sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Imprensa cria histeria anti-Trump (Prager)



Prager: Comentários de Trump - a última loucura da Esquerda
Estamos regularmente obrigados a suportar novos surtos de histeria, fabricados pelos meios de comunicação, dominados pela esquerda.
Na sequência dos comentários de cariz sexual e privados, proferidos por Donald Trump, estamos a viver uma histeria nacional.
Nota nossa: Denis Prager nem sonha a histeria que vai aqui pela Europa...
Para entender como e porquê, é necessário compreender o papel indispensável que a histeria tem na esquerda. A esquerda está permanentemente em modo de crise grave. E, em quase todos os casos, a crise é muito exagerada ou simplesmente falsa.
Por exemplo:
- Poucas pessoas serão capazes de negar que a Terra está a aquecer. Afirmá-lo não é histeria. Histeria é a posição da esquerda, de que as emissões de carbono destruirão a vida na Terra.
- Poucas pessoas serão capazes de negar que há polícias racistas. O que é histeria é a afirmação da esquerda de que negros inocentes são rotineiramente mortos a tiros por polícias racistas.
- Os protestos generalizados contra o nome da equipa de futebol americano Washington "Redskins" eram pura histeria de esquerda – que só terminou com a revelação, por meio de sondagem, de que a grande maioria dos índios americanos não poderia importar-se menos com esse nome.
Os exemplos são infinitos: desde a suposta epidemia de AIDS heterossexual na América, à suposta epidemia de abuso sexual nos infantários nos anos 80, aos perigos descontroladamente exagerados do fumo passivo e aos medos infundados sobre os cigarros electrónicos.
Estamos regularmente obrigados a suportar os surtos de histeria, fabricados pela Imprensa, maioritariamente nas mãos de gente de esquerda.
O mais recente é o tsunami de horror em reacção aos comentários grosseiros e juvenis de Donald Trump, feitos em privado há 11 anos.
O tsunami de condenação às suas observações é por excelência um caso de histeria de esquerda. Alguns republicanos e conservadores que alinharam na histeria são um testemunho de como o poder dos meios de comunicação de massas consegue influenciar pessoas normalmente sensatas.
Trata-se de histeria, em primeiro lugar, porque os comentários foram feitos em privado. Eu diria a mesma coisa se se tratasse de observações grosseiras feitas por Hillary Clinton numa conversa particular gravada.
Na verdade, eu até já o fiz.
Em 2000, numa coluna do Wall Street Journal, defendi Hillary Clinton contra as acusações de que ela era anti-semita. Naquele ano, foi relatado que Clinton tinha chamado a Paul Fray, o director da campanha eleitoral falhada do seu marido, que se candidatou ao Congresso em 1974, um "sacana de um judeu filho da puta" ("f---ing Jew bastard").
Mesmo o jornal de esquerda The Guardian, informou que três pessoas - duas testemunhas e Fray – confirmaram as declarações de Hillary. No entanto, eu escrevi no jornal: "Gostaria de defender Clinton. Faço-o como judeu praticante e republicano. Temos de parar com essa idiotice moral de julgar as pessoas por comentários privados feitos de ânimo leve”.
E dei mais dois exemplos:
Um deles foi Harry Truman, que muitas vezes usou a palavra "kike" quando se referiu aos judeus. No entanto, ele foi o grande amigo dos judeus quando mudou a História judaica, resistindo à poderosa oposição do Departamento de Estado, e reconheceu o Estado de Israel.
O outro foi Richard Nixon, que fez comentários anti-semitas em conversas privadas na Sala Oval. Essas conversas foram gravadas em fitas de áudio que ele mesmo registou, e foi, por causa disso, amplamente rotulado de anti-semita. No entanto, como presidente, Nixon nomeou o primeiro Secretário de Estado judeu americano, e, mais importante, literalmente salvou a vida de Israel com o rápido transporte aéreo de suprimentos militares durante a Guerra do Yom Kippur em 1973.
Como eu concluí:
"É altamente enganoso usar comentários privados como evidência de anti-semitismo, de racismo, de intolerância e de sexismo".
Além de não tomarem todos os comentários particulares a sério, republicanos, conservadores e independentes, precisam de se perguntar se o que Trump disse – disse, mas não fez - numa conversa privada, é de forma alguma comparável às coisas verdadeiramente terríveis que Hillary Clinton e seu marido têm feito tanto às mulheres como ao país.
E também precisam de se perguntar se vale a pena dar a Casa Branca à esquerda por causa de tais trivialidades. Se Hillary Clinton vencer, os republicanos e conservadores que desistiram de Trump por causa desta gravação, acharão realmente que vale a pena:
- ter um Supremo Tribunal esquerdista durante os próximos 30 anos; ter juízes de esquerda a dominar completamente os tribunais federais; reduzir radicalmente a liberdade religiosa na América; deixar que os códigos de discurso politicamente correcto saiam das faculdades e tomem a sociedade como um todo; aumentar massivamente o tamanho do governo e da dívida; trazer dezenas de milhar de refugiados do Médio Oriente árabe; e ter fronteiras abertas?
Como pode alguém responder afirmativamente? A resposta é que a histeria de esquerda tomou conta deles.
No mesmo dia em que a gravação saiu, foram divulgados emailes que revelaram que Hillary Clinton disse a um banco brasileiro em 2013 que é a favor das "fronteiras abertas".
Fronteiras abertas significam o fim dos Estados Unidos como os conhecemos.
Isso sim, meus compatriotas americanos, é motivo para se ficar histérico.

- Texto de Denis Prager publicando no TRUTH REVOLT. Tradução nossa com parágrafos e destaques nossos. DIVULGUE!

Aconselhamos:

http://www.truthrevolt.org/


O que está a passar-se é extremamente grave. A Imprensa omite todos os crimes de Obama, Hillary, Kerry e restante quadrilha. A candidatura de Hillary é apoiada por grupos terroristas islâmicos, a supracitada quadrilha introduziu membros da Irmandade Muçulmana no Governo, apoiou e apoia bandos jihadistas como a Irmandade, o ISIS e a Al-Qaeda, e continua a sacrificar vidas de norte-americanos e ocidentais em geral. Estão a destruir os Estados Unidos e o Mundo Livre.


O apoio da Imprensa à candidatura de Hillary é  digno da Coreia do Norte.
Os escândalos acumulam-se, num rol interminável, mas a Imprensa global está de conluio e ESCONDE-OS.
Se considerarmos "apenas" os escândalos sexuais, a perseguição da senhora Clinton às mulheres rotineiramente violadas pelo incorrigível marido Bill, e a sua defesa em Tribunal de um estuprador pedófilo, bastariam para a levar à cadeia:

Hillary defende estuprador pedófilo e Imprensa cala-se

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