sábado, 27 de fevereiro de 2016

Feministas pedem: “Não nos protejam dos estupradores islâmicos!”


Muçulmanos atacam voluntária em campo de acolhimento de "refugiados". Isto, os media não mostram.

Este post vem na continuação dos posts anteriores, que relatam o estranho fenómeno do encobrimento da jihad sexual por parte das feministas e da Esquerda europeia em geral.
Os homens europeus, em resposta ao ataque islâmico às suas mulheres, VESTEM SAIAS
As mulheres europeias, na ausência de homens com os atributos clássicos do seu género, são obrigadas a vestir elas as calças. O tempo é de Joanas D'Arc e Padeiras de Aljubarrota, honra lhes seja ISLAMITE AGUDA.

(A razão pela qual este pessoal hippie, de extrema-esquerda, das causas "revolucionárias", islamófilo, ateísta, anda permanentemente com este ar furioso e de olhos arregalados, merece um estudo psicológico. Veja p. ex. neste post a actriz espanhola Nuria Gago, com os olhos a saltarem das órbitas, que até mete medo...).

Feministas suecas pedem: “não nos protejam de estupradores islâmicos”

A esquerda europeia vai-se revelando cada vez mais desonesta e cínica, desumana ao ponto de apavorar até mesmo alguns psicopatas.

Segundo o Barritrad, grupos feministas da Suécia iniciaram uma campanha não contra os imigrantes islâmicos que estupram as mulheres suecas, mas contra os homens suecos que decidam protegê-las.

Grupos feministas criaram a hashtag #inteerkvinna – que pode ser traduzida como “não somos suas mulheres. Como parte da propaganda, ainda tiveram o desplante de lançar o frame: “É de VOCÊ que temos medo”. Quer dizer: o problema é o “patriarcado e a cultura masculina de proteção à mulher”, e não os estupradores islâmicos, que rejeitam a cultura atacada por elas.

Mas na verdade, essas feministas mentem ao distorcer os fatos do mundo. Para um homem, dizer “minha mulher”, é como para uma mulher dizer “meu homem”. Algo plenamente normal. Daí a biologia nos mostra o maior potencial físico masculino, e, portanto, maior capacidade de defender sua mulher de violência física do que uma mulher tem de defender seu homem Obscurantista no nível das eras tribais, o feminismo ignora não apenas a biologia, como toda a ciência.

O pior é que, ao rejeitarem o conhecimento humano sobre as relações animais, as feministas tripudiam sobre várias mulheres que foram estupradas por imigrantes islâmicos na Suécia e as muitas que ainda sofrerão o mesmo destino.
Fonte: Ceticismo Político

Este vídeo - do excelente canal da "infiel" Khadija Kafir -  explica o estranho fenómeno divulgado na Internet sobre o facto de as feministas suecas (e outras) não quererem que os homens as protejam dos estupradores muçulmanos, pondo assim todas as mulheres em sério risco:


Os casos de assédio, estupro e até assassínio, multiplicam-se. Às vítimas é dito que não divulguem os factos, "para não prejudicar a causa". Os agentes da Polícia nada fazem, pois temem represálias por "islamofobia" e "racismo".
Exemplos ao acaso:
"Não aguento mais!" - testemunho de uma trabalhadora de um centro de acolhimento de "refugiados".
"Refugiado" muçulmano estupra alemã e 25 anos depois de lhe ter comunicado que "as alemãs só servem para sexo".
Japão - dois muçulmanos presos após estupro em grupo de uma mulher.
Menina alemã de 13 anos raptada por muçulmanos e violada em grupo durante 30 horas.
Mulher estuprada em festa de BOAS VINDAS AOS REFUGIADOS.
Menina de 17 anos violada e a sua irmã de 14 anos vítima de abusos sexual enquanto a tentava salvar do assalto por um grupo de "migrantes" muçulmanos numa piscina pública na Alemanha.
Ataque de muçulmanos: "refugiado" pontapeia mulher na face e parte-lhe o maxilar, por ela ter resistido ao estupro.
Muçulmanos arrastam mulher para o subterrâneo do metropolitano de Colónia, enquanto esta grita em desespero (screenshot acima; vídeo retirado pelo poderoso lóbi islamista)

A Europa é um parque de diversões para os "traumatizados refugiados da Síria":

 

 (Tipicamente sírios, diga-se de passagem, como a maior parte dos que chegam de todo o lado, desde o Norte de África ao Paquistão...)

Estes são meros exemplos, gotas de água num oceano de barbárie. O motivo de os apresentarmos num blogue sobre Israel, é para ajudarmos os nossos leitores e amigos a compreenderem que as mulheres em Israel lidam diariamente com este tipo de ameaças - temos até noticiado os decretos religiosos islamistas que ordenam o estupro das mulheres israelitas judias, e, infelizmente, o estupro e assassínio de muitas delas. Podemos aprender com o enorme erro que Israel cometeu, ao pensar que é possível o convívio com islamistas.
Israel, que é o extremo oriental da nossa Civilização (na expressão certeira de um amigo que nos contactou recentemente), lida com esta barbárie há séculos. Israel não é o mau da fita. Israel está no mesmo barco que nós. 
Poderíamos continuar a apresentar centenas largas de casos que chegaram ao conhecimento público, apesar da censura dos media mainstream. Se acha que mentimos, consulte a lista de sites abaixo e confira a fiabilidade das fontes que demonstram que a jihad global está em curso e não poupa "infiéis". Começando pelas mulheres e pelas crianças.
Se V. é daqueles que apenas dispõe de um caixote com slogans que puxa consoante a ocasião, então branda lá os de "ISLAMOFOBIA", "RACISMO", "ALARMISMO", "XENOFOBIA". De nada lhe valerão quando chegar a sua vez. NADA!

ATREVA-SE A ENFRENTAR A REALIDADE:

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Tem havido casos em que as voluntárias de extrema-esquerda são violadas e é-lhes dito para se calarem, em nome da "Causa". De modo que elas se calhar até se prestariam a ir "entreter as tropas". :-(

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