domingo, 14 de agosto de 2016

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 3


O xeque e terrorista Kamel Hatib.

Hoje é o dia 9 de Av do calendário judaico. Neste dia foram destruídos o 1º e o 2º Templos de Jerusalém.
É o dia mais triste do calendário judaico, dia de jejum e oração, e dia de os judeus tentarem aproximar-se do local mais sagrado da sua Terra e da sua religião. 
Ver:

Um Templo, Dois Templos, Três Templos

Contrariando a sua habitual rectórica de que os Templos de Jerusalém jamais existiram, e de que os judeus também nunca existiram *, o activista terrorista xeque Kamel Hatib lançou um apelo a que os muçulmanos compareçam hoje em força no Monte do Templo, para impedirem a aproximação dos judeus.

* - o Islão carece de toda a lógica. Os seus mais conceituados clérigos dizem uma coisa e o seu oposto com toda a naturalidade. Ora dizem que os judeus nunca existiram, ora dizem que eles são filhos de macacos e porcos e os causadores dos males do Mundo. Ora a "Religião da Paz" dizima povos inteiros (270 milhões de mortos desde o século 7 e continua), ora acha-se perseguida por "islamofóbicos". Israel teve a pouca sorte de ficar situado no meio deles.

"Os árabes 'palestinos' não têm que pagar pelos crimes nazis" - disse Kamel Hatib. "Não temos nada a ver com a destruição de templos e não vejo porque é que devemos pagar o preço do que os Babilónios e os Romanos fizeram".
Ou seja: os invasores e destruidores anteriores (entre os quais os Babilónios e os Romanos), destruíram os dois templos, mas os muçulmanos têm o direito de invadir terra alheia e profanar os seus lugares sagrados. Aqui na Europa, invadem igrejas, defecam e urinam nos altares, apedrejam e insultam os fiéis, decapitam sacerdotes, e ai de quem os questione...

 
Judeus orando no Muro das Lamentações, em 1870 - esta é tida como uma das primeiras fotografias de judeus rezando no local - ver Daily Mail. Nesta altura, ainda pastavam rebanhos de cabras nas ruínas da "importante" Mesquita de Al-Aqsa - do post  História da Israel - O Renascer.
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Continuação de:

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 1

A verdadeira mesquita de Al Aqsa não fica em Jerusalém - 2


A mudança de nome do Monte do Templo é claramente uma farsa, e dois documentos, um famoso e outro menos, demonstram-no de forma factual e incontestável.

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O documento mais conhecido é um folheto preparado em 1924 pelo amigo anti-semita de Hitler, o Mufti Haj Amin el-Husseini, que foi reimpresso muitas vezes.    
- O Professor Daniel Tassel Lexington, de Massachusetts, ofereceu-me uma cópia impressa em 1930. O título do livro é  «A Brief Guide to al-Haram al-Sharif — Jerusalem», ou "Um Breve Guia para al-Haram al-Sharif - Jerusalém".
Portanto, não se trata de al Aqsa.
A mesquita de al Aqsa aparece num capítulo diferente do da cúpula dourada que fica no meio deste vasto pedaço de terra. É evidente, a partir do texto, que para Haj Amin al-Husayni, o Mufti de Jerusalém, a mesquita de al-Aqsa é o edifício localizado no extremo sul da zona.

Confira no esquema abaixo:


- O documento menos conhecido é o que eu recentemente fotocopiei, do meu amigo Chaim Steinberger, em Nova Iorque.    
Chaim tem uma grande colecção de mapas da Terra de Israel, e mostrou-me um mapa turístico jordano de 1965, dois anos antes da Guerra dos Seis Dias de 1967.   
Lembre-se que à data, Jerusalém "Oriental" estava ainda ocupada ilegalmente pelo Reino Hachemita da Jordânia, e que o mundo manteve um silêncio absoluto, total, sufocante, mesmo em retrospectiva, sobre a ocupação ilegal. 
O mapa que Chaim me mostrou foi realizado por um jordano chamado Abd al-Rahman Rasas, que trabalhou como supervisor oficial, e foi credenciado pela Autoridade do Turismo Hashemita da Jordânia. O mapa tem as palavras "Recomendado e aprovado pela Autoridade oficial jordana".
    Uma leitura cuidadosa do mapa mostra que, em 1965, toda a área do Monte do Templo ainda era designada pelos árabes como "al-Sharif al-Haram", ficava no "Monte Moriá", e a mesquita de al Aqsa era um edifício na extremidade sul da dita "al-Haram al-Sharif".
Por outras palavras: 30 anos antes do acordo de paz entre Israel e o Reino da Jordânia, os jordanos entendiam a mesquita de al Aqsa como nada mais que um edifício localizado no extremo sul da al-Haram al-Sharif, construída sobre o Monte Moriá.

Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)


Os mentirosos do Islão decidiram, logo após os judeus terem libertado a área dos seus templos depois da Guerra Dias Dias, "alargar" al Aqsa - cuja localização real, lembre-se, ainda é no deserto da Arábia - a fim de abrangerem todo o Monte do Templo. 

Afinal de contas, tal era necessário para evitar que os judeus construíssem uma sinagoga no Monte do Templo, como quiseram os rabinos Goren e She'er Yashuv Hacohen.

O Xeque Ikrima Sabr, Mufti de Jerusalém (1994-2006), disse, por exemplo isto, durante o sermão de sexta-feira, 4 de Janeiro de 2002:


"Ó muçulmanos (do mundo), quando falamos da sagrada al Aqsa al, queremos falar de uma mesquita cuja superfície é de 144 dunam (a área total de al-Haram al-Sharif), incluindo paredes, o muro do al-Buraq (que é o Kotel, conhecido como Muro das Lamentações), passagens, caminhos, entradas e lugares para além do edifício coberto com um telhado (o edifício que está localizado no extremo sul), e mais a parte antiga (sob a parte coberta) e a rocha santa (sob a abóbada da rocha), Bethel Marwani (estábulos de Salomão) e a pedra da fundação (sob a abóbada da rocha), tudo isto é al Aqsa ....


A "História Criativa" islâmica é uma maravilha. Chega-se a um local qualquer e decide-se que sempre foi islâmico. O Muro das Lamentações, por exemplo, para muitos o lugar mais sagrado da Terra, passa a ser a Parede do Buraq, onde Maomé estacionou o seu cavalinho-burro alado com cara de mulher, na noite em que andou a voar pelo Médio-Oriente montadinho nele! 

Trata-se da localização dos templos. Citei muitos sermões de sexta-feira em Árabe, alguns afirmando que a Al-Haykal al-Maz'oum - o "suposto" Templo (judaico) - nunca esteve localizado em Jerusalém

Tradução e adaptação © Jean-Patrick Grumberg para Dreuz.info.

  CONTINUA

Este é o mapa das conquistas islâmicas e do Califado daí resultante, entre 622 (com o próprio Maomé) e 750 da nossa Era. Não esqueça que o Islão ambiciona retomar todos os territórios que conquistou (incluindo Portugal, claro, que eles acham que "sempre foi muçulmano"!) e alargar o seu domínio ao globo. Ambiciona e fá-lo todos os dias, desde o século 7!

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