sábado, 8 de outubro de 2016

National Geographic colabora na islamização da Europa

A capa da mais recente edição da revista National Geographic é um must:

"OS NOVOS EUROPEUS - A vaga migratória põe à prova  e a identidade do Velho Continente" 

Com a circunspecção requerida a uma publicação com o peso histórico deste título, a National Geographic culpa desde logo os europeus pelos problemas que os colonos muçulmanos trazem para cá.  

Os muçulmanos à solta na Europa destroem, estupram, assassinam, a seu bel-prazer. Os europeus que objectarem são acusados de intolerância.


Não aceita que as mulheres andem açaimadas*? Seu INTOLERANTE!!!

Depois da burqa e do burquini, veremos mulheres açaimadas na Europa?


E é assim com (quase) toda a Imprensa. Os países islâmicos não recebem NEM UM refugiado da guerra na Síria. Mas patrocinam a islamização do Mundo Livre, que despeja cá milhões de muçulmanos magrebinos, africanos, paquistaneses - e até alguns sírios.

Os Jornalismo de hoje é o mais poderoso agente da islamização:



Por falar em tolerância, vem a propósito lembrar o número da revista National Geographic que foi PROIBIDO na Arábia Saudita - porque trazia na capa a foto do Papa:


Há exactamente 1 ano, escrevíamos:  

 Há exactamente 1 ano, escrevíamos: 


Esta mulher não voltará a ter a veleidade de conduzir um carro, após a punição que a imagem retrata. Na Arábia Saudita removem o clitóris às mulheres, cobrem-nas com panos negros, não lhes permitem sair de casa, deixam-nas morrer para não serem tocadas por um médico homem, são punidas com 200 chicotadas e 6 meses da cadeia se forem violadas, etc., etc., etc.. Já viu alguma coisa na TV?

 
 Há exactamente 1 ano, escrevíamos: 


Na Arábia Saudita é crime solicitar reformas políticas. O Governo persegue implacavelmente quem o expressa, mesmo que seja na Internet. Liberdade de religião, opinião, associação, igualdade perante a Lei, são tudo miragens na Arábia Saudita. O país é regido pela lei islâmica.

Em compensação, a National Geographic desvela-se em cânticos de louvor ao Islamismo. Neste artigo, por exemplo, o país é descrito como um paraíso tão bom que as mulheres por lá até podem fingir que conduzem um carro:



Um país tão maravilhoso, que meia dúzia de mulheres por lá até podem trabalhar numa loja de luxo onde não entram homens, e desde que todas tapadas, como todas as mulheres do país:




Por muito que os muçulmanos roubem, destruam, torturem, violem, assassinem, a Imprensa conseguiu instilar na opinião pública um sentimento de culpa e de medo. Quem denunciar a morte acelerada do Mundo Livre, para além de der linchado pelos media, acaba por ir parar à cadeia:

França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!





 A substituição populacional está em curso:

TV sueca apela à substituição populacional

Sem comentários:

Enviar um comentário

Seja bem-vindo a esta caixa de comentários quem vier por bem.