

Um dos líderes da comunidade cristã na Judeia e Samaria, o padre Ibrahim Nairouz, descreveu sua indignação contra o primeiro-ministro da Autoridade "Palestina", Rami Hamdallah:

O padre Nairouz escreveu: 

"Você teria feito o mesmo se as ruínas encontrados fossem de uma mesquita ou de uma sinagoga?".
Em protesto, tornou pública a sua decisão de boicotar a visita do Primeiro-Ministro "palestino" a Belém e Hebron.

O Túmulo de José (o famoso José do Egipto, e não o pai de Jesus) é um local sagrado para judeus e cristãos. É regularmente incendiado pelos muçulmanos:

 A UNESCO considera este local como sendo... muçulmano!


Muitos "palestinos" cristãos - e também alguns muçulmanos - juntaram-se ao padre Nairouz para expressarem o seu desgosto com mais esta destruição de um local arqueológico e sagrado. 

Sami Khalil, um cristão de Nablus, escreveu: 
"Este silêncio ronda a cumplicidade. Quem são os especialistas capazes de preservar a nossa herança cristã?"
 Anton Nasser Kamil, um outro cristão comentou:  
"Não importa se é uma igreja ou outro edifício, isto é uma forma de terrorismo intelectual e de retrocesso civilizacional."
Um cristão de Jerusalém observou:  
"Que vergonha para nós. Se isto tivesse acontecido com os judeus, eles transformariam o local num museu arqueológico".
Um número crescente de cristãos na Judeia e Samaria (vulgo "Cisjordânia") e em Gaza, são cada vez mais um alvo para a Autoridade "Palestina" e para o Hamas.  


No Islão, todos os vestígios de presenças anteriores devem ser eliminados - incluindo os habitantes. O período antes da islamização é considerado um "período de trevas" que não interessa, lembrar, conservar ou estudar:


Quando chega a "luz" do Islão, tudo deve ser destruído e a sua existência negada. É por isso que os muçulmanos destroem igrejas e sinagogas em todo o Mundo, e em Israel em especial, porque pretendem negar que alguma vez alguém lá tenha residido a não ser eles.
A esquizofrenia é total! Os muçulmanos têm no seu Alcorão a História dos Patriarcas judeus, a História de Jesus, mas negam que judeus ou cristãos tenham alguma vez vivido na Terra Santa. A História começa a partir do momento em que o Islão invade um território. É por isso que eles querem Israel e a Península Ibérica, porque já invadiram estes territórios.



A destruição desta igreja Bizantina em Gaza é apenas um exemplo entre muitos, da falta de respeito que a Autoridade Palestina e o Hamas demonstram para com os cristãos.  

A prisão última semana de Raja Elias Freij, de 60 anos, um homem de negócios cristão de Belém, pela Polícia da Autoridade "Palestina", também enfureceu a comunidade cristã local. 

A Autoridade "Palestina" diz Freij foi preso por ameaçar um comerciante de Belém, o que ele mesmo, a sua família e muitos outros cristãos negam vigorosamente.   

Durante o fim de semana passado, vários cristãos manifestaram-se na Praça da Manjedoura, em Belém, para exigir a libertação de Freij, e acusam a Autoridade "Palestina" de discriminação religiosa.  

A comunidade internacional parece longe do sofrimento dos cristãos sob o domínio dos "palestinos" 

Se esta política anti-cristã continuar, deixará de haver cristãos em Belém. Os peregrinos que visitam o alegado local de nascimento de Cristo, terão de trazer os seus próprios sacerdotes para celebrar missa.


Igreja da Natividade, em Belém.


Fonte: Artigo de Khaled Abu Toameh, jornalista várias vezes premiado. Vive em Jerusalém. É israelita e árabe.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Seja bem-vindo a esta caixa de comentários quem vier por bem.