segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Qatar - "Políticos franceses são os mais fáceis de comprar"

POST-SCRIPTUM: Este post está a ter uma chuva de visitas (obrigadinho!), mas o próximo é de cair para o lado:



François Hollande chez Os Donos do Mundo.

Nunca a compra e venda de políticos e jornalistas foi tão divulgada como hoje. E nunca as pessoas a aceitaram tão passivamente. Estamos todos anestesiados.
Nos dois posts anteriores, escolhidos aleatoriamente entre centenas de notícias diárias que documentam a agonia e a queda acelerada da nossa Civilização, demos uma micro amostra da realidade da islamização e da erosão da autoridade pública em França:


Neste post, também um ao acaso entre os milhares que demonstram como jornalistas e políticos são comprados a granel pelo Islão, vai também uma amostra da miséria moral reinante no Ocidente (é claro que a demonização de Israel é uma contrapartida essencial nestas negociatas):

SEGUNDO O QATAR, OS POLÍTICOS FRANCESES SÃO OS MAIS FÁCEIS DE COMPRAR
Num livro com o título provocador de "Os Nossos Caros Emires", os jornalistas Christian Chesnot e Georges Malbrunot expõem as ligações venenosas entre as autoridades francesas e os seus homólogos nas monarquias do Golfo.
 
"Venderem-se a todo custo aos emires, movidos à categoria de parceiros estratégicos, parece ter-se tornado o alfa e o ómega da nossa diplomacia no Médio Oriente", escrevem os autores, que respondem a perguntas de Ismael Halissat no Liberation.
• Porque é que a França forjou laços tão estreitos com as monarquias do Golfo?
O acordo inicial era o de os fazer assinar contratos em troca do nosso apoio político e diplomático. A França também precisava de garantir o seu abastecimento de petróleo, devido à instabilidade no Médio Oriente. Mas a relação é desequilibrada. Para a Arábia Saudita, o verdadeiro parceiro estratégico continua a ser os Estados Unidos, enquanto nós somos considerados um parceiro compensação.
 
Francois Hollande mudou alguma coisa quando chegou ao poder?
Hollande decidiu reequilibrar as relações com realismo político. Nicolas Sarkozy tinha apostado tudo no Qatar, que é um estado liliputiano. Mas o mastodonte do Golfo é a Arábia Saudita. Em 2012, as autoridades sauditas disseram estar prontas para investir 50 biliões de euros nos próximos anos. O problema é que a França está permanentemente nessa posição de disponibilidade total, de fazer tudo para agradar à Arábia Saudita. Como na questão nuclear iraniana, o inimigo histórico de Riade.

O livro está à venda no site Amazon. Esperamos que os seus autores não venham a sofrer nenhum "acidente" idêntico aos que têm vitimado todos os que expõem o terrorista Barack Hussein.

• Vocês escrevem nestas revelações que os políticos se deixaram arrastar para práticas de tráfico de influências...
Observámos que esses abusos incluem a Embaixada do Qatar. De 2003 a 2013, Mohammed Jaham Al Kuwari, embaixador em Paris, gratificou copiosamente os nossos políticos. Sem necessidade de manter ficheiros, ele sabia muito bem quem se deixava corromper. "Os franceses são os mais fáceis de comprar", disse-nos um funcionário próximo de Al-Thani, o emir que governava na época. Em seguida, sucedeu-lhe seu filho Tamim, que quis "arrumar a casa".
Mas os maus hábitos não se perdem facilmente, e, num primeiro momento, os políticos franceses continuaram a pedir presentes. Os membros da nova equipa ficaram surpresos e cansados de serem tomado por "distribuidores notas de 500 euros".
E a prática continua, mesmo que o discurso seja o de "malhar no Qatar", acusando o país de injectar dinheiro no subúrbios e financiar o terrorismo islâmico.
Nos revelámos dez nomes conhecidos envolvidos nessas práticas, mas há certamente muitos mais.

- Notícia do site DREUZ, um dos que resistem teimosamente à censura islamista que paira sobre toda a Internet e sobre toda a Sociedade. Como esta notícia, há MILHARES. O site DREUZ serve diariamente um banquete de informação para pôr a nu as MENTIRAS descaradas dos jornaleiros e dos politiqueiros.
http://www.dreuz.info/

- Não queríamos deixar de assinalar que o nosso ex Vice Primeiro-Ministro, Paulo Portas, andou numa fona, pelo Qatar e pelas Arábias em geral, a vender azeite (!)
O reconhecimento da imaginária "Palestina" Árabe por parte do seu governo não teve contrapartidas nenhumas, é claro. É sabido que Paulo Portas, Passos Coelho e Companhia, são muçulmanos desde pequeninos, rezam virados para Meca, e apoiam o Califado Global. Com sorte, ainda serão adjuntos do grão vizir do Al Andalus...


Paulo Portas - "Ponto um: Allahu Akbar! Ponto dois: Morte a Israel!"

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