quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O INFERNO no Bataclan e os Grandes Educadores da Classe Operária

Os muçulmanos que atacaram o Bataclan cortaram os órgãos sexuais dos homens e dos meninos e enfiaram-nos nas respectivas bocas, esfaquearam as mulheres e as meninas na vagina, arrancaram olhos, arrancaram vísceras e cortaram cabeças. Com as vítimas ainda vivas.

Aquando de Massacre de Paris, em Novembro de 2015, o político português de extrema-esquerda Arnaldo Matos (na foto), aplaudiu a operação e manifestou o seu apoio ao ISIS (Estado Islâmico). 

Falámos do caso neste post:

MRPP apoia o Massacre de Paris (estes nem disfarçam)!


E ficámos à espera de que ele fosse detido e julgado. Mas até hoje, ninguém o incomodou. É a velha tolerância de que gozam as ideologias islâmica e comunista, e de que não gozam outros sistemas igualmente tirânicos e genocidas, como o Nazismo. 

Arnaldo Matos declarou na altura que os ataques de Paris foram “um acto legítimo de guerra” e que foram cometidos por “combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês” - pode ler o artigo completo no Jornal I

Pode ser que nos esteja a escapar alguma coisa, mas, que saibamos, o Império Francês acabou. Não temos noticia de grandes motins revolucionários nas ilhotas que restam do extinto império, e mesmo os pinguins das Ilhas Kerguelen estão relativamente tranquilos.


 

O Imperialismo Francês, hoje. 


Na sua elegia aos assassinos, Arnaldo Matos afirma que "os atacantes de Paris nem chocolates roubaram". Realmente, dá que pensar. É preciso um homem ser muito íntegro, muito estóico, muito idealista, muito disciplinado, para disparar sobre pessoas inocentes, aos gritos de "Allahu Akbar", e, antes de se fazer explodir, não saborear nem um chocolatinho... 

Matar inocentes - eis o programa do ISIS, do MRPP, e de outras forças de extrema-esquerda e extrema-direita que não têm coragem de o assumir abertamente.


Acontece que, embora não tendo "roubado chocolates", os terroristas de Paris, para além de terem assassinado 130 pessoas e ferido gravemente outras 400, cometeram torturas e mutilações em pessoas ainda vivas, que incluíram:

Cortar os órgãos sexuais de homens e meninos e enfiá-los nas respectivas bocas, esfaquear as mulheres e as meninas na vagina, arrancar olhos, arrancar vísceras e cortar cabeças. Com as pessoas ainda vivas - repetimos.

Queríamos muito ouvir agora o Grande Dirigente e Educador do Proletariado Português. 

E queríamos ainda mais ouvir as autoridades competentes, e a explicação que terão para que este homem não seja levado a Tribunal.

No interior do Bataclan a Polícia deparou-se com um cenário de Inferno. Não faltam fontes a descrever o que lá encontraram - como esta, ou esta. O Governo deu ordens para esconder o que se passou, mas os familiares das vítimas exigiram explicações e acabaram por tê-las.

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A Direita tem os seus pecados, mas muita Esquerda (não queremos acreditar que toda!!!), quando condena o terrorismo islâmico, fá-lo sempre com algumas reservas que deixam entrever que, no fundo, estão de acordo com Arnaldo Matos. 

Receiam é perder votos, ou ter problemas legais, se o assumirem com o ardor revolucionário do líder do MRPP.

E é por isso que não levam Arnaldo Matos a Tribunal. É que com ele teriam que ir o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista em peso, mais boa parte do Partido Socialista, e outros Grandes Dirigentes e Educadores do Proletariado Português. 

Lembramos mais uma vez que a (extrema) esquerda está a colaborar com a islamização da Europa. A (extrema) esquerda precisa de um novo "proletariado", para levar a cabo o seu programa. Os milhões de colonos muçulmanos que têm aportado à Europa já conseguiram ajudar a eleger governos de esquerda (vide França e Suécia), mas agora está em curso a fase 2, a fase de "acção directa".

Ideologia política ou doença mental?


O novo "proletariado", o reviver dos "tempos heróicos da Comuna de Paris", pelos quais Arnaldo Matos tanto anseia. A mesma barbárie, o mesmo Inferno na Terra.
Neste vídeo, jovens muçulmanos festejam em directo na TV francesa o massacre de judeus na mercearia kosher, em Janeiro de 2015.
Como sempre na História, em tempos conturbados, os judeus são os primeiros a serem atacados (lembramos o Massacre de Toulouse, por exemplo, que foi dos primeiros sinais do que agora vemos todos os dias e já não atinge apenas judeus).


1 comentário:

  1. Sobre o politicamente correto...
    Vivemos numa era insana.
    Isto até enjoa.

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