domingo, 28 de agosto de 2016

A HIPOCRISIA anti-Israel e pró-terroristas

Por ocasião do segundo aniversário da OPERAÇÃO PROTECÇÃO-LIMITE, e na sequência do post de ontem, sobre as vítimas inocentes da ofensiva do Hamas a partir de Gaza, há dois anos:

"Daniel está todos os dias connosco"

O vídeo refere-se no título à esquerda hipócrita, mas esta hipocrisia não é exclusiva de sectores da esquerda e da extrema-esquerda. O ódio aos judeus não escolhe ideologias, profissões, graus de escolaridade, cultura ou Q.I.. O anti-semitismo não é uma ideologia, é uma doença mental:


O famigerado 9 de Av do calendário judaico voltou a ser pouco auspicioso em 2005, quando o governo de Israel resolveu ceder à pressão anti-semita da comunidade internacional e dos islamistas, e oferecer Gaza de mão beijada aos árabes.
Mais de 8.500 moradores judeus foram forçados a abandonar as suas casas em 25 cidades na Faixa de Gaza. Exumaram até os seus mortos, pois era certo que haveria profanação de sepulturas, e partiram, com a roupa que tinham no corpo.
Ainda os últimos soldados israelitas (que forçaram os habitantes judeus a sair) não tinham abandonado o território, e já a turba muçulmana saqueava e destruía as infra-estruturas que os israelitas deixaram para trás. As sinagogas foram profanadas e queimadas.
Os árabes apressaram-se a eleger o bando terrorista Hamas, que, desde então, usa o território como base de lançamento de ataques contra Israel (preferencialmente contra infantários, escolas e hospitais).
Num permanente esforço para destruir Israel e os judeus, a comunidade internacional financia o Hamas e  despeja milhões em Gaza, para a compra de material de guerra destinado a matar crianças israelitas, e para engordar a elite bilionária das chefias terroristas.
A queda do Comunismo e do Nazismo não mudaram a determinação dos odiadores dos judeus. Tornaram-se apenas mais hipócritas, usando os muçulmanos como ferramentas para o trabalho em que já não querem sujar as mãos directamente. Entre um governo que opera campos de extermínio de judeus, e um que financia o Hamas ou a "Autoridade 'Palestina'",  a diferença é que o primeiro, pelo menos, assume o seu ódio demente.
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A opinião pública mantém-se intoxicada pelos políticos e pelos jornalistas avençados. Continua a apoiar o Hamas, e de  Gaza tem a ideia de que se trata de um campo de concentração onde os judeus encerram os "palestinos". Sobre a OPERAÇÃO PROTECÇÃO-LIMITE, pensam que se tratou de uma diversão de Verão, em que os judeus resolveram fazer tiro ao árabe.
Nenhum outro país no Mundo alguma vez deu território aos seus inimigos (Israel deu mais de 2/3 do seu, apenas para tentar a Paz com os islamistas). Nenhum outro país do Mundo  permitiu alguma vez que um grupo terrorista alvejasse diariamente as suas crianças.
Enquanto Israel der tais facilidades aos terroristas, a comunidade internacional continuará a esfregar as mãos e a fomentar a destruição do Estado Judaico. Os terroristas e o Mundo, por enquanto, só entendem a linguagem da Força.

 FORÇA, ISRAEL!


1 comentário:

  1. José que aqui deixou sugestão: obrigado!

    Vou traduzir e publicar.

    Oliveira

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