segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pudim de Sangue com Sementes de Ódio

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                                                                    Nada de novo aqui...


Ariel Sharon foi hoje a enterrar, para gáudio dos imortais que por aí andam.
Sem respeito nem pela morte, continua o ódio venenoso daqueles de quem os guardiões de opinião vão dizer que você estão do lado da paz, amor e harmonia. Fazer um vídeo a louvar a resistência histórica de Israel é considerado por alguns como "apelo ao ódio". O que será isto, então?
"O porta-voz da Mesquita espalha mito anti-semita" 
da Rádio Suécia, 12 de Janeiro

    O porta-voz da mesquita de Örebro escreveu que o falecido Ariel Sharon usava o sangue de crianças palestinas para fazer pudim. O porta-voz escreveu a alegação na sua página no Facebook e já apagou, informa o jornal local Nerikes Allehanda (NA) .

    Esta história de israelitas matando crianças e drenando o seu sangue é quase idêntica à dos mitos anti-semitas do "libelo de sangue",  que alguns cristãos espalharam sobre os judeus durante a maior parte dos últimos 800 anos.


    O porta-voz da Mesquita disse ao NA que a história do pudim de sangue é algo que lhe foi dito, e que possivelmente se expressou mal: "eu não sei se eacredito que Sharon bebeu sangue ou não ... O meu ponto é que ele é responsável por muitos massacres".
- A sério, senhor porta-voz? Quando os israelitas matam os inimigos que vêm para os matar chama-se "massacre", então! O que se chamará à morte de vivis israelitas, em atentados bombistas, snipers, à facda, etc.? Talvez limpeza étnica...

    À TV sueca o porta-voz disse entender que as pessoas reajam à sua alegação, mas que ele não escreveu sobre os judeus em GERAL [sic], apenas sobre alguém em particular. "Eu fiquei muito emocionado quando Sharon foi elogiado pelo Ministro de Relações Exteriores da Suécia. E não é uma boa ideia escrever quando se está chateado ... Foi pouco profissional."
(...)

- Então e não se demite? O grande rabino de França plagiou algumas partes de uma tese de doutoramento e demitiu-se. Por exemplo.

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