quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Ainda e sempre a cumplicidade da Imprensa com os terroristas

TERRORISMO, ISRAEL, E O QUE AS NOTÍCIAS NÃO LHE DIZEM
A manufactura dos títulos da Imprensa

Quarta-feira, Jerusalém, Porta de Damasco, uma das principais entradas da Cidade Velha de Jerusalém, um lugar onde multidões de pessoas vêm todos os dias para trabalhar, fazer compras, viver e rezar. Três terroristas palestinos aproximaram-se da Cidade Velha, transportando facas escondidas, armas automáticas e explosivos. Quando os polícias questionaram os três homens sobre o seu comportamento suspeito, os palestinos sacaram das armas escondidas, abriram fogo e começaram a esfaquear.

A jovem agente da Polícia de Fronteiras Hadar Cohen, de 19 anos, foi morta num ataque terrorista na porta de Damasco, na Cidade Velha de Jerusalém, em 3 de Fevereiro de 2016 (Foto: Polícia de Israel).

Os agentes da polícia responderam ao fogo, abatendo os três assaltantes, e evitaram assim um massacre potencialmente enorme. Um polícia foi ferido e outro morreu: Hadar Cohen, de 19 anos de idade.


 A cena do ataque terrorista. Quando os terroristas islâmicos atacam israelitas e judeus, os media não mostram. "Não vende", dizem eles...

Como é que os media relatam ataques deste tipo em todo o mundo?  

Em Agosto passado, um suposto atacante embarcou num comboio em Paris levando um arsenal semelhante ao destes atacantes em Israel (facas e armas de fogo automáticas). Vários soldados americanos desarmados, fora de serviço, notaram o assaltante preparando-se para disparar a sua metralhadora e dominaram-no antes que ele pudesse abrir fogo. Quase todas as manchetes disseram que os americanos tinham "evitado um massacre", ou "dominado um pistoleiro", e alguns artigos referiram os soldados como "heróis".

"Os heróis do comboio: os homens que evitaram um massacre na Europa" - diz a manchete da CNN.

Após os ataques relacionados com o Estado Islâmico em Paris e San Bernardino, todas as manchetes se focaram principalmente nos ataques, nas vítimas, e, em alguns casos, no corajoso trabalho dos polícias, bombeiros e militares.




Em ataques terroristas fora de Israel, não conseguimos encontrar qualquer manchete que incidisse principalmente sobre a morte dos atacantes.

Como é que os media relatam os ataques contra israelitas?

A manchete-tipo: no ataque que reportamos neste post, a CBS titula "3 palestinos mortos enquanto a violência cresce".


CBS News: "3 palestinos mortos enquanto a violência cresce". (este título foi depois alterado porque houve um leitor do site HonestReporting, que protestou!)

Reuters: "Três palestinos mortos a tiro após ataque em Jerusalém" (idem.)

NBC: "Ataque na Porta de Damasco: Três homens armados mortos em Jerusalém após terem magoado polícias israelitas".

Al Jazeera:"Polícia israelita mata três homens após um ataque".



Algumas manchetes simplesmente não mencionam o ataque terrorista, tal como a da CBS. No entanto, mesmo quando as manchetes não mencionam o ataque, destacam em primeiro lugar que a polícia israelita matou três palestinos.

Isto está em contraste com a maneira como os eventos similares são cobertos em todo o mundo.  


Imaginemos uma manchete do 11 de Setembro afirmando: 

"Quinze homens sauditas mortos na América ..." 

ou uma manchete sobre o Massacre de Paris, dizendo:

"Homens do Médio Oriente mortos pela polícia francesa ..." 

Neste tipo de situação, onde as pessoas estão sob ataque, um título que enfatiza a morte dos terroristas é enganoso a ponto de ser ofensivo.

E os exemplos acima são apenas algumas das muitas manchetes perturbadoramente imprecisas sobre este ataque ocorrido na semana passada. Além disso, a maioria dos artigos afirma incorrectamente que os atacantes foram mortos após o ataque, quando na verdade eles foram baleados durante o ataque.

Essa é uma distinção importante: porque mostra que a Polícia agiu em legítima defesa directa e salvou vidas para parar os terroristas, enquanto eles estavam no acto de atacar. O uso incorrecto da palavra "depois" dá credibilidade imerecida a alegações falsas dos palestinos de que a Polícia israelita se envolve em "execuções" ou "execuções extrajudiciais".





"Ataque na Porta de Damasco: três homens armados mortos em Jerusalém após terem morto um polícia" - diz esta manchete.

As agências noticiosas são capazes de escrever manchetes precisas sobre um ataque terrorista, mas por alguma razão, quando se trata de Israel muitos escolhem não o fazer.


Artigo de para o site HONEST REPORTING


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O NOSSO COMENTÁRIO:


Tal como o autor refere, este é apenas um exemplo do modo como o Jornalismo trata o terrorismo que atinge os israelitas e os judeus em geral. Os judeus são o único grupo humano que continua a ser discriminado no Ocidente. Gays, ciganos, africanos, todas as minorias que foram outrora alvo de difamação e incompreensão, já foram reabilitadas, com a ajuda louvável da Imprensa.  
Israel e os judeus, esses, continuam a ser os mal-amados dos jornalistas. Na nossa secção JORNALISMO temos carradas de exemplos - que também são meras amostras.
Nuns casos, os jornalistas, por inépcia pura, copiam notícias de agências noticiosas pró-terroristas, como a Ma'an, que tem a mesma credibilidade para falar de terrorismo islâmico que Joseph Goebbels teria para dar notícias sobre o Nazismo.
Noutros casos, há uma efectiva militância anti-semita de jornalistas de extrema-esquerda. E a extrema-esquerda odeia Israel. O exemplo do Al-Público no apoio aberto ao terrorismo é proverbial. O conhecido e inadjectivável Nuno Lobito, um anti-semita raivoso, é o exemplo da postura política da classe jornalística.
Até no CORREIO DA MANHÃ, um tal Francisco J. Gonçalves, DIFAMA ISRAEL e LEGITIMA O TERRORISMO.
Este indivíduo, Paulo Farinha de seu nome, é editor da revista NOTÍCIAS MAGAZINE, e é assim que se refere a Israel:
    «FILHOS DA PUTA! MIL VEZES FILHOS DA PUTA! FILHOS DE UMA GRANDÍSSIMA PUTA!» - a opinião de PAULO FARINHA, Editor da revista NOTÍCIAS MAGAZINE (DN/JN), sobre os israelitas, por estes se terem atrevido a não morrer todos no Verão de 2014.

Esta gente dos media fomenta o terrorismo em Israel, apresentando os nativos como os malandros e elevando os assassinos ao estatuto de heróis.
A extrema-esquerda odeia Israel, porque Israel representa tudo o que a extrema-esquerda odeia (Deus, amor ao próximo, amor à Pátria, Democracia, Liberdade, etc.), e porque Israel é a guarda avançada do Mundo Livre, a última fronteira que impede a destruição da nossa Civilização, via islamização:

2 comentários:

  1. É incrível a capacidade que esta gente tem para virar tudo de pernas para o ar.

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    1. É a extrema-esquerdita aguda, meu amigo. Os mesmos que descrevem as coisas assim, vão a Cuba, à Venezuela, à Coreia do Norte, e dizem maravilhas.

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