domingo, 7 de junho de 2015

Abbas distingue mais uma terrorista

Na pequenez própria de um blog feito por um punhado de modestos anónimos, sem pretensões e sem vagar, temos mostrado por diversas vezes a verdadeira índole de Mammoud Abbas - nome terrorista Abu Mazen - o líder da organização terrorista "Autoridade Palestina", resquício das tentativas islâmicas de conquistar e aniquilar Israel.  Só um brutal preconceito anti-semita (e a cumplicidade dos media) explicam que tanta gente continue a considerar este homem uma pessoa de Bem.

Como só um brutal preconceito anti-semita (e a cumplicidade dos media) explicam que haja tanta gente a achar que Israel deve dar ainda mais do seu território aos muçulmanos, quando cerca de 80% lhes foram dados, "à cabeça", sem qualquer justificação, e eles lá fizeram o seu Estado - a Jordânia!

O Papa Francisco I pode ser boa pessoa. Não sabemos, mas partimos do princípio de que é. Mas os seus votos de que Abbas se comportasse como uma Pomba da Paz fazem tanto sentido como pedir tal coisa a Hitler ou a Osama bin Laden


O chefe da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, é descrito por muitos europeus e americanos como um "moderado", e como "um homem de paz" - pelo Vaticano e por outros. Abbas foi um dos instigadores do massacre de atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique, os seus "estudos" foram baseadas numa tese negacionista e hoje ele paga uma fortuna aos terroristas que matem judeus, com as vastas somas de dinheiro dos doadores de todo o mundo.
Que não se enganem os que têm Abbas com parceiro de conversações. As evidências mostram que ele não tem nada a invejar ao ISIS, excepto que ele é, talvez, um pouco mais esperto, e dono de uma avantajada conta bancária na Suíça. Os que crêem na boa vontade de Abbas são os herdeiros daqueles europeus e norte-americanos que, nos anos 30, viam Adolf Hitler como um homem pacífico com quem se podia discutir.
O exemplo mais recente - Mahmoud Abbas atribuiu a condecoração "Estrela de Honra Militar" (uma distinção estranha para uma entidade que não só nunca ganhou uma guerra como baseia todo o seu conceito de "exército" num grupo de terroristas que procuram matar as crianças em autocarros) a uma mulher terrorista (falhada), que plantou uma bomba num cinema em Jerusalém, em 1967.



Na cerimónia, difundida pela TV oficial da "Autoridade Palestina", que também é financiada pelos euros dos doadores europeus, Abbas coloca-se ao lado da terrorista Fatima Barnawi, enquanto o Secretário Geral da Presidência (esta gente adora títulos pomposos) Tayeb Abdel Rahim, lê em voz alta o "decreto presidencial" de Abbas, homenageando a terrorista:
"À combatente (…) Fatima Barnawi, a primeira mulher prisioneira da revolução da Palestina moderna, é concedida a distinção da Estela de Honra Militar", lê Rahim. E faz notar que a recompensa é um "reconhecimento pelo seu papel pioneiro na luta, pelo seu sacrifício pela pátria, pelo seu povo e pela sua revolução, e pela sua vontade de contribuir, desde o início e até hoje".
A tentativa de  Barnawi de assassinar civis judeus foi frustrada quando a bomba foi descoberta, e o seu acto valeu-lhe uma pena de prisão perpétua. Entretanto, e como acontece quase sempre, ela foi libertada em 1977 após ter servido apenas 10 anos de prisão.
Fonte

Que gente que idolatra Che Guevara, Stalin, Mao, e o Mal em geral, admire um terrorista como Abbas, é natural. Para essa gente, tudo quanto seja destruição, ódio e sofrimento, é uma coisa boa. Mas o cidadão normal, acreditar nas boas intenções deste homem, é, repetimos, tremenda desinformação e/ou persistência de ódio anti-semita.

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